POLÍCIA
Justiça aumenta pena de homem condenado por matar engenheira florestal no Acre

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre decidiu aumentar a pena de Giani Justo de Freitas, condenado pelo assassinato da esposa, a engenheira florestal Silvia Raquel Mota de Freitas. A pena, que inicialmente era de pouco mais de 21 anos de prisão, foi ampliada para 28 anos e 6 meses.
A decisão atendeu a um recurso de apelação apresentado pelo Ministério Público do Acre (MPAC). No pedido, o MP argumentou pela reavaliação da dosimetria da pena, com a valoração negativa de aspectos como a culpabilidade e a personalidade do réu, o que acabou sendo acatado pelos desembargadores.
Por outro lado, a defesa do réu, representada pelo advogado Sanderson Moura, também recorreu da decisão. O pedido foi pela redução da pena para 19 anos e 3 meses, mas não foi aceito pela Justiça.
Este não foi o primeiro julgamento do caso. Em dezembro de 2019, Giani Justo já havia sido condenado a 19 anos e 3 meses de prisão. No entanto, a sessão acabou sendo anulada após recurso da defesa, o que levou a um novo julgamento.
O crime
O assassinato ocorreu em agosto de 2014, no bairro Wanderley Dantas, na capital acreana. De acordo com a denúncia, Silvia Raquel, de 39 anos, foi morta pelo próprio marido, que a afogou dentro de uma caixa d’água na residência do casal.
O corpo da vítima foi encontrado no dia seguinte pelo próprio autor do crime.
Com a nova decisão, a pena de Giani Justo de Freitas foi agravada, reforçando o entendimento da Justiça sobre a gravidade do crime.
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