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Energisa diz em nota que continua com todo seu contingente na rua atendendo ocorrências do temporal de sexta

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A Energia, empresa que cuida da distribuição de energia no Acre, informou agora há pouco por meio de nota que em pleno domingo, dois dias depois do temporal que sacudiu Rio Branco na última sexta-feira, 24, continua atendendo concorrências. Está, inclusive, com todo seu contingente na rua.

Veja a nota:

Nota de esclarecimento

A Energisa Acre esclarece que desde a última sexta-feira tem trabalhado com seu contingente máximo de equipes para o atendimento das ocorrências causadas pela forte chuva que atingiu Rio Branco e causou inúmeros danos à rede elétrica da capital.

O temporal e as rajadas de vento causaram interrupção no fornecimento de energia elétrica em diferentes pontos da cidade, os bairros mais atingidos foram:  Belo Jardim I e II, Santa Inês, Recanto dos Buritis, Areal, Canaã, Morada do Sol, Santa Cecilia, Liberdade, Alberto Sampaio, Seis de Agosto, Baixada da Cadeia Velha, Cadeia Velha, Centro, Habitasa, Ayrton Senna, Boa União, Bahia Nova, Sobral, Bosque, Jardim, Tropical, Aviário, Guiomard Santos, Isaura Parente, 7º Bec e em trechos da Avenida Ceará.

Aumentamos em 5 vezes o número de equipes em campo, mas a quantidade de ocorrências cresceu 400%, causadas principalmente por objetos lançados na rede elétrica, queda de postes e cabos rompidos, o que dificultou o retorno imediato da energia.

Nosso trabalho seguiu durante todo o fim de semana, inclusive de madrugada. Neste domingo nosso time permanece atendendo as ocorrências pós-chuva em pontos isolados da cidade.

Reforçamos o alerta de não mexer na rede elétrica e aguardar nosso atendimento.

Seguimos com compromisso de atender nossos clientes e agradecemos pela compreensão.

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INTERIOR

Governo segue com entrega de cestas básicas para comunidades ribeirinhas e indígenas

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Agência AC

No fim da tarde desta quinta-feira, 21, o eixo central da praça Hugo Poli, que fica na cidade de Brasileia, na região do Alto Acre, foi local de mais uma ação da gestão Gladson Cameli. Trata-se de uma iniciativa do governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e das Políticas Indígenas (Semapi), que auxilia moradores de comunidades ribeirinhas e indígenas, com a entrega de cestas básicas.

Como parte da programação da Carreta Ambiental, que está no município, com diversas atividades voltadas aos órgãos ambientais, foram destinadas 200 cestas básicas, contemplando 100 ribeirinhos e 100 indígenas, que foram atingidos pelas alagações ou pela crise social e financeira, provocada pela pandemia da Covid-19.

Moradores de comunidades ribeirinhas e indígenas receberam as cestas básicas. Foto: Sérgio Ronney/Secom

“Seguimos com mais uma etapa de entrega de cestas básicas para esta população que sofre com os efeitos devastadores da pandemia, e de fenômenos naturais, como é o caso das cheias do rios e igarapés. Além de Brasileia, o governo Gladson Cameli também auxiliou moradores de Assis Brasil, com 200 cestas básicas”, relata o titular da Semapi, Israel Milani.

O gestor informa que a aquisição desses itens é por meio de recurso não reembolsável, proveniente do Programa REM Acre Fase II (REDD Early Movers – em português: REDD+ para pioneiros), uma parceria entre Estado, via Semapi, com a República Federal da Alemanha e o Reino Unido por meio do KfW (Banco de Desenvolvimento da Alemanha).

“A verba é destinada como pagamento por resultados da Redução de Emissões de Gases de Efeito Estufa Provenientes do Desmatamento e da Degradação Florestal (REDD+). Assim, adotamos essa estratégia, da distribuição das cestas, como uma medida emergencial motivada pela pandemia”, informou Milani.

Aquisição das cestas é feita por meio de recurso não reembolsável, proveniente do Programa REM. Foto: Sérgio Ronney/Secom

O pescador Antônio Nascimento Paiva, conhecido popularmente como Morcego, tradicional peixeiro do município, foi um dos contemplados com a cesta básica. “Fico agradecido ao governo pela doação dessa cesta, pois ela vai ajudar bastante, pois nessa pandemia, as coisas ficaram mais difíceis pra mim e para os demais pescadores”, disse.

A indígena Clemilda da Silva Jaminawa, também este presente na praça Hugo Poli para receber a sua cesta básica. “Quero agradecer a todos que estão nos ajudando. Estávamos precisando, principalmente agora, com esse período com Covid-19”, falou.

