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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO CORDEIRO Mailza chegou chegando na Aleac, com seu orçamento de 2027 sendo aprovado por unanimidade

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A governadora Mailza Assis (PP) acaba de se reeleger, depois de ter assumido o governo seis meses atrás, e já chegou chegando na Assembleia Legislativa, fazendo um avant premiê do que vai ser a relação dela com o Poder Legislativo. Nesta quarta-feira, 4, a Lei de Diretrizes Orçamentárias, projeto mais importante para o Executivo, foi aprovada por unanimidade. Foi a primeira vez que isso aconteceu. Os 19 parlamentares presentes aprovaram um orçamento estimado em R$ 14,6 bilhões, valor que agora será discutido como e onde gastar na aprovação da LOA, agora incluindo a arrecadação do Estado. De modo que a governadora faz seu primeiro gol em relação a sua nova gestão no que diz respeito à relação com a Assembléia. O time funcionou, ao ponto de até a oposição admitir um jogo bem jogado. O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) não apenas votou, ele elogiou o acordo proposto, principalmente quando o Governo Mailza priorizou a contemplação das mais diversas categorias do funcionalismo público. Por fim, prevaleceu o urbanismo das intensas reuniões entre membros da comissão de Orçamento e Finanças da Aleac e a equipe de Governo, capitaneada pelos secretários Luiz Calixto, da Segov, Cristovam Melissas, da Casa Civil, e Ricardo Brandão, do Planejamento. Se assim seguir, a construção de uma relação da nova gestão com o Legislativo vai dar bom. A população agradece.

A Marfisa tava sumida
Quem tinha dado uma desaparecida do meio político era a ex-vice-prefeita de Rio Branco, Marfisa Galvão. Mulher do senador Sérgio Petecão (PSD), ela chegou a ser considerada a cereja do bolo em dado momento, quando quase virou deputada federal, em 2018. Depois – e certamente por isso -, foi por unanimidade escolhida para compor a chapa com Bocalom em 2020, com vitória acachapante naquelas eleições. Com o marido derrotado esse ano, a tendência é ela seguir sumida, no que pese ser uma pessoa maravilhosa, pra cima, que contagia positivamente qualquer ambiente. Voltou ao baile ao ser nomeada para a superintendência do Ministério da Agricultura no Acre, desde ontem, 4 de outubro.

Não contém com eles
Três deputados da bancada federal que a oposição a Lula (PT) em Brasília nem conte: Perpétua Almeida (PCdoB), Socorro Neri (PP) e Pedro Longo (MDB).

Preferência do Alysson
Na eleição para a presidência da Câmara Municipal de Rio Branco, três nomes circulam nos bastidores da casa, com o de Bruno Moraes (UB) praticamente descartado. Os outros dois são Aiache da Saúde e Elzinha Mendonça, ambos do PP. O gabinete do prefeito Alysson Bestene (PP) ainda não se manifestou publicamente. Nas entrelinhas, a Elzinha estaria ganhando no fotochat.

Bem a vontade
O prefeito de Rio Branco, Alysson Bestene (PP), está visivelmente mais a vontade ao estar trabalhando com um fio de telefone que liga a prefeitura ao Palácio Rio Branco. Está com a turma que ele gosta, de seu partido, o PP.

Desmantelar o consórcio
A oposição precisa apear da presidência do Senado o Alcolumbre, conhecido também como ‘pau de galinheiro’ do Planalto. Ele seria uma peça do consórcio Governo-STF-Legislativo, que vem ganhando tudo de 1 x 0 nos últimos dez anos. As pesquisas dizem que a população sonha com esse desmantelo.

Sonho adiado
O senador reeleito Márcio Bittar (PL) estava certo de que conseguiria, com a eleição de Flávio Bolsonaro (PL) presidente, recuperar a BR-364 entre Rio Branco e Cruzeiro do Sul e ainda liga-la a Pucalpa, no Peru, situada 200 quilômetros depois de Mâncio Lima. Com Lula, nem uma coisa, nem outra.

Reflexão
O açoite é para o cavalo, o freio é para o jumento, e a vara é para as costas dos tolos.

Provérbios 26:3

 

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