Sempre fiz questão, como cidadão, de me posicionar politicamente. Nunca fiquei em cima do muro enquanto exerci uma atividade pública no Acre (Defensor Público), mesmo correndo todos os riscos, por me definir como um liberal-conservador.
Era difícil se posicionar como de direita (liberal conservador) quando comecei minha atividade pública no início do ano 2.000, estando no poder um partido comunista, cujo líder (Lula da Silva), se orgulha de ter criado o “Foro de São Paulo”.
Para os que ainda não sabem, o “Foro de São Paulo”, teve papel fundamental para levar ao poder no Subcontinente (América do Sul), vários políticos comunistas. Graças a Deus essa realidade está mudando. Resta hoje o Brasil governado por um partido com essa ideologia perversa.
E o que é o “Foro de São Paulo”? O Foro de São Paulo é uma organização que reúne dezenas de partidos políticos e movimentos sociais de esquerda (comunista) e centro esquerda, da América Latina e do Caribe. Essa entidade foi criada por Lula e Fidel Castro em 1990.
Mais informações sobre o “Foro de São Paulo”. Essa entidade maléfica, que tem como objetivo propagar o comunismo na região (América do Sul e Caribe), para compensar as perdas que essa ideologia perdeu no Leste Europeu, reúne 127 partidos. Principais participantes: PT (Brasil), Partido Comunista de Cuba e Partido Socialista da Venezuela (PSUV).
Os jovens precisam conhecer o que é o “Foro de São Paulo”. Para os que querem se iniciar em leituras sobre a referida entidade (Foro de São Paulo), recomendo o livro “Foro de São Paulo e a Pátria Grande”, do jornalista Paulo Henrique Araújo.
Paulo Henrique Araújo, cujos comentários sobre política assisto diariamente, aparece como uma raridade das raridades. É um jornalista investigativo, competente e corajoso. Sem se falar que é um homem de ideias, pensamento profundo e preciso. É um combatente na guerra pela liberdade.
Ainda sobre o perfil biográfico do autor do livro citado. É uma figura proeminente no debate político. Seu trabalho como jornalista, analista político, e editor e escritor reflete sua dedicação ao estudo da história e geopolítica na região.
Quem primeiro falou sobre essa organização maléfica (Foro de São Paulo), foi o saudoso professor Olavo de Carvalho. Foi um dos principais responsáveis em popularizar às discussões sobre a referida entidade de esquerda, quando a imprensa a escondia. Chegava a negar sua existência.
Dizia Olavo de Carvalho que a organização ia muito além de uma simples reunião de partidos de esquerda. Trata-se – dizia Olavo de Carvalho – de uma articulação continental, que inclui alianças com grupos de narcotraficantes e organizações criminosas, com o objetivo de implantar uma hegemonia socialista na América Latina.
Ao me tornar um discípulo do professor Olavo de Carvalho, e sobretudo depois de ter lido e relido sua obra “O Mínimo que você precisa saber para não ser um idiota”, se já tinha uma posição contrária ao comunismo, entendendo-a como uma ideologia perversa, tornei-me um militante contra essa organização denominada “Foro de São Paulo”, que destruiu um país, antes democrático e desenvolvido, como era a Venezuela antes do chavismo.
