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Na Câmara, Ministério afirma que repassou verbas e deu apoio para Assis Brasil na crise humanitária

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Com apenas 22 imigrantes residindo em casa de abrigo em Assis Brasil, o Governo Federal por meio do Ministério da Cidadania, informou que mesmo assim vem acompanhando de perto a situação dos estrangeiros e enfatizou que existe um acordo que oferece apoio às prefeituras de Rio Branco, Brasileia e Assis Brasil contrariando possíveis denúncias de omissão por parte da União.

A informação partiu da assessora para Assuntos de Imigrações, do Ministério da Cidadania, Nelsarete Lima, durante audiência realizada hoje (16) na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia da Câmara dos Deputados.

Nelsarete garantiu que a crise humanitária em Assis Brasil já foi controlada tendo em vista a quantidade de imigrantes que estão sendo assistidos no abrigo bem como a desativação de dois postos que acolhiam os estrangeiros no ápice da crise humanitária. 

A representante abordou ainda que a Prefeitura de Assis Brasil recebeu em 2020, quando iniciou o drama da crise, cerca de R$ 600 mil reais e que parte do dinheiro cobriu as despesas do executivo. Ela citou ainda que um saldo positivo ficou na conta da prefeitura e que meses depois o Governo Federal garantiu R$ 1,2 milhão para fortalecer as ações de ajuda.

“Nós estivemos lá, inclusive levamos apoio técnico à prefeitura e como também ao Estado (…) Além disso, ofertamos aos imigrantes o deslocamento para aqueles que manifestavam o interesse de retornar para os municípios brasileiros, que queriam sair ali da ponte (…) não faltou recursos para a prefeitura, inclusive, o valor prometido já foi repassado em março, está disponível”, assegurou.

Apesar de a audiência discutir ações relacionadas à crise humanitária no município, nenhum representante da prefeitura participou ou fez uso da palavra no evento.

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Antes da nova friagem, final de semana pode registrar recorde de calor no Acre

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Por Wanglézio Braga / Foto: Wanglézio Braga

O pesquisador Davi Friale manifestou ontem (22) e hoje (23) cumpriu com a promessa de que atualizaria os dados do tempo para os próximos dias, no Acre, onde mais uma vez confirma previsão de friagem que deve estacionar no estado na semana que vem. No entanto, o “Mago do Tempo” alerta para um final de semana bastante quente, com noites frias, possibilidade de temporal a partir da quarta-feira (28) em diversas regiões.

“Os dias serão quentes, com muito sol, no Acre, até a próxima terça-feira (27), porém, as noites ficarão amenas. Não chove, pelo menos até segunda-feira, mas, poderão ocorrer chuvas entre terça-feira e quinta-feira, com alta probabilidade de temporais, com ventanias e raios, principalmente, na quarta-feira”, informou.

O pesquisador manifestou ainda sobre os cuidados com as altas temperaturas dos próximos dias que devem colaborar para novos recordes. “As maiores temperaturas poderão estabelecer novos recordes de calor de 2021, com máximas entre 33 e 36ºC, em Rio Branco, e, principalmente, em Cruzeiro do Sul, Tarauacá e municípios próximos. Ao amanhecer, as mínimas vão oscilar entre 17 e 20ºC, no leste e no sul acreano, e, entre 20 e 23ºC, no centro do estado e no vale do Juruá”, manifestou.

FRIAGEM E CAMPANHA

Conforme o prognóstico de Friale, a nova onda de frio deve estacionar no Acre e região já na quarta-feira (28). “Uma poderosa onda de frio polar chegará ao Acre, com ventos intensos, provocando mais uma friagem típica da Amazônia Ocidental, deixando as noites “geladas” até o fim da semana. Esta onda polar será tão intensa que poderá estabelecer recordes de frio dos últimos anos em boa parte do Brasil”, comentou.

Friale enfatizou a necessidade de realizar mais uma campanha de agasalho tendo em vista que as temperaturas devem despencar, chegando a alguns pontos a 10°C. “No Acre, em Rondônia e no sul e sudoeste do Amazonas, as temperaturas vão despencar a partir da noite de quarta-feira, podendo chegar, em alguns pontos, a menos de 10ºC. Portanto, se faz necessário que a Campanha do Agasalho 2021 seja concretizada com urgência, a fim de amenizar aqueles menos favorecidos”, concluiu.

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Acre e mais 10 estados serão foco de Plano Operacional de Combate a Incêndios lançado hoje

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Foi lançado hoje (22) pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, o Plano Estratégico Operacional de Atuação Integrada no Combate a Incêndios Florestais que prevê ações coordenadas em 11 estados brasileiros com ajuda de pelo menos 6 mil homens atuando de forma conjunta na Amazônia, Cerrado e Pantanal. O Acre é um dos estados que vão receber reforço.

Além do Ministério da Justiça e Segurança, o plano conta ainda com a participação dos Ministérios do Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional. Serão beneficiados com as ações o Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Goiás.

O plano prevê o monitoramento e diagnóstico de riscos, reuniões com os estados, elaboração, revisão e validação de planos, matrizes e protocolos integrados, além da avaliação de resultados para propor medidas corretivas e preventivas.

O ministério assegura que todas as unidades da federação colocaram profissionais especializados para participar da operação, o que compreende quase seis mil homens envolvidos, 200 são bombeiros e policiais militares da Força Nacional de Segurança Pública, 1.642 do PrevFogo do Ibama, 1.427 brigadistas do ICMBio e mais 1.570 bombeiros e policiais militares ambientais dos estados.

No lançamento do plano, o ministério informou que em “caso de necessidade, mais 900 bombeiros de unidades da federação fora do foco de atuação poderão ser enviados para dar reforço. As polícias civis, militares e a Defesa Civil também farão parte da Operação dentro de suas respectivas áreas de atuação. A Polícia Federal vai desenvolver ações de inteligência e haverá atuação da Polícia Rodoviária Federal nas rodovias”.

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AC e AM na lista das preocupações da Fiocruz pelo aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Acre e o Amazonas apresentaram tendências de aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). É o que aponta o estudo InfoGripe apresentado ontem (21) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), correspondente ao acumulado dos dias 11 a 17 de julho.

“Embora os sinais de tendência de queda e estabilidade sejam positivos, indicando poucos estados atualmente com sinal de crescimento nas tendências de longo ou curto prazo, os valores semanais continuam elevados, como apresentado pelo indicador de transmissão comunitária”, afirma o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes.

O Boletim destaca ainda que este cenário sugere possível manutenção do número de hospitalizações e óbitos em alto patamar, caso medidas preventivas não sejam adotadas.

“Todos os estados apresentam macrorregiões em nível alto ou superior, sendo que 12 deles e o Distrito Federal têm macrorregiões em nível extremamente elevado. Isso evidencia a necessidade de manutenção de medidas de mitigação da transmissão”, destaca.

A capital acreana foi incluída na lista das cidades que apresentam sinal de crescimento das tendências de longo e curto prazo. Além de Rio Branco, a lista segue com Macapá, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Vitória.

“Em outras 15 capitais observa-se sinal de queda na tendência de longo prazo. Assim como é o caso de alguns estados, 5 capitais registraram sinal de estabilização nas tendências de longo e curto prazo, indicando interrupção da tendência de queda ou manutenção de platô: Plano Piloto de Brasília e arredores, Campo Grande, Florianópolis, Goiânia e Manaus”, acrescentou o estudo.

Segundo o estudo, “das 27 capitais, 6 integram macrorregiões de saúde em nível alto (Belém, Boa Vista, Cuiabá, Palmas, São Luís e Vitória). Outras 12 estão em macrorregiões em nível muito alto (Aracaju, Florianópolis, Fortaleza, João Pessoa, Maceió, Manaus, Natal, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro e Salvador) e 9 em nível extremamente alto (Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Curitiba, Goiânia, Macapá, Porto Alegre, São Paulo e Teresina)’.

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