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POLÍCIA

‘Matador em série’ e mais dois comparsas começam a ser julgados por execução

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Ricardinho Vitorino de Souza, Marcelo Pinheiro Soares e Antônio Railan Mendonça Ferreira estão sendo julgados pelo assassinato de Carlos Alberto da Silva. A sessão é realizada nesta terça-feira, 21, na 1ª Vara do Tribunal do Júri, no Fórum Criminal.

Os três réus foram denunciados por homicídio qualificado e também por integrar organização criminosa. Consta na denúncia que no dia do crime, Ricardinho, Railan e a vítima estavam presos na Delegacia de Flagrantes da Policia Civil. No início da manhã os três foram liberados. Marcelo Pinheiro, que estava em carro de aplicativo, foi buscar Ricardinho e Railan, mas a vítima teria pedido uma carona.

Carlos Alberto, que segundo informações, estava em visível estado de embriaguez alcoólica, teria declarado que fazia parte da facção comando vermelho. Por esse motivo, teve a pena de morte decretada ainda dentro do carro. A partir daí os criminosos seguiram para a região do Cabreúva. Ao chegar na Rua Panamá a vítima e dois dos acusados desceram do veículo e executaram Carlos Alberto a tiros. O crime aconteceu no dia 7 de dezembro de 2019.

Os autores do assassinato foram identificados e presos por investigadores da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil. Ricardinho Vitorino é apontado pela DHPP como um matador em série, acusado de 15 homicídios em 10 inquéritos.

Em junho deste ano Ricardinho foi condenado a mais de 28 anos de prisão pela morte do jovem Ítalo Charife

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POLÍCIA

Cortou a tornozeleira no Acre, fugiu para Rondônia e acabou baleado na barriga pela PM

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Fonte: Rondônia Agora

Foragido do Acre é baleado na barriga após fugir de abordagem da PM na capital (Foto: Rondônia Agora)

Francisco C.A., 44 anos, foi socorrido às pressas após ser baleado por policiais militares na zona leste de Porto Velho. O homem estava armado, desobedeceu a ordem de parada e fugiu da abordagem.

Segundo a ocorrência, uma guarnição da PM avistou Francisco conduzindo uma motocicleta Dafra Apache, de cor preta. Ele estava com um objeto suspeito na cintura. Foi dada ordem de parada, mas ele fugiu.

Francisco colocou a mão na cintura e desobedeceu às ordens dos policiais. Durante o acompanhamento foram efetuados um tiro com munição letal e três de munição não letal. Foi pedido apoio de outras guarnições para realizarem o cerco.

Mas o homem empreendeu fuga por diversas ruas da zona leste da capital. Mas após cerca de oito quilômetros após receber a primeira ordem de parada, Francisco caiu e os policiais verificaram que ele estava baleado no abdômen.

Os militares colocaram o suspeito na viatura da PM e o socorreram até à UPA leste. Ele precisou ser transferido para o hospital e pronto socorro João Paulo II.

Os policiais foram informados que Francisco estava foragido do Estado do Acre, onde cumpria pena desde o último dia 11 e ainda usava tornozeleira eletrônica de monitoramento, porém, havia cortado o equipamento.

Ele estava ameaçando seus ex-sogros, pois queria saber para qual cidade sua ex-mulher havia fugido. As vítimas informavam que sempre que Francisco ia buscar informações sobre a ex, apresentava volume na cintura, supostamente arma de fogo.

O homem permaneceu internado no João Paulo II sob escolta policial. A arma que portava e a motocicleta que conduzia foram apresentados no Departamento de Flagrantes.

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Caso Kesia Nascimento: ‘justiceira’ de organização criminosa tem mais um HC negado

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A defesa de Veralucia Marques Coura, presa por envolvimento na morte da jovem Kesia Nascimento, alegou no recurso que estariam ausentes os requisitos para a manutenção da prisão preventiva. Em outro trecho do habeas corpus o advogado citou o princípio constitucional de presunção da inocência e excepcionalidade da prisão cautelar.

Com esses argumentos, foi pedido a concessão da medida liminar para que Veralucia seja colocada em liberdade, mesmo com a aplicação de medidas cautelares. O relator do habeas corpus foi o Desembargador Pedro Ranzi.

Ao negado o pedido, o magistrado disse que as provas produzidas até o momento trazem segurança da existência de indícios de autoria e materialidade. “Os requisitos para a prisão preventiva estão presentes”, diz um dos trechos da decisão. O voto do relator foi acompanhado pelos demais magistrados.

Veralucia, conhecida como “Justiceira” de uma organização criminosa, foi presa no dia 25 de junho de 2020 pela polícia paulista. Ela, segunda a denúncia, teria participado de São Paulo por meio de videoconferência do julgamento de Kesia Nascimento.

A jovem foi sequestrada, torturada e sentenciada perna de morte em janeiro de 2020. O homicídio ocorreu no bairro Taquari e os restos mortais da vítima foram jogados no Rio Acre.

Como o processo foi desmembrado, Veralucia, que está presa em São Paulo, não foi julgada com os outros envolvidos, mas a expectativa é que ela seja levada ao banco dos réus este ano.

Em dezembro passado, quatro dos nove denunciados pela morte da vítima foram condenados a quase 120 anos de prisão pelo Conselho de Sentença da 1ª Vara do Tribunal do Júri.

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POLÍCIA

Já está em liberdade motorista não habilitado que atropelou dois jovens em Rio Branco

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O condutor do carro que atropelou dois jovens na Avenida Antônio da Rocha Viana foi liberado da Delegacia de Flagrantes após assinar um TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência).

Diego de Souza Paula, que não tem carteira de habilitação, deixou a sede da DEFLA por volta das 22 horas de segunda-feira, 17. De acordo com informações, ele foi indiciado por dirigir veículo automotor sem a Carteira Nacional de Habilitação.

Segundo a lei, em caso de lesão corporal de trânsito, o crime dependente da representação da vítima. Este teria sido um dos fundamentos utilizados pelo delegado para libertar Diego. ‘’Mesmo em liberdade em vai responder pelo crime”, disse um policial civil que trabalhou no caso.

Diego de Souza era o condutor de um carro que atingiu dois jovens na Avenida Antônio da Rocha Viana na tarde de segunda-feira. Imagens de câmeras de monitoramento mostram quando o Ford Ka atropela o ciclista Rodrigo Soares e, logo em seguida, atinge o motorista Matheus Sombra de Queiroz, de 23 anos.

A vítima que estava agachada chegou a ser imprensada contra uma parte da carroceria do caminhão. Por conta da violência do impacto Matheus teve uma perna amputada.

No momento em que o condutor do carro era liberado da delegacia, Matheus era encaminhado para a UTI do Pronto Socorro. Até a tarde desta segunda-feira, o seu estado de saúde ainda era considerado grave.

O ciclista Rodrigo Soares, mesmo com o forte impacto, sofreu leves lesões e recebeu alta logo após o acidente.

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