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Presidente do Deracre garante: Anel Viário de Brasileia deverá ser entregue em agosto do ano que vem

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A tão sonhada obra do anel viário de Brasileia já tem data de entrega: agosto do ano que vem. Pelo menos é o que garante o diretor-presidente do Deracre, o engenheiro Petrônio Antunes.

A obra, que é tocada pelo Ministério da Infraestrutura, através do Dnit, e tem o Governo do Acre como conveniado, está orçada em torno de R$ 60 milhões. “Ela (a obra do anel viário) tira o último ponto crítico da BR-317/Estrada do Pacífico. Tínhamos dois pontos críticos de transporte na estrada, que era o Rio Madeira, que só se atravessava através da balsa, e a travessia por dentro da cidade de Epitaciolândia e Brasileia, que passa pela ponte metálica. Então a gente tá fazendo o anel viário, onde ele vai tirar o tráfego pesado de dentro da cidade”, disse o engenheiro.

Segundo Petrônio, a obra está em ritmo acelerado. “O principal lugar de terraplanagem já está em execução, são mais de 500 mil metros cúbicos de terra sendo movimentados. E a questão da fundação na ponte, que é a infraestrutura, já começou com a chegada da máquina para furar as estacas. Com isso a empresa poderá trabalhar no inverno, levantando os pilares da ponte sem problemas por conta da chuva. No ano que vem temos a execução da laje da pista, com previsão de entrega para agosto”.

Com informações ContilNet.

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INTERIOR

Governo segue com entrega de cestas básicas para comunidades ribeirinhas e indígenas

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Agência AC

No fim da tarde desta quinta-feira, 21, o eixo central da praça Hugo Poli, que fica na cidade de Brasileia, na região do Alto Acre, foi local de mais uma ação da gestão Gladson Cameli. Trata-se de uma iniciativa do governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e das Políticas Indígenas (Semapi), que auxilia moradores de comunidades ribeirinhas e indígenas, com a entrega de cestas básicas.

Como parte da programação da Carreta Ambiental, que está no município, com diversas atividades voltadas aos órgãos ambientais, foram destinadas 200 cestas básicas, contemplando 100 ribeirinhos e 100 indígenas, que foram atingidos pelas alagações ou pela crise social e financeira, provocada pela pandemia da Covid-19.

Moradores de comunidades ribeirinhas e indígenas receberam as cestas básicas. Foto: Sérgio Ronney/Secom

“Seguimos com mais uma etapa de entrega de cestas básicas para esta população que sofre com os efeitos devastadores da pandemia, e de fenômenos naturais, como é o caso das cheias do rios e igarapés. Além de Brasileia, o governo Gladson Cameli também auxiliou moradores de Assis Brasil, com 200 cestas básicas”, relata o titular da Semapi, Israel Milani.

O gestor informa que a aquisição desses itens é por meio de recurso não reembolsável, proveniente do Programa REM Acre Fase II (REDD Early Movers – em português: REDD+ para pioneiros), uma parceria entre Estado, via Semapi, com a República Federal da Alemanha e o Reino Unido por meio do KfW (Banco de Desenvolvimento da Alemanha).

“A verba é destinada como pagamento por resultados da Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa Provenientes do Desmatamento e da Degradação Florestal (REDD+). Assim, adotamos essa estratégia, da distribuição das cestas, como uma medida emergencial motivada pela pandemia”, informou Milani.

Aquisição das cestas é feita por meio de recurso não reembolsável, proveniente do Programa REM. Foto: Sérgio Ronney/Secom

O pescador Antônio Nascimento Paiva, conhecido popularmente como Morcego, tradicional peixeiro do município, foi um dos contemplados com a cesta básica. “Fico agradecido ao governo pela doação dessa cesta, pois ela vai ajudar bastante, pois nessa pandemia, as coisas ficaram mais difíceis pra mim e para os demais pescadores”, disse.

A indígena Clemilda da Silva Jaminawa, também este presente na praça Hugo Poli para receber a sua cesta básica. “Quero agradecer a todos que estão nos ajudando. Estávamos precisando, principalmente agora, com esse período com Covid-19”, falou.

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POLÍTICA

Carreata marca chegada de nova frota de veículos para segurança pública do Acre

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Agência AC | Foto: Diego Gurgel/Secom

Em forma de carreata, passando por todas as regionais de Rio Branco e ao som de sirenes ligadas, o governador do Acre, Gladson Cameli, anunciou nesta sexta-feira, 22, a chegada de uma nova frota de veículos adquiridos para a segurança pública. No geral, foram 9,7 milhões investidos na compra de 31 caminhonetes e 14 quadriciclos, além de materiais, equipamentos e insumos para reforço das ações policiais em todo o estado e combate à criminalidade.

