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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO Tião Bocalom nega que vai deixar o Progressistas: “Nunca!”

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, disse agora mesmo à coluna que não passa de especulação sua saída do Progressistas. “De jeito nenhum. Pura especulação. PP, 11, foi meu primeiro partido, inclusive, inicialmente, foi a ARENA”, disse.

PSB descarta acompanhar Gladson

Dirigentes do PSB disseram à coluna que a ida da ex-prefeita de Rio Branco, Socorro Neri, filiada ilustre da sigla, para a Secretaria de Educação, nada tem a ver com uma decisão de partido. Foi particular dela. O partido não acompanhará o governo Gladson em 2022.

Deu certinho

Essa decisão do PSB de não seguir Socorro Neri juntou a fome com a vontade de comer. Uma das poucas exigências do MDB, ou do senador Márcio Bittar, para colar no Gladson é justamente não ter partidos de esquerda no palanque.

Mal explicado

Faltou explicação por parte da equipe do prefeito Tião Bocalom (Progressistas) para a demolição das bancas dos camelôs. Era para ter ocorrido à luz do dia, diante de um acordo, me disse o Ceará, um dos líderes dos ambulantes.

Hotel não está à venda

George Pinheiro, dono da rede de hotéis cuja marca é seu sobrenome, negou que as empresas tenham sido colocadas à venda, como se boatava no Acre desde a semana passada. Tem crise, sim, mas não tem venda.

Fica

Por enquanto, o prefeito Jerry Correia, de Assis Brasil, se mantém filiado ao PT. Liguei para ele perguntando se ele sai e a resposta foi seca: “Não, não!”.

Dor no braço

O governador Gladson Cameli (Progressistas) sentiu uma dor forte no braço depois da vacina anti-Covid, mas, como ele mesmo disse, isso varia de organismo para organismo.

Rumo ao Senado

Márcia Bittar, ainda sem partido, partiu nesta segunda-feira cedo rumo ao objetivo: disputar o Senado em 2022. Até umas 8 da manhã já tinha ligado para umas duas dezenas de lideranças importantes.

Educação sem política

Quem conhece a secretária de Educação, Socorro Neri, sabe o quanto ela é reta em suas posições. A secretaria já começa a tomar contornos da gestão dela, com distanciamento de políticos, como ela sonhava e como pediu o governador.

Despedida

Alysson Bestene está se despedindo dos amigos e servidores da Saúde. Vai para a Secretaria de Governo. Em 2022 deve disputar a eleição para deputado federal.

Trunfo para vice

A prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem (PT), ainda não tem uma posição 100%, mas muito provavelmente só disputará as eleições em 2022 se for na condição de vice.

Resistir até quando?

Adem Araújo, donos dos supermercados, está prestes a não resistir mais aos convites para disputar uma eleição. Em torno dele tem um grupo de empresários que já o vende como um grande nome para qualquer chapa majoritária.

Ousadia

Edson Oliveira, dono da rede Hoje Cosmetics, inaugura mais um empreendimento capaz de não deixar nada a desejar em relação às empresas nacionais do ramo que chegam por aqui: a Ultrafarma, onde por longos anos funcionou o Bar União, no Floresta.

Sempre no coração

Vagner Sales está em paz com o governo Gladson, cuja reeleição, em 2022, deve apoiar, mudando toda a configuração da disputa. A rigor, Sales confidenciou à coluna que na verdade nunca saiu do governo Cameli. “Ele que se afastou de nós”, disse. Mas tudo já passou. Agora é rumo à vitória.

Outra vice

Jessica Sales (MDB), uma das deputadas federais mais atuantes ou que pelo menos é a que mais aloca emendas, não será mais a vice na chapa encabeçada pelo senador Sérgio Petecão (PSD) ao governo. Com isso, Petecão deve iniciar uma conversa com sua suplente, a ex-deputada estadual Maria das Vitórias.

Poder afrodisíaco

Faço igual ao Astério Moreira, o poder tem um ímã. Até março de 2022, não vai caber gente dentro do Palácio Rio Branco.

Primeira-dama ativa

Ninguém entende como a primeira dama do Acre, Ana Paula Cameli, consegue “driblar” tanta timidez para ser tão ativa. Ela está em todas. Com o Gladson ruim do braço, após a vacina, sexta à noite ela estava no Arena do Acre acompanhando de perto o jogo das estrelas, puxado pelo Marcelo Bimbi, para arrecadar alimentos. Quando a gente pensa que ela tá no Sul, ela já está no Norte, como dizia a minha vovó Chaga.

Desfalque na SEINFRA

Ítalo Medeiros pode estar deixando a SEINFRA. Um príncipe, como é tratado por todos no Governo, alega questão particular. Se sair, vai fazer uma falta medonha.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Se houver segundo turno na disputa pelo Governo, o melhor cenário para Gladson é enfrentar Jorge Viana

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A rejeição ao PT contínua bem ativa, como em 2018 e 2020, segundo as pesquisas e conforme a gente vê nas ruas, nos convescotes, mas há razão de sobra para acreditar que a candidatura de Jorge Viana ao Governo do Acre não será uma qualquer no atual cenário. Primeiro ele aposta no espatifado do grupo que era oposição aos governos da frente popular e que ganhou tudo em 2018. Cada um foi para um lado. Segundo, acredita que ainda pode reeditar uma época em que distribuía sua foto autografada. Ele não perde seu velho estilo. E os petistas aqui no Acre, convenhamos, ainda tem alguma coisa em torno de 25% do eleitorado. Foi muita gente beneficiada com cargos e outras benesses do poder por longos 20 anos. Por tudo isso, JV e seu grupo apostam no segundo turno. E se isso acontecer, ele terá apoio dos principais caciques de sua antiga oposição, como Flaviano Melo, Vagner Sales, os irmãos Rocha e o próprio Sérgio Petecão. Com ódio de Gladson, maioria deles preferira se aliar ao PT. Só tem um detalhe: eles só não levam para a urna o voto do eleitor deles. Será um apoio pessoal, seco. Quem vota no primeiro turno em Petecão ou Mara Rocha, jamais votará no PT em qualquer circunstância. Sendo assim, o melhor cenário para o governador Gladson Cameli, se tiver segundo turno, é que a disputa seja com o PT.

Mesmo fogo

No quarto mandato consecutivo de deputada estadual, a Maria Antônia se prepara para o quinto com a mesma animação do primeiro. Encontrei ela e o marido, Deda, se organizando para campanha, parecendo dois meninos em dia de aniversário.

Gratidão

“Quem se preocupou comigo e com o morador de Assis Brasil foi o governador Gladson Cameli. Por isso vou ser grato a ele”. Do prefeito Jerry Correia (PT) ao declarar apoio a reeleição de Cameli, mesmo o PT tendo candidato a governador.

Sobre companhias

O governador Gladson Cameli disse a coluna que não subestima candidatura de ninguém. Nem mesmo as do PSOL (Nilson Euclides) e Agir (David Hall). Mas está ciente de que tem tomado as decisões corretas para garantir sobre de quem deve estar perto.

Presentão

Nei Amorim, candidato a Senador pelo Podemos, ganhou um presentão ao garantir a primeira dama de Cruzeiro do Sul, Lurdinha Lima, como sua primeira suplente. Costura de seu amigo Nicolau Júnior (PP).

Levantes

Alan Rick (UB) acha interessante, do ponto de vista espiritual, todos os levantes em torno de sua candidatura, mesmo ele sendo um parceiro leal. Pastor, ele sabe que isso ocorre sempre antes de grandes vitórias.

Menos, JV

Ao se lançar candidato, Jorge Viana continua vestido de sua tradicional arrogância, ao dizer que o povo o obrigou a disputar o Governo. Quem o obrigou foi a nacional, que precisava desse palanque pra Lula no Acre.

Eles não perdem a mania de grandeza.

Sucesso da feira

Opositores do governador Gladson Cameli guardaram suas críticas sobre a Expoacre 2022, dado o sucesso retumbante. Foram inteligentes, porque se abre a boca contra perderiam politicamente.

Fortaleza da Fieac

Melhor não subestimar a candidatura do José Adriano a deputado federal pelo PP. Ele terá, entre outros, o apoio de federações pelo Brasil todo, como prêmio pela bela relação que ele criou ao longo do tempo enquanto vem participando da vida ativa da Federação.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Pós-convenção: candidatura de Jorge Viana, do PT, pode despertar voto útil em Gladson Cameli

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As convenções partidárias ocorridas nesta sexta-feira, 5, colocaram fim ao ar de mistério que pairava na cabeça do eleitor. A partir de agora todo mundo sabe quem é quem na disputa pelo Palácio Rio Branco e, assim sendo, as próximas pesquisas podem trazer a lume um cenário bem mais real, desanuviado. O eleitor não tem mais razão esconder sua preferência. Só é preciso esperar um pouco, uma semana, quem sabe, para se ter esse panorama novo.

As apostas daqui para frente podem apontar várias tendências e uma delas deverá ser a mais marcante, a questão do voto útil no governador Gladson Cameli (PP). Aquele sujeito que rejeita o PT, veementemente, ainda em grande número, segundo todas as pesquisas levantadas já esse ano, certamente não vai mais querer partir para uma aventura pela direita, apostando em dissidentes do Governo. Esse eleitor vai entender que o PT ficou longos 20 anos no poder e isso lhe deu capilaridade. Tem muita gente com saudade, não das gestões deles, que deixaram a desejar nos últimos dez anos, mas das benesses dos cargos que uma gestão pode patrocinar.

Passadas as convenções o eleitor vai dar uma nova viajada, reparar melhor na gestão do governador Gladson e provavelmente vai entender que, apesar da pandemia, e por causa dela, se descobriu nele um tipo de líder diferente, com uma empatia invejável, talvez uma das maiores razões de ele ter perdido maioria dos aliados de 2018. O elemento ajudou a elege-lo há quatro anos imaginando um cenário desastroso, com abertura de vagas para a sua cadeira. Eis que ele aparece fazendo uma boa gestão da pandemia e, pior, para quem tem pretensões de sucede-lo: mudando a situação dos servidores públicos e criando uma relação com gente que nenhum outro governador teve na história do Acre. Nesse sentido Cameli é um fenômeno. Resultado: em dez dias mais ou menos vamos saber, pelas pesquisas, se o eleitor vai ter coragem de apostar numa aventura correndo o risco de o PT voltar ou se, como sempre faz, vai de voto útil, cravando em Cameli, único capaz de parar os petistas.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Jorge Viana está fazendo os últimos esforços para convencer Marcus Alexandre a disputar o Governo

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O ex-senador Jorge Viana (PT) não está afim de fazer a convenção do partido, nesta sexta-feira, 5, com sua candidatura ao Senado escoteira. Quer um candidato a governador sobre o palanque do qual subirá e, de preferência, que seja de seu partido. Tentaram a Nazaré Araújo e ela já disse não de público. Nas últimas horas, em decorrência dos acontecimentos do lado do pessoal que ganhou tudo em 2018, me contou a fonte: o clima melhorou lá dentro do PT. A mesma fonte garante que faltaria pouco para convencer Marcus Alexandre a disputar outra vez o Governo. Além de já ter lastro no Estado todo, eles se aproveitariam do desentendimento geral entre os adversários. Como a fonte é das boas, melhor não duvidar daquilo que estava guardado para ser anunciado na convenção de amanhã.

Primeira foto

Fernando Zamora, Mara Rocha e Márcia Bittar

Saiu a primeira foto da candidata a governadora Mara Rocha (MDB) com sua candidata ao Senado, Márcia Bittar (PL). O Senador Márcio Bittar quer mais, para segurar o União Brasil no grupo, talvez uma vice. Mais tarde tem decisão da Justiça a medidas pedidas pelo deputado federal Alan Rick, que está tentando segurar a sigla para ser candidato a vice ou Senador na chapa do governador Gladson Cameli (PP), com quem não abre mão de continuar aliado.

Gratidão

O mundo vai acima e vem abaixo, como dizia minha tia Irene, e as pesquisas continuam confirmando o governador Gladson Cameli como favorito na disputa pelo Governo. Diferente dos ingratos, o povão é grato a ele, principalmente, pela forma como cuidou das pessoas durante a pandemia.

Técnicos para vice

Se não puder ser Alan Rick, Gladson Cameli tem nomes técnicos para compor sua chapa como vice. Volta à baila os nomes de Rômulo Grandidier e Alysson Bestene.

Melhor longe

Tem prefeito que não vai interessar muito ter o apoio na disputa pelo Governo. É melhor que estes apareçam como traidores. Ouvi agora há pouco ali ao redor do Palácio.

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