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POLÍTICA

Carreata marca chegada de nova frota de veículos para segurança pública do Acre

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Agência AC | Foto: Diego Gurgel/Secom

Em forma de carreata, passando por todas as regionais de Rio Branco e ao som de sirenes ligadas, o governador do Acre, Gladson Cameli, anunciou nesta sexta-feira, 22, a chegada de uma nova frota de veículos adquiridos para a segurança pública. No geral, foram 9,7 milhões investidos na compra de 31 caminhonetes e 14 quadriciclos, além de materiais, equipamentos e insumos para reforço das ações policiais em todo o estado e combate à criminalidade.

“Está é a segunda carreata que fazemos em três anos de gestão comemorando a chegada de veículos para as forças de segurança. Na primeira foram 127 novos veículos. É uma forma de prestarmos conta com a população do nosso compromisso. Nunca é demais investir em segurança. Só quem se beneficia é o povo e é para eles que trabalhamos”, disse o governador.

O governador esteve a frente da carreata conduzindo um dos novos quadriciclos Foto: Diego Gurgel/Secom

A caravana passou pelas principais ruas da cidade, desde a região central à parte alta, Isaura parente, BR-364, da Ufac à UniNorte, também pela Avenida Ceará e Via Chico Mendes, região do segundo distrito da capital acreana. O som provocado pelas dezenas de sirenes despertou a curiosidade das pessoas. Seja no trânsito ou em frente aos comércios, casas e prédios, o público saiu para prestigiar a passagem dos veículos.

Os veículos percorreram todas as regionais da capital em carreata. Foto: Diego Gurgel/Secom

Segundo o secretário de Estado da Justiça e Segurança Pública, Paulo Cézar Rocha dos Santos, as caminhonetes irão ser divididas entras as forças de segurança na capital e no interior e os quadriciclos seguirão para o reforço do policiamento em áreas de zona rural e de fronteira. “Nosso objetivo é manter nossas polícias equiparadas para o combate eficiente à criminalidade, devolução da paz e proteção da sociedade”, destacou Paulo Cézar.

Ainda segundo o gestor, no geral foram adquiridos 99 veículos, sendo eles, 10 bases móveis, 30 motocicletas e 27 quadriciclos. Esse restante deverá ser entregue até o final deste ano.

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ACRE

Unicef alerta: 69 crianças e adolescentes foram mortas de forma violenta no Acre

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Por Wanglézio Braga / Foto: Agência Brasil

O ano de 2020 foi um dos mais violentos para crianças e adolescentes no Acre. É o que aponta um levantamento inédito da Unicef e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Juntas, as instituições analisaram as ocorrências de boletins em 27 estados e traçaram um panorama da violência letal e sexual contra menores. O estudo foi divulgado hoje (22).

De acordo com o documento, entre 2016 e 2020, 35 mil crianças e adolescentes foram mortos de forma violenta no Brasil – uma média de 7 mil por ano. Além disso, de 2017 a 2020, 180 mil sofreram violência sexual – uma média de 45 mil por ano. Em 2020, 69 crianças e adolescentes de 0 a 19 anos foram mortos de forma violenta no Acre.

“A violência se dá de forma diferente de acordo com a idade da vítima. Crianças morrem, com frequência, em decorrência da violência doméstica, perpetrada por um agressor conhecido. O mesmo vale para a violência sexual contra elas, cometida dentro de casa, por pessoas próximas. Já os adolescentes morrem, majoritariamente, fora de casa, vítimas da violência armada urbana e do racismo”, diz o documento.

A maioria das vítimas de mortes violentas é adolescente. “Das 35 mil mortes violentas de pessoas até 19 anos identificadas entre 2016 e 2020, mais de 31 mil tinham entre 15 e 19 anos. A violência letal, nos estados com dados disponíveis para a série histórica, teve um pico entre 2016 e 2017, e vem caindo, voltando aos patamares dos anos anteriores. Ao mesmo tempo, o número de crianças de até 4 anos vítimas de violência letal aumenta, o que traz um sinal de alerta”, acrescentou.

Para os meninos, a faixa etária dos 10 aos 14 anos marca a transição da violência doméstica para a prevalência da violência urbana. Quando os adolescentes chegam à faixa etária de 15 a 19 anos, essa transição no perfil da violência letal está consolidada. As mortes violentas têm alvo específico: mais de 90% das vítimas são meninos, e 80% são negros. Em 2020, no total dos 27 Estados, 5.282 crianças e adolescentes de 15 a 19 anos foram mortos de forma violenta no Brasil. No Acre, em 2020, foram 60.

Para o representante da UNICEF no Brasil, Florecen Bauer, “a violência contra a criança acontece, principalmente, em casa. A violência contra adolescentes acontece na rua, com foco em meninos negros. Embora sejam fenômenos complementares e simultâneos, é crucial entendê-los também em suas diferenças, para desenhar políticas públicas efetivas de prevenção e resposta às violências”.

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