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POLÍCIA

MPAC obtém condenação de acusados de compor núcleos financeiros de duas organizações criminosas

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Ascom/MP-AC

O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC), por intermédio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), obteve a condenação de cinco criminosos denunciados no âmbito da segunda fase da Operação “Livro Caixa”, deflagrada em fevereiro deste ano com o objetivo de desarticular o núcleo financeiro de duas organizações criminosas.

No total, 18 pessoas foram denunciadas nesta segunda fase da Operação “Livro Caixa”. Para facilitar a instrução probatória, houve a separação das denúncias por núcleo, com duas denúncias sendo oferecidas contra 5 e 13 pessoas, respectivamente. Assim, todos os 5 réus da primeira denúncia tiveram a sua instrução criminal concluída.

De forma célere, o Juízo da Vara de Delitos de Organizações Criminosas da Comarca de Rio Branco acatou a tese do MPAC e condenou os denunciados pelo crime de promover, financiar e integrar pessoalmente organização criminosa. As penas, somadas, chegam a mais de 62 anos de prisão, em regime fechado.

Entre os réus condenados, está o conselheiro de uma facção criminosa, Cícero Oliveira do Carmo, que obteve a maior pena, de 14 anos e 7 meses de reclusão. Os outros condenados foram: Valclécio da Conceição Souza e Jorge Luis de Melo Souza, que receberam uma pena de 12 anos e 11 meses; Alcemir de Brito Braga, condenado a 12 anos e seis meses; e Ana Paula Aragão Vieira, com uma pena de 9 anos e dois meses.

Segundo o promotor de Justiça Júlio César de Medeiros, membro do Gaeco que atuou na instrução criminal em juízo, “as penas aplicadas destacam, mais uma vez, o êxito e a importância das Operações, mantendo-se o mais alto índice de condenações sustentadas pelo Gaeco, além de comprovar a celeridade da Vara de Delitos de Organizações Criminosas ao proferir Sentenças complexas no prazo legal”.

Sobre a Operação Livro Caixa II

Fruto de uma ação conjunta do MPAC, por meio do Gaeco, e do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar, a Operação Livro Caixa foi deflagrada em duas fases, a primeira ocorrida em agosto de 2020, com o intuito de desarticular os núcleos financeiros de duas organizações criminosas que tinham como uma das atividades a extorsão de comerciantes locais.

A segunda fase da operação, que resultou na denúncia e sentença dos cinco réus condenados, foi deflagrada em fevereiro deste ano como um aprofundamento das investigações anteriores, e denota a importância da preservação da cadeia de custódia das provas.

A partir da análise dos documentos apreendidos, foram identificadas lideranças com alto grau hierárquico dentro das organizações criminosas, responsáveis pelos núcleos de cadastramento, contabilidade, disciplina e “gerais” de bairros da capital.

Na primeira fase da Operação Livro Caixa, 12 réus já haviam sido denunciados.

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POLÍCIA

Polícia Civil mostra balanço das ações desenvolvidas na Delegacia de Epitaciolândia

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Ascom/PCAC

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Geral de Epitaciolândia, fez balanço das ações desenvolvidas no município nos seis primeiros meses do ano.

Os trabalhos investigativos resultaram em 45 prisões em flagrante e o cumprimento de 11 mandados de prisão, além da instauração de 181 inquéritos policiais e a conclusão e remessa para o judiciário de 104 inquéritos.

Em seis meses de trabalho, a equipe de agentes de Polícia Civil retirou de circulação 09 armas de fogo, 24.946kg de drogas, além de R$ 3.333,00 (três mil, trezentos e trinta e três reais) entre bens e dinheiro apreendido. O trabalho investigativo ainda resultou em 06 representações por prisão preventiva, 31 medidas protetivas.

O trabalho policial também recuperou 04 veículos produto de furto e apreendeu mais 03 veículos em situações de tráfico de drogas.

A Polícia Civil também realizou 1.920 atendimentos à população de Epitaciolândia, o que demonstra uma instituição atuante em todos os sentidos e sempre na defesa da manutenção da segurança pública.

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POLÍCIA

Cruzeiro do Sul: ação integrada das Forças de Segurança do Acre prende quatro integrantes de facção

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Ascom/PCAC

Nas primeiras horas desta quinta-feira, 05, Forças de segurança composta pelas as Polícias Civil, Militar, Instituto de Administração Penitenciária (IAPEN) e Federal, prenderam quatro membros de organização criminosa em Cruzeiro do Sul durante a segunda fase da “Operação Reditus”.

