CULTURA & ENTRETENIMENTO
Turismo aparece nas cinco regiões e espalha atrações por diferentes extremos do Acre

O turismo aparece como potencial econômico nas cinco regiões apresentadas pelo Mapa de Potencialidades do Acre, produzido pelo Fórum Empresarial de Inovação e Desenvolvimento do Acre, distribuindo atrações entre áreas indígenas, unidades de conservação, patrimônio histórico, museus e destinos ligados à floresta.
No Juruá, o destaque é o Parque Nacional da Serra do Divisor e o etnoturismo indígena.
Tarauacá-Envira também registra o etnoturismo indígena nos municípios da região, que reúne Tarauacá, Feijó e Jordão.
Na região do Purus, o Parque Estadual Chandless aparece como principal referência turística indicada pelo mapa.
O Baixo Acre concentra atrações de perfil urbano e histórico. Em Rio Branco, são citados museus de patrimônio histórico, o Calçadão da Gameleira e o Parque Chico Mendes.
No Alto Acre, o mapa destaca a Reserva Extrativista Chico Mendes.
A distribuição coloca o turismo ao lado das principais cadeias produtivas de cada território. No Juruá, divide espaço com café, mandioca, pecuária leiteira, madeira e cacau. Em Tarauacá-Envira, com madeira, açaí e cacau nativo. No Purus, com castanha, café e madeira.
No Baixo Acre aparecem castanha, leite, mandioca, café e madeira. No Alto Acre, castanha, leite, mandioca, café e cacau.
O levantamento desenha, assim, cinco portas diferentes para o turismo acreano: Serra do Divisor e territórios indígenas no oeste; etnoturismo em Tarauacá-Envira; Parque Estadual Chandless no Purus; patrimônio histórico e cultural em Rio Branco; e a Reserva Extrativista Chico Mendes na região de fronteira.







