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EVANDRO CORDEIRO

Grupo que derrotou PT em 2018 estará junto em 22, com raras exceções

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) vai estar cercado, em 2022, pelo grupo com o qual se elegeu em 2018. Esse é o objetivo dele e o novo chefe da Secretaria de Governo, Alysson Bestene, não terá tarefa mais importante do que fazer um trabalho nesse sentido. Tem alguns nomes improváveis. O próprio governador desistiu desses nomes, mas a grande maioria estará reunida. O que não dá é para devolver o Acre para as mãos do PT, o que seria fatal diante de um racha do grupo.

Sobrou para a prefeita

O crescimento político da prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem (PT), espécie de liderança emergente do Alto Acre, está gerando um preço para ela pagar. Nos últimos dias ele tem levado porrada de todo lado. Até o arremate do PROS, partido que agora está nas mãos da família Milani, sobrou para a Fernanda, apenas por ela estar em um relacionamento afetivo com o novo presidente, Israel Milani.

Ligação forte

O PROS tinha raízes fortes em Brasileia e Epitaciolândia, onde reside a família e muitos apoiadores da deputada Maria Antônia, cujo marido, Déda Amorim, era o presidente.

Só os documentos

Déda Amorim já se desfiliou do PROS e levou consigo quase todos os filiados, entregando só os documentos para os Milani, que também não acharam ruim.

Destino é o Podemos

O grupo que estava no PROS, encabeçado pelo ex-prefeito de Rodrigues Alves, Déda Amorim, e sua mulher, Maria Antônia, vai desembarcar no Podemos, cujo presidente novo é o ex-deputado Ney Amorim.

Acre agrícola

Conheci esta manhã em Epitaciolândia o representante, no Acre, da Case, uma das maiores fabricantes de máquinas do mundo, o Valmir Winck. Ele me contou algo que ninguém publicou ainda, talvez nem o governo tenha percebido: a produção de soja no Acre, por hectare, é o dobro daquilo que é produzido, por exemplo, no Sudeste. Ou seja: o Acre pode explodir como produtor dentro de pouco tempo.

Colheitadeiras

Essa é para o secretário de Agricultura, Nenê Junqueira: segundo o Valmir Winck, da Case, o Brasil acaba de adquirir 20 colheitadeiras de soja das mais modernas da atualidade. São automatizadas. Das 20, quatro vieram para o Acre.

De olho no Acre

A inauguração da ponte sobre o rio Madeira, segundo o homem da Case, deu uma ouriçada no povo que investe em agricultura, com queda para soja e milho. Principalmente porque o solo daqui, está comprovado, produz em dobro.

Apoio dos prefeitos

Caso a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem (PT), dispute as eleições, em 2022, ela terá em seu palanque os dois prefeitos do PT de sua região, o Jerry Correia, de Assis Brasil, e o Bira Vasconcelos, de Xapuri.

O poder atrai

Concordo com o que meu colega Astério Moreira escreveu esses dias em relação aos adversários do governador Gladson Cameli em 2022. Quando eles cuidarem que não, estarão sozinhos no máximo até março, abril do ano que vem.

CPI sem futuro

Conversei com um dos deputados que retirou a assinatura da CPI da Educação. Ele justifica o seguinte: CPI só faz barulho e só serve de palanque para a oposição.

Sem política

Se não quer político se metendo na educação, o governador Gladson acertou em cheio ao colocar na pasta a professora Socorro Neri. Quando é para ser técnica, ela sabe ser.

Vereador na rua

A tática do prefeito Tião Bocalom (Progressistas), de não ter relação política com vereador, serviu para uma coisa: colocar os parlamentares para ir pra rua. Só se vê vereador fazendo Live, se comunicando com seu eleitorado.

Luta pela BR

Como deputado estadual, Luiz Gonzaga (PSDB) tem lutado mais que muitos federais em prol da recuperação da BR-364. Foi, não foi, ele tá em Brasília, tratando desse assunto.

Renan e a esquerda

Comentário mais repetido nas últimas 24h: a atuação do senador Renan Calheiros (MDB) na CPI da Covid. É que ele, veja bem, o Renan, virou a tábua de salvação da esquerda brasileira.

Enterro de CPI é com eles

O senador Márcio Bittar disse que é improvável, no Acre, ouvir deputado de oposição ao Gladson criticar o fim da CPI da Educação. Era o que mais sabiam fazer quando estavam no poder.

Honestos

Tem uns prefeitos ai da nova safra que aparecem uns capelões, roncando honestidade. Aqui na minha prefeitura…aqui.. Só ronco. Na safra passada foram os que mais caíram.

Governo fora da briga

Dois grupos travam uma luta pelo Sindicato da Educação. Um alega não ter ligação política com ninguém, puxado pela Rosana Nascimento; o outro, em cuja cabeça está o professor Manoel Lima, com toda a esquerda ao seu redor. Conselho de um sindicalista feito via coluna: “O Gladson não pode ficar fora dessa briga”.

A César o que é dele

Qualquer avanço no Brasil e no Acre em relação aos médicos formados no exterior, os méritos são do deputado Alan Rick (DEM). Ele quase esqueceu outras pautas, tão centrado nesta que sempre foi.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Se houver segundo turno na disputa pelo Governo, o melhor cenário para Gladson é enfrentar Jorge Viana

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A rejeição ao PT contínua bem ativa, como em 2018 e 2020, segundo as pesquisas e conforme a gente vê nas ruas, nos convescotes, mas há razão de sobra para acreditar que a candidatura de Jorge Viana ao Governo do Acre não será uma qualquer no atual cenário. Primeiro ele aposta no espatifado do grupo que era oposição aos governos da frente popular e que ganhou tudo em 2018. Cada um foi para um lado. Segundo, acredita que ainda pode reeditar uma época em que distribuía sua foto autografada. Ele não perde seu velho estilo. E os petistas aqui no Acre, convenhamos, ainda tem alguma coisa em torno de 25% do eleitorado. Foi muita gente beneficiada com cargos e outras benesses do poder por longos 20 anos. Por tudo isso, JV e seu grupo apostam no segundo turno. E se isso acontecer, ele terá apoio dos principais caciques de sua antiga oposição, como Flaviano Melo, Vagner Sales, os irmãos Rocha e o próprio Sérgio Petecão. Com ódio de Gladson, maioria deles preferira se aliar ao PT. Só tem um detalhe: eles só não levam para a urna o voto do eleitor deles. Será um apoio pessoal, seco. Quem vota no primeiro turno em Petecão ou Mara Rocha, jamais votará no PT em qualquer circunstância. Sendo assim, o melhor cenário para o governador Gladson Cameli, se tiver segundo turno, é que a disputa seja com o PT.

Mesmo fogo

No quarto mandato consecutivo de deputada estadual, a Maria Antônia se prepara para o quinto com a mesma animação do primeiro. Encontrei ela e o marido, Deda, se organizando para campanha, parecendo dois meninos em dia de aniversário.

Gratidão

“Quem se preocupou comigo e com o morador de Assis Brasil foi o governador Gladson Cameli. Por isso vou ser grato a ele”. Do prefeito Jerry Correia (PT) ao declarar apoio a reeleição de Cameli, mesmo o PT tendo candidato a governador.

Sobre companhias

O governador Gladson Cameli disse a coluna que não subestima candidatura de ninguém. Nem mesmo as do PSOL (Nilson Euclides) e Agir (David Hall). Mas está ciente de que tem tomado as decisões corretas para garantir sobre de quem deve estar perto.

Presentão

Nei Amorim, candidato a Senador pelo Podemos, ganhou um presentão ao garantir a primeira dama de Cruzeiro do Sul, Lurdinha Lima, como sua primeira suplente. Costura de seu amigo Nicolau Júnior (PP).

Levantes

Alan Rick (UB) acha interessante, do ponto de vista espiritual, todos os levantes em torno de sua candidatura, mesmo ele sendo um parceiro leal. Pastor, ele sabe que isso ocorre sempre antes de grandes vitórias.

Menos, JV

Ao se lançar candidato, Jorge Viana continua vestido de sua tradicional arrogância, ao dizer que o povo o obrigou a disputar o Governo. Quem o obrigou foi a nacional, que precisava desse palanque pra Lula no Acre.

Eles não perdem a mania de grandeza.

Sucesso da feira

Opositores do governador Gladson Cameli guardaram suas críticas sobre a Expoacre 2022, dado o sucesso retumbante. Foram inteligentes, porque se abre a boca contra perderiam politicamente.

Fortaleza da Fieac

Melhor não subestimar a candidatura do José Adriano a deputado federal pelo PP. Ele terá, entre outros, o apoio de federações pelo Brasil todo, como prêmio pela bela relação que ele criou ao longo do tempo enquanto vem participando da vida ativa da Federação.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Pós-convenção: candidatura de Jorge Viana, do PT, pode despertar voto útil em Gladson Cameli

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As convenções partidárias ocorridas nesta sexta-feira, 5, colocaram fim ao ar de mistério que pairava na cabeça do eleitor. A partir de agora todo mundo sabe quem é quem na disputa pelo Palácio Rio Branco e, assim sendo, as próximas pesquisas podem trazer a lume um cenário bem mais real, desanuviado. O eleitor não tem mais razão esconder sua preferência. Só é preciso esperar um pouco, uma semana, quem sabe, para se ter esse panorama novo.

As apostas daqui para frente podem apontar várias tendências e uma delas deverá ser a mais marcante, a questão do voto útil no governador Gladson Cameli (PP). Aquele sujeito que rejeita o PT, veementemente, ainda em grande número, segundo todas as pesquisas levantadas já esse ano, certamente não vai mais querer partir para uma aventura pela direita, apostando em dissidentes do Governo. Esse eleitor vai entender que o PT ficou longos 20 anos no poder e isso lhe deu capilaridade. Tem muita gente com saudade, não das gestões deles, que deixaram a desejar nos últimos dez anos, mas das benesses dos cargos que uma gestão pode patrocinar.

Passadas as convenções o eleitor vai dar uma nova viajada, reparar melhor na gestão do governador Gladson e provavelmente vai entender que, apesar da pandemia, e por causa dela, se descobriu nele um tipo de líder diferente, com uma empatia invejável, talvez uma das maiores razões de ele ter perdido maioria dos aliados de 2018. O elemento ajudou a elege-lo há quatro anos imaginando um cenário desastroso, com abertura de vagas para a sua cadeira. Eis que ele aparece fazendo uma boa gestão da pandemia e, pior, para quem tem pretensões de sucede-lo: mudando a situação dos servidores públicos e criando uma relação com gente que nenhum outro governador teve na história do Acre. Nesse sentido Cameli é um fenômeno. Resultado: em dez dias mais ou menos vamos saber, pelas pesquisas, se o eleitor vai ter coragem de apostar numa aventura correndo o risco de o PT voltar ou se, como sempre faz, vai de voto útil, cravando em Cameli, único capaz de parar os petistas.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Jorge Viana está fazendo os últimos esforços para convencer Marcus Alexandre a disputar o Governo

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O ex-senador Jorge Viana (PT) não está afim de fazer a convenção do partido, nesta sexta-feira, 5, com sua candidatura ao Senado escoteira. Quer um candidato a governador sobre o palanque do qual subirá e, de preferência, que seja de seu partido. Tentaram a Nazaré Araújo e ela já disse não de público. Nas últimas horas, em decorrência dos acontecimentos do lado do pessoal que ganhou tudo em 2018, me contou a fonte: o clima melhorou lá dentro do PT. A mesma fonte garante que faltaria pouco para convencer Marcus Alexandre a disputar outra vez o Governo. Além de já ter lastro no Estado todo, eles se aproveitariam do desentendimento geral entre os adversários. Como a fonte é das boas, melhor não duvidar daquilo que estava guardado para ser anunciado na convenção de amanhã.

Primeira foto

Fernando Zamora, Mara Rocha e Márcia Bittar

Saiu a primeira foto da candidata a governadora Mara Rocha (MDB) com sua candidata ao Senado, Márcia Bittar (PL). O Senador Márcio Bittar quer mais, para segurar o União Brasil no grupo, talvez uma vice. Mais tarde tem decisão da Justiça a medidas pedidas pelo deputado federal Alan Rick, que está tentando segurar a sigla para ser candidato a vice ou Senador na chapa do governador Gladson Cameli (PP), com quem não abre mão de continuar aliado.

Gratidão

O mundo vai acima e vem abaixo, como dizia minha tia Irene, e as pesquisas continuam confirmando o governador Gladson Cameli como favorito na disputa pelo Governo. Diferente dos ingratos, o povão é grato a ele, principalmente, pela forma como cuidou das pessoas durante a pandemia.

Técnicos para vice

Se não puder ser Alan Rick, Gladson Cameli tem nomes técnicos para compor sua chapa como vice. Volta à baila os nomes de Rômulo Grandidier e Alysson Bestene.

Melhor longe

Tem prefeito que não vai interessar muito ter o apoio na disputa pelo Governo. É melhor que estes apareçam como traidores. Ouvi agora há pouco ali ao redor do Palácio.

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