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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação “Praeteritum” e prende 10 por tráfico, furto, homicídio e roubo

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Por Ascom/Polícia Civil do Acre

A Polícia Civil por meio da Delegacia de Combate a Roubos e Extorsões (DCORE) deflagrou na manhã desta terça-feira, 11, operação “Praeteritum” e prendeu dez indivíduos com passagens de roubo, tráfico, furto qualificado e outros crimes.

Desde a investigação até a hoje, passaram-se 2 anos. Por isso, o nome da operação “Praeteritum” que significa “passado” em latim.

A investigação iniciou após a prisão de um conselheiro do Comando Vermelho já condenado e, com os indícios obtidos após a prisão, deu-se base para operação deflagrada hoje.

A operação contou com 10 investigadores da DCORE que realizaram buscas em pelo menos 7 bairros de Rio Branco. Os indivíduos foram ouvidos pela autoridade policial e aguardarão nova decisão judicial na unidade prisional Francisco de Oliveira Conde.

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POLÍCIA

Foragido de Feijó que cometeu estupro de vulnerável é preso em Rio Branco

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Ascom/PCAC

A Polícia Civil por meio do Núcleo de Capturas (NECAP) prendeu na manhã desta sexta-feira, 17, no Distrito Industrial, E. L. de A. de 36 anos pelo cometimento do crime de estupro de vulnerável. O crime ocorreu em 2017 na cidade de Feijó e o investigado foi condenado em 2019.

Em 2019, após tomar conhecimento da sentença, o acusado mudou-se para a capital Rio Branco com intuito de se esconder da Policia que, por sua vez, descobriu o endereço de sua moradia, uma residência localizada no Bairro Mocinha Magalhães. A partir daí a equipe deu início ao monitoramento e na manhã desta sexta-feira, 17, logrou êxito na prisão do mesmo.

E. L. de A. foi preso em seu local de trabalho que fica localizado no Distrito Industrial de Rio Branco. Ele era considerado foragido da justiça em processo transitado e julgado com sentença condenatória proferida pelo Júri da Vara Criminal de Feijó, estabelecida em 10 anos e 6 meses em regime inicialmente fechado.

O processo contra E. L. de A. tramita na Vara Criminal de Feijó, origem do mandado de prisão em desfavor do mesmo que abusou sexualmente de uma garota de 13 anos de idade. A investigação apurou que o acusado submeteu a criança à libido sexual sob ameaça de morte, em posse de uma faca, caso ela contasse o fato a alguém.

No momento da prisão o foragido não esboçou qualquer reação e foi conduzido e delegacia para procedimento praxe e em seguida levado a Unidade Prisional ficando à disposição da Justiça.

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POLÍCIA

Tragédia na BR-317: motociclista morre após colisão frontal com caminhão

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Um acidente com vítima fatal foi registrado na manhã desta sexta-feira, 17. O fato aconteceu no Ramal da Linha 1, no Caquetá, localizado no km 72 da BR-317, região de Boca do Acre, no Amazonas. De acordo com informações, a vítima identificada apenas por Clenilson trafegava numa motocicleta pelo ramal quando bateu de frente com um caminhão boiadeiro que trafegava em sentido contrário.

O motociclista ainda chegou a ser socorrido com vida, mas morreu no interior de uma ambulância quando chegou na rotatória do Batalhão de Policiamento de Trânsito em Rio Branco. A equipe da ambulância de suporte avançado do SAMU foi acionada e o médico Guilherme Nakamura constatou o óbito.

O corpo de Clenilson foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Rio Branco.

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POLÍCIA

TJ mantém condenação de oito réus por lincharem homem em frente de boate em Xapuri

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Os desembargadores da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) mantiveram a condenação de oito réus por terem linchado um homem até a morte a ainda tentado matar outro em frente de uma boate na cidade de Xapuri em 2017. Contudo, conforme a decisão do 2º Grau, três dos réus conseguiram alterar o tempo de reclusão que tinham sido estipulados para eles cumprirem.

A decisão negando os recursos foi de relatoria do desembargador Pedro Ranzi. Em seu voto, o magistrado rejeitou as teses apresentadas pelas defesas dos réus. Mas, o magistrado acolheu parcialmente os pedidos de reforma na dosimetria das penas.

Dessa forma o tempo das condenações privativas de liberdade foram alterados para esses réus: uma das quatro mulheres rés teve sua pena de 24 anos alterada para 23 anos e oito meses; um dos dois réus sentenciados a 43 anos, conseguiu que a pena fosse corrigida para 42 anos e 10 meses e o outro, que também precisaria cumprir 43 anos, teve a pena fixada em 37 anos e 11 meses de reclusão.

Caso, julgamento e decisão

O crime aconteceu em Xapuri contra dois homens. Uma das vítimas foi assassinada com golpes de facão e pauladas pelos denunciados, juntamente com sete adolescentes, em frente a uma boate na cidade. A outra pessoa, que acompanhava a primeira vítima, também foi agredida, mas conseguiu fugir. Nos autos é relatado que o grupo teria se unido para matar as vítimas em função deles estarem na festa dizendo que pertenceriam a facção criminosa rival e teriam paquerado uma mulher, namorada de um dos acusados.

Primeiro, os denunciados foram julgados pelo Tribunal do Júri na Comarca de Xapuri, que os considerou culpados pelos crimes. Por isso, foram sentenciados da seguinte forma: três foram condenados por homicídio qualificado, tentativa de homicídio qualificado e corrupção de menores, sendo que desses, dois foram condenados cada um a 43 anos e outro a 30 anos de reclusão; um réu foi sentenciado a 27 anos pelos crimes de homicídio qualificado e tentativa de homicídio; e as quatro mulheres envolvidas tiveram a pena de 24 anos de reclusão cada uma, responsabilizadas por homicídio qualificado e corrupção de menores.

Porém, todos entraram com pedido de reforma da sentença. Eles desejavam a anulação do Júri, argumentando ter tido violação do rito de seleção dos jurados. Ainda expuseram ter ocorrido cerceamento da defesa. Além disso, solicitaram a reforma na dosimetria. Mas, a sentença foi mantida pela Câmara Criminal e só foram alteradas as dosimetrias das penas.

Ranzi explicou que as defesas dos réus tiveram acesso aos nomes dos jurados com antecedência suficiente e não se opuseram ao sorteio. Quanto a tese de cerceamento das defesas pelo pouco tempo que teria sido disponibilizado, o desembargador relatou que no dia do julgamento nenhum dos advogados relatou isso para registrar na ata.

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