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POLÍCIA

Operação integrada das Polícias Federal, Civil e Militar desarticula crime organizado no Acre

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado – FICCO, composta pela Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar deflagrou nesta quinta-feira (17/06) a Operação TABULEIRO III, em continuidade às ações operacionais direcionadas contra facções criminosas atuantes no narcotráfico e crimes violentos que operam dentro e fora do sistema prisional do estado do Acre.

A operação conta com cerca de 120 policiais federais e civis que cumprem 104 ordens judiciais expedidas pela Vara de Delitos de Organizações Criminosas de Rio Branco, sendo 41 de busca e apreensão domiciliar e 63 de prisão preventiva. Policiais militares se posicionaram nas entradas e saídas das cidades de Feijó a Tarauacá para evitar a fuga de criminosos.

Os mandados foram cumpridos nos municípios acreanos de Tarauacá, Feijó e Rio Branco.

Essa é a terceira fase da Operação Tabuleiro. Na primeira, deflagrada em 30/07/2020, já haviam sido cumpridos 52 mandados judiciais sendo 16 mandados de busca e apreensão e 36 de prisão preventiva em face de membros da mesma Organização Criminosa, atuantes na cidade de Rio Branco-AC.

Na segunda, desencadeada em 19/05/2021, a FICCO mirou a desarticulação de uma célula da facção criminosa com atuação predominante no município de Senador Guiomard-AC, sendo cumpridos na ocasião 16 mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão.

Na ação de hoje, as forças de segurança prenderam integrantes da organização criminosa investigada cuja área de atuação se concentrava nas cidades de Tarauacá e Feijó.

A maioria dos indivíduos presos na operação de hoje já respondia por delitos graves como roubo, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo. Agora, serão indiciados pelo crime de integrar organização criminosa (artigo 2º da Lei 12.850/2013), cuja pena varia de 3 a 8 anos de prisão.

Os investigados exerciam relevantes funções na facção sendo considerados lideranças regionais.

Essa é a maior operação já deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no estado do Acre, que teve sua formação através de acordo de cooperação técnica firmado em 19 de fevereiro de 2020.

A ação faz parte da estratégia da FICCO-AC em combater as facções através do trabalho conjunto entre as forças de segurança pública e justiça criminal (Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Ministério Público-GAECO).

A operação conduzida pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Acre foi chamada de “Tabuleiro” – que na linguagem da facção investigada significa uma espécie de cadastro e identificação dos membros que integram a organização criminosa.

A FICCO reforça que a atual pandemia não afetou as investigações e ações nos crimes de sua atribuição, mas que esta diligência policial foi cumprida em total observância às orientações da ANVISA, sobretudo o uso de equipamentos de proteção individual para resguardar a saúde dos policiais e dos investigados.

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POLÍCIA

Tragédia: enfermeira morre após cair de escada de tirolesa em parque na Transacreana

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A enfermeira Yasmili de Paiva Araújo, de 23 anos, morreu após cair da escada de uma tirolesa. O acidente aconteceu no fim da tarde deste sábado, 2, em parque aquático localizado na Estrada Transacreana.

De acordo com testemunhas, Yasmili teria escorregado e caiu de uma altura de aproximadamente 20 metros. Uma equipe do Corpo de Bombeiros que estava no local prestou o primeiro atendimento jovem. Ela chegou a ser socorrida, mas sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. O corpo da vítima foi levado na ambulância do Corpo de Bombeiros para o Instituto Médico Legal.

De acordo com o médico Guilherme Nakamura, a enfermeira teve um trauma na cabeça e logo em seguida sofreu a parada cardiorrespiratória. A Polícia Civil deve instaurar um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente. A vítima morava em Senador Guiomard.

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POLÍCIA

Investigadores da DHPP prendem o quarto envolvido na execução de idoso em Rio Branco

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Wandason Silva Cunha, que estava foragido há quase um ano, foi preso por agentes da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil, na região da Cidade Nova. O mandado de prisão preventiva foi expedido pelo Juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar.

Wandason é apontado numa investigação da DHPP como o responsável por levar Saymon Silva de Farias e Pedro de Barros Júnior para executar o idoso Adelino Eufrásio. O crime aconteceu em março do ano passado na Canaã, região do 2º Distrito da Cidade.

Dos quatro envolvidos no crime, Wandason Silva era o único que não tinha sido preso. Em 24 de junho, Francisco Osório, o mandante do crime, Pedro de Barros Júnior e Samyon Silva de Farias foram condenados pelo Conselho de Sentença da 2ª Vara do Tribunal do Júri.

Francisco Osório e Pedro de Barros foram condenados a 25 anos de prisão e Saymon Silva, que confessou a autoria, recebeu uma pena de 7 anos de prisão. Wandason, que teve o processo desmembrado, também deve ser levado a júri popular.

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POLÍCIA

Acusado de matar ex-namorada com tiro na cabeça é preso por policiais da DHPP em Rio Branco

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Em apenas 18 dias, policiais da Delegacia de Homicídios elucidaram o assassinato de Ingrid da Silva, de 19 anos. O autor do crime, o ex-namorada da vítima, Daniel Silva Barros, foi preso durante uma ação dos agentes da DHPP realizada na região do 2º Distrito de Rio Branco.

O acusado foi encontrado pelos investigadores próximo ao local do crime e não ofereceu resistência no momento da abordagem. Os investigadores da Homicídios cercaram toda a área.

Ingrid da Silva foi executada com um tiro na cabeça no dia 12 de junho. O crime aconteceu na Rua Padre José, no Triângulo Novo, região do 2ª Distrito da Cidade. A vítima, segundo a polícia, teria ido deixar a filha na casa do pai, mas, ao retornar, teve o caminho interrompido por Daniel e acabou assassinada. Ingrid foi atingida com um tiro na cabeça e não resistiu ao ferimento.

O delegado Marcus Cabral, responsável pelo inquérito do caso, destacou o trabalho dos investigadores da DHPP para elucidar o crime. “Foi trabalho de investigação que teve início ainda no dia do crime com a EPE (Equipe de Pronto Emprego) e a partir das informações identificados e representamos pela prisão do acusado do crime. O caso está finalizado”, disse Cabral.

Daniel Barros foi indiciado por homicídio qualificado, com o agravante de feminicídio.

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