O trabalho investigativo da Polícia Civil possibilitou a representação por pedido de prisão preventiva dos investigados o que resultou na prisão de quatro pessoas envolvidas em organização criminosa que agia na região do Juruá, nos bairros Cruzeirão, Cohab, São José, Formoso, Escola Técnica, Vila Lagoinha, Vilas Assis Brasil e 25 de agosto. Esses bairros foram identificados como pontos de atuação do bando que foi alvos da primeiras e segunda fase da operação “Reditus”.

De acordo com levantamento realizado pela Polícia Civil, todos eles já possuem passagem pela polícia. O trabalho integrado foi realizado pelas Polícias Civil, Militar, Federal e Instituto de Administração Penitenciaria (IAPEN) o que envolveu cerca de 60 (sessenta) agentes de segurança pública.

O nome da operação “Reditus” vem do Latim e significa regresso tendo em vista que todos os investigados dessa operação já possuem passagem pelo presídio e respondem por procedimento.

Ao término da ação, 04 (quatro) pessoas foram conduzidas à delegacia por cometimento de crimes como: associação criminosa, organização criminosa, tráfico de drogas e associação para o tráfico. Foram presos A. S. O de 25 anos, J. da S. O. de 25 anos, F. P. O. de 22 anos e A. C. O. da S. de 27 anos. Todos com passagem pela polícia e com forte nível hierárquico dentro do conselho e grupo que era o braço direto da organização criminosa.

Na primeira fase da operação “Reditus” que ocorreu em 07 de maio de 2021, foi possível prender 09 pessoas que afazem parte do mesmo grupo criminoso totalizando 13 prisões de membros da mesma organização criminosa que promovia desordem e cometimento de ações delituosas.

O grupo criminoso também era responsável pela autorização e ordenamento de ações de roubo, tráfico de drogas e homicídios. De acordo com investigação da Polícia Civil, o bando planejava ataques a membros da segurança pública, do Poder Judiciário e do Ministério Público.

De acordo com o delegado que coordenou a ação policial, Heverton Carvalho, o trabalho investigativo e o trabalho integrado das forças de segurança possibilitou o êxito da ação policial. 

“A integração das forças de segurança vem possibilitando êxito na prisão de quatro pessoas com envolvimento direto em organização criminosa trafica de drogas e associação para o tráfico. Cumprimos os mandados de prisão preventiva e logrando êxito em neutralizar a ação delituosa desse grupo criminoso”, disse o delegado Heverton Carvalho.

O processo investigativo continuará no sentido de identificar mais pessoas envolvidas em crimes correlatos e representar junto ao poder judiciário pela prisão e responsabilização de dessas pessoas.

Os presos foram encaminhados à delegacia de Polícia Civil do município para procedimento praxe e em seguida colocado à disposição da justiça.

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POLÍCIA

Polícia Civil deflagra operação, prende traficante e desmantela laboratório em Rio Branco e Rondônia

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Ascom/PCAC

A Polícia Civil do Acre, por meio da Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas, na manhã desta quinta-feira, 05/08, cumpriu 9 mandados em diversos pontos de Rio Branco e nas cidades de Porto Velho, Cujubim e Ariquemes em Rondônia.

A ação contou com o apoio do Departamento da Capital e Interior, policiais de outras unidades além da Polícia Civil de Rondônia e decorre de investigação sobre a atuação de determinada facção criminosa com ramificações nos Estados do Acre e Rondônia.

Durante o cumprimento dos mandados foi preso em flagrante o nacional P. R. L., de 22 anos, sendo encontrado no alvo, drogas (maconha e cocaína) e um pequeno laboratório onde era misturada, secada, pesada e embalada para comercialização, além de material para embalagem, balança de precisão e cultivo em um jarro com a planta da espécie cannabis sativa (maconha) além de dois veículos foram sequestrados, um Renault Fluence e um Wolksvagen Golf.

Foram cumpridas ordens de sequestro de dois veículos, além de documentos para prosseguimento da investigação. Ao todo foram cumpridos seis (6) mandados de busca e apreensão, um (1) mandado de prisão preventiva e dois (2) mandados de sequestro.

O nome da operação “Asfixia” tem como significado a dificuldade ou impossibilidade de respirar, que pode levar à anóxia; pode ser causada por estrangulamento, afogamento, inalação de gases tóxicos, obstruções mecânicas ou infecciosas das vias aéreas superiores etc.  Dessa forma, a Policia Civil trabalha como objetivo de coibir as ações criminosas como forma de asfixiar o crime organizado.

O delegado Felipe Martins, titular da DRACO, agradeceu o empenho de todos e afirmou que a investigação continua e outras fases da operação ASFIXIA serão deflagradas em breve.

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