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Remoção de 14,81 milhões de toneladas reduz em 32,7% o balanço de emissões do Acre em 2024

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As remoções de gases de efeito estufa tiveram impacto de 14,81 milhões de toneladas de CO₂ equivalente no balanço ambiental do Acre em 2024, reduzindo as emissões líquidas estaduais para 30,46 milhões de toneladas. Os dados constam de painel do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Ipam).

Sem considerar as remoções, as emissões brutas somaram 45,27 milhões de toneladas.

A diferença significa que as remoções compensaram o equivalente a 32,7% das emissões brutas contabilizadas no ano.

As emissões líquidas também diminuíram em relação a 2023, quando alcançaram 35,95 milhões de toneladas. A redução em um ano foi de aproximadamente 5,48 milhões de toneladas, ou 15,3%.

O contraste é ainda maior diante de 2022. Naquele ano, as emissões líquidas acreanas chegaram a 75,31 milhões de toneladas. Em dois anos, portanto, houve redução de 44,85 milhões de toneladas, equivalente a 59,6%.

A série disponibilizada pelo sistema SEEG mostra que as remoções do Acre permaneceram relativamente estáveis nos últimos anos. Foram 15,02 milhões de toneladas em 2020, 14,88 milhões em 2021, 14,86 milhões em 2022, 14,80 milhões em 2023 e 14,81 milhões em 2024.

Isso significa que a forte redução das emissões líquidas observada depois de 2022 decorreu principalmente da queda das emissões brutas, e não de um aumento expressivo das remoções.

O SEEG diferencia emissões brutas das líquidas justamente pela incorporação das remoções no segundo indicador. Sua base segue o padrão GWP-AR5 para converter diferentes gases de efeito estufa em CO₂ equivalente e permitir a comparação dos resultados.

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