“Está é a segunda carreata que fazemos em três anos de gestão comemorando a chegada de veículos para as forças de segurança. Na primeira foram 127 novos veículos. É uma forma de prestarmos conta com a população do nosso compromisso. Nunca é demais investir em segurança. Só quem se beneficia é o povo e é para eles que trabalhamos”, disse o governador.

O governador esteve a frente da carreata conduzindo um dos novos quadriciclos Foto: Diego Gurgel/Secom

A caravana passou pelas principais ruas da cidade, desde a região central à parte alta, Isaura parente, BR-364, da Ufac à UniNorte, também pela Avenida Ceará e Via Chico Mendes, região do segundo distrito da capital acreana. O som provocado pelas dezenas de sirenes despertou a curiosidade das pessoas. Seja no trânsito ou em frente aos comércios, casas e prédios, o público saiu para prestigiar a passagem dos veículos.

Os veículos percorreram todas as regionais da capital em carreata. Foto: Diego Gurgel/Secom

Segundo o secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública, Paulo Cézar Rocha dos Santos, as caminhonetes irão ser divididas entras as forças de segurança na capital e no interior e os quadriciclos seguirão para o reforço do policiamento em áreas de zona rural e de fronteira. “Nosso objetivo é manter nossas polícias equiparadas para o combate eficiente à criminalidade, devolução da paz e proteção da sociedade”, destacou Paulo Cézar.

Ainda segundo o gestor, no geral foram adquiridos 99 veículos, sendo eles, 10 bases móveis, 30 motocicletas e 27 quadriciclos. Esse restante deverá ser entregue até o final deste ano.

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ACRE

Unicef alerta: 69 crianças e adolescentes foram mortas de forma violenta no Acre

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Por Wanglézio Braga / Foto: Agência Brasil

O ano de 2020 foi um dos mais violentos para crianças e adolescentes no Acre. É o que aponta um levantamento inédito da Unicef e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Juntas, as instituições analisaram as ocorrências de boletins em 27 estados e traçaram um panorama da violência letal e sexual contra menores. O estudo foi divulgado hoje (22).

De acordo com o documento, entre 2016 e 2020, 35 mil crianças e adolescentes foram mortos de forma violenta no Brasil – uma média de 7 mil por ano. Além disso, de 2017 a 2020, 180 mil sofreram violência sexual – uma média de 45 mil por ano. Em 2020, 69 crianças e adolescentes de 0 a 19 anos foram mortos de forma violenta no Acre.

“A violência se dá de forma diferente de acordo com a idade da vítima. Crianças morrem, com frequência, em decorrência da violência doméstica, perpetrada por um agressor conhecido. O mesmo vale para a violência sexual contra elas, cometida dentro de casa, por pessoas próximas. Já os adolescentes morrem, majoritariamente, fora de casa, vítimas da violência armada urbana e do racismo”, diz o documento.

A maioria das vítimas de mortes violentas é adolescente. “Das 35 mil mortes violentas de pessoas até 19 anos identificadas entre 2016 e 2020, mais de 31 mil tinham entre 15 e 19 anos. A violência letal, nos estados com dados disponíveis para a série histórica, teve um pico entre 2016 e 2017, e vem caindo, voltando aos patamares dos anos anteriores. Ao mesmo tempo, o número de crianças de até 4 anos vítimas de violência letal aumenta, o que traz um sinal de alerta”, acrescentou.

Para os meninos, a faixa etária dos 10 aos 14 anos marca a transição da violência doméstica para a prevalência da violência urbana. Quando os adolescentes chegam à faixa etária de 15 a 19 anos, essa transição no perfil da violência letal está consolidada. As mortes violentas têm alvo específico: mais de 90% das vítimas são meninos, e 80% são negros. Em 2020, no total dos 27 Estados, 5.282 crianças e adolescentes de 15 a 19 anos foram mortos de forma violenta no Brasil. No Acre, em 2020, foram 60.

Para o representante da UNICEF no Brasil, Florecen Bauer, “a violência contra a criança acontece, principalmente, em casa. A violência contra adolescentes acontece na rua, com foco em meninos negros. Embora sejam fenômenos complementares e simultâneos, é crucial entendê-los também em suas diferenças, para desenhar políticas públicas efetivas de prevenção e resposta às violências”.

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