ESPORTE
Memorial Toniquim será inaugurado na sexta-feira (17), na FFAC

DA REDAÇÃO
Na busca de valorizar a memória do presidente Antônio Aquino Lopes, o Toniquim, a Federação de Futebol do Acre (FFAC) inaugura nesta sexta-feira (17), a partir das 9h da manhã, o “Memorial Toniquim”. A criação do espaço é uma forma de agradecimento a contribuição dada pelo ex-dirigente esportivo que comandou o futebol acreano por mais de quatro décadas, O espaço vai funcionar na antiga sala do personagem e foi cuidadosamente ambientalizada para receber imagens, camisas, troféus, medalhas, placas, totem e entre outros objetos que venha a contribuir na preservação da sua memorial. O projeto arquitetônico foi construído pelo designer Leandro Rocha, uma dos mais requisitados do mercado.
FFAC inicia entrega de convites
Nesta segunda-feira (13), a Federação de Futebol do Acre (FFAC), através do presidente Adem Araújo, encaminhou convite para a inauguração do memorial. O dirigente comentou que o espaço é uma forma de reconhecer o trabalho de Toniquim para o desenvolvimento do futebol acreano.
Esposa diz que espaço valoriza a história de Toniquim
A esposa presidente Toniquim, a professora Roselia Lopes acompanhou cada passo da construção da sala memória. Roselia disse que ficou muito feliz pelo reconhecimento e homenagem que será prestada ao trabalho realizado pelo seu esposo durante mais de quatro décadas de dedicação ao futebol local.
No espaço serão expostas camisas, troféus, medalhas, placas e entre outros objetos que venha a contribuir na preservação da memória de Toniquim, além de 52 fotos, três páginas de jornais e o editoria da peça literária “Futebol Acreano em Revista”, edição histórica de 2010.
Foi um verdadeiro mergulho na história, diz Façanha
O responsável para a construção da história do presidente Toniquim no espaço físico foi o historiador e jornalista esportivo Manoel Façanha, profissional que no próximo mês completa 30 anos de dedicação ao jornalismo esportivo. Segundo ele, foram horas mergulhadas nos arquivos de jornais e milhares de imagens para construir de forma dinâmica a memória de uma das figuras mais emblemáticas do futebol acreano. “Foram três meses de pesquisas. Claro que não todos os dias, mas não foi um trabalho fácil, pois neste período fazermos escolhas, apesar da maioria de forma coletiva. Também tivermos que determinar de que forma contaríamos nas paredes do espaço físico a história do personagem, isso de maneira que viesse alcançar alguns pessoas que o ajudaram a construir sua imagem de dirigente e ser humano”, pontuou o jornalista e historiador.













