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Município de Feijó, a terra do açaí, completa 83 anos nesta terça-feira, 21

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O município de Feijó, distante 344 km da capital Rio Branco, a terra do açaí como é conhecida, completa 83 anos nesta terça-feira, 21. Fundando por meio do decreto 968 em 21 de dezembro de 1938, deixou de ser, há muito tempo, uma cidadela, para se tornar uma região movimentada economicamente.

A cidade está localizada na margem direita do Rio Envira, que é o principal meio de escoamento de produção dos ribeirinhos. De acordo com o último senso do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a população atual é de 32.398 mil habitantes, sendo 50,26% na área urbana e 49,74% na rural.

A economia do município gira, principalmente, em torno da administração pública, mas a agropecuária vem crescendo e tornando-se parte significativa do desenvolvimento da região, com a criação de bovino nas margens das rodovias.

O município é conhecido pela produção do açaí que apresenta espessura mais grossa e com o sabor mais doce por natureza. Todos os anos, em agosto, é realizado na cidade o Festival do Açaí, que mobiliza todo o estado e movimenta economia local.

História do município

O município de Feijó tinha suas terras habitadas pelas tribos Jaminawás, Kaxinauwás e Chacauwás. Com a chegada dos nordestinos à foz do rio Envira, em 1879, começou-se a desbravação da região, subindo os rios e igarapés, demarcando os seus lotes e terras e até seringais. No entanto, ocorreram vários conflitos na selva entre os nordestinos e índios por conta da desocupação dessas áreas de terras, que pouco tempo depois transformaram-se em seringais. É neste contexto que surge, à margem esquerda do rio Envira, o Seringal Porto Alegre, que mais tarde deu origem ao município de Feijó.

Após alguns anos o seringal tornou-se um vilarejo, e aos 13 de maio de 1906 foi elevado a categoria de vila sob a denominação de Feijó, em homenagem ao Pe. Diogo Antônio Feijó, nome que se conserva até hoje. A instalação do município deu-se sob o decreto 968 de 21 de dezembro de 1938, sendo o governador do território do Acre Epaminondas Martins e o prefeito municipal Raimundo Augusto de Araújo o primeiro prefeito feijoense.

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Símbolo da paisagem de Sena Madureira, carnaubeira pode vir abaixo por causa de erosão

“A carnaubeira conta nossa história e é de suma importância que todos nós zelemos por ela, inclusive os nossos representantes”, disse o historiador de Sena

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A carnaubeira, o símbolo histórico mais famoso do município de Sena Madureira, visto da Praça 25 de Setembro e contemplado por moradores do Segundo Distrito da cidade, pode deixar de existir se o poder público não tomar providências sobre a forte erosão que atinge as margens do Rio Iaco.

O desbarrancamento está a menos de 3 metros do patrimônio público que está prestes a completar seu centenário – quase a idade de Sena, que tem 117 anos de existência.

Não existe um consenso sobre quando, exatamente, a carnaubeira foi plantada, mas o historiador José Arnoudo Nunes, que é senamadureirense de berço, explicou à reportagem do ContilNet que a muda da árvore chegou à cidade em meados da década de 40, trazida do Ceará pelo seringalista Raimundo Martins de Almeida – parente de uma das figuras mais tradicionais da cidade, o serralheiro já falecido José Ferreira da Silva, mais conhecido como Zé Pato – e entregue ao engenheiro e prefeito à época, Hermano Cavalcante.

“Outras mudas da carnaubeira foram plantadas em outras partes da cidade, mas a que conhecemos hoje ganhou destaque no centro da cidade e foi plantada pelo Hermano, que era o prefeito da época”, comentou o especialista.

Arnoudo lamenta que “parte da história de Sena possa se perder a qualquer momento” se nenhuma providência for tomada.

A erosão está a menos de 3 metros do local/Foto: ContilNet

“A carnaubeira conta nossa história e é de suma importância que todos nós zelemos por ela, inclusive os nossos representantes. Se ela é destruída, fica um buraco na nossa identidade”, acrescentou.

A jornalista e empresária Wania Pinheiro foi até o local mostrar o risco que sofre o símbolo da capital do Vale do Iaco.

“Inadmissível que a carnaubeira fique ameaçada dessa forma sem que os nossos gestores tomem as devidas providências”, explicou a empresária.

As autoridades precisam tomar alguma providência/Foto: ContilNet

[ContilNet]

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ACRE

Bombeiros encontram corpo de idoso que caiu em Rio de Mâncio Lima

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Nesta segunda-feira, 24, mergulhadores do Corpo de Bombeiros do 4⁰ BEPCIF, encontraram o corpo de um homem que havia desaparecido nas águas do igarapé São Pedro, afluente da margem esquerda do Rio Môa, 85 km distante de Mâncio Lima (de barco).

Segundo relatos, os dois homens trafegavam pelo igarapé em uma embarcação de pequeno porte, quando a vítima caiu na água e submergiu. O amigo relatou que ainda o procurou, na esperança que tivesse nadado para margem, mas não o encontrou.

[Ascom CBMAC]

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Feijó: Bombeiros são acionados para tirar novilha que caiu na piscina em pleno domingão

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

A cidade de Feijó já pode ser consagrada campeã, no Acre, com números de atendimentos inusitados de animais pelo Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC). O último pedido de ajuda ocorreu num bairro periférico após uma novilha cair dentro de uma piscina.

O fato ocorreu no domingo (23). A equipe foi acionada (193) pelo proprietário do local que já foi um clube famoso na cidade. O resgate foi rápido, bem-sucedido e precisou da ajuda de pelo menos quatro bombeiros militares. O animal não sofreu ferimentos. Esta foi a primeira ocorrência do dia, por volta das 7hs.

Segundo informações, o animal teria fugido de uma chácara localizada na vizinhança. Um dos motivos para que a cria estivesse dentro da piscina, teria sido a procura por água para matar a sede, momento em que teria possivelmente desequilibrado e caído no espaço. Curiosos deram outra versão: “Tava com calor, queria aproveitar o domingão e o calor”.

REGISTROS

No ano passado, os bombeiros prestaram inúmeros atendimentos de resgate a animais rurais e domésticos. Entre esses, destaques para o resgate de um cavalo realizado em dezembro onde o bicho caiu em uma fossa residencial no bairro Zenaide Paiva. Uma retroescavadeira foi levada para a ocorrência. Após horas de trabalho, o equino foi salvo.

No mês de junho, também um cavalo foi resgatado de outra fossa residencial no bairro Bela Vista. A ação durou quase 1 hora e contou com ajuda de populares. O sucesso da ação de salvamento ocorreu depois do uso de técnicas de tração. O animal saiu sem ferimentos do buraco.

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