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Servidores da Prefeitura estão irados com a burocracia de banco contratado para pagar salários

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Servidores da Prefeitura de Rio Branco (PMRB) procuraram, hoje (23), a redação do AcreNews para reclamar da burocracia no cadastramento ou na atualização de dados junto ao Banco do Brasil (BB). Como noticiado por nós, a PMRB fechou um contrato milionário com o banco que agora ficará responsável pelo pagamento dos funcionários do município, no entanto, a medida tem gerado muita reclamação e dor de cabeça nos trabalhadores.

Um servidor que pediu para não ser identificado, assim como os demais, disse que a mudança pegou todo mundo de surpresa, pois a direção da PMRB não falou com antecedência da troca de instituição bancária que fará o pagamento do salário do funcionalismo público.

“Foi tudo às pressas! Não falaram nada pra gente, nem comentaram com antecedência. Ficamos sabendo da mudança pela matéria, da reportagem, de vocês. Daí, a gerência não deu uma orientação, estipularam datas que estão em cima do dia do pagamento, correndo o risco de muita gente perder o salário por causa dessa burocracia. Isso tem tirado o sono de muita gente que tem medo de ir ao banco por causa da Covid-19 ou por falta de tempo”, disse.

Outra servidora ressaltou a preocupação quanto a uma hipótese de bloqueio de valores que podem ser usados pelo banco para pagar dívidas antigas ou parcelas de empréstimos. “Quem tem dívida com o Banco do Brasil, por exemplo, pode ficar sem o dinheiro no mês. Porque depositando na conta, o dinheiro é bloqueado automaticamente e vai ser descontado na certeza. Ou seja, vai passar necessidade!”, ressalta.

As reclamações não param. “Passei duas horas na agência para tentar fazer um simples desbloqueio do App, indicado por eles [Banco do Brasil] como forma de facilitar as coisas e não consegui! Para ter acesso ao aplicativo é preciso ter cartão. E quem não tem cartão? É obrigado a esperar. Enquanto isso, eles pedem que a gente compareça na agência. Vamos até elas, só que tudo cheia de gente, ninguém resolve os nossos problemas. É um desencontro de informação muito grande, péssimo atendimento. Tá uma bagunça!”, reclama outra servidora.

Segundo a PMRB, o Banco do Brasil é o responsável por fazer o processo de liberação do aplicativo e todo o cadastramento dos servidores no sistema de contas. O BB informou que vai abrir neste sábado (25) cinco agências para atender exclusivamente os funcionários. Os atendimentos servirão para complementação de dados dos que fazem aniversário entre janeiro e junho. Para os que fazem aniversário a partir de julho até dezembro, haverá atendimento nas agências na segunda-feira (27) a sexta-feira (01) das 14h às 16hs.

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Unicef alerta: 69 crianças e adolescentes foram mortas de forma violenta no Acre

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Por Wanglézio Braga / Foto: Agência Brasil

O ano de 2020 foi um dos mais violentos para crianças e adolescentes no Acre. É o que aponta um levantamento inédito da Unicef e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Juntas, as instituições analisaram as ocorrências de boletins em 27 estados e traçaram um panorama da violência letal e sexual contra menores. O estudo foi divulgado hoje (22).

De acordo com o documento, entre 2016 e 2020, 35 mil crianças e adolescentes foram mortos de forma violenta no Brasil – uma média de 7 mil por ano. Além disso, de 2017 a 2020, 180 mil sofreram violência sexual – uma média de 45 mil por ano. Em 2020, 69 crianças e adolescentes de 0 a 19 anos foram mortos de forma violenta no Acre.

“A violência se dá de forma diferente de acordo com a idade da vítima. Crianças morrem, com frequência, em decorrência da violência doméstica, perpetrada por um agressor conhecido. O mesmo vale para a violência sexual contra elas, cometida dentro de casa, por pessoas próximas. Já os adolescentes morrem, majoritariamente, fora de casa, vítimas da violência armada urbana e do racismo”, diz o documento.

A maioria das vítimas de mortes violentas é adolescente. “Das 35 mil mortes violentas de pessoas até 19 anos identificadas entre 2016 e 2020, mais de 31 mil tinham entre 15 e 19 anos. A violência letal, nos estados com dados disponíveis para a série histórica, teve um pico entre 2016 e 2017, e vem caindo, voltando aos patamares dos anos anteriores. Ao mesmo tempo, o número de crianças de até 4 anos vítimas de violência letal aumenta, o que traz um sinal de alerta”, acrescentou.

Para os meninos, a faixa etária dos 10 aos 14 anos marca a transição da violência doméstica para a prevalência da violência urbana. Quando os adolescentes chegam à faixa etária de 15 a 19 anos, essa transição no perfil da violência letal está consolidada. As mortes violentas têm alvo específico: mais de 90% das vítimas são meninos, e 80% são negros. Em 2020, no total dos 27 Estados, 5.282 crianças e adolescentes de 15 a 19 anos foram mortos de forma violenta no Brasil. No Acre, em 2020, foram 60.

Para o representante da UNICEF no Brasil, Florecen Bauer, “a violência contra a criança acontece, principalmente, em casa. A violência contra adolescentes acontece na rua, com foco em meninos negros. Embora sejam fenômenos complementares e simultâneos, é crucial entendê-los também em suas diferenças, para desenhar políticas públicas efetivas de prevenção e resposta às violências”.

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Florestas do Acre vão ser monitoradas por drones: projeto oferta treinamento em Xapuri

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Uma capacitação promovida pela WWF-Brasil vai possibilitar o manuseio de drones para monitorar queimadas e desmatamento no Acre. A ação acontece entre os dias 25 e 28 de outubro. No último dia, as atividades vão ocorrer na Resex Chico Mendes, na região do Seringal Floresta.

Segundo a WWF-Brasil, o curso terá 20 participantes das associações AMOPREX, AMOPREAB, CPI, BPA-AC, MPAC, SEMA e SOS Amazônia. “As atividades são teóricas no sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras rurais de Xapuri e práticas na área do aeródromo dentro da cidade de Xapuri”, informou em comunicado a instituição.

A ação de doação de drones bem como a capacitação para uso desses equipamentos ocorre em pelo menos seis estados. Por meio de uma articulação, as atividades se concentram no Acre, Amazonas, Rondônia, Pará, Maranhão e Mato Grosso. Ao todo nove órgãos de governos estaduais e municipais participam das atividades juntamente com 24 organizações da sociedade civil, dentre elas ONGs, associações extrativistas e indígenas.

“Desde agosto de 2019, cerca de 70 mil pessoas foram beneficiadas diretamente e 3,7 milhões foram beneficiadas indiretamente por nossos projetos na Amazônia”, completa a WWF-Brasil.

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Rachadura em Avenida na parte alta de Rio Branco preocupa motoristas e pedestres

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Uma rachadura que já atingiu a faixa para pedestres e ciclistas na Avenida Antônio da Rocha Viana, vem preocupando motoristas. A fenda, que antes aparecia somente na margem da avenida, avançou e desnivelou quase meia pista.

A rachadura apareceu, segundo moradores, já a cerca de três meses e vem avançando. O trecho em questão fica no bairro Vila Nova, na parte alta da cidade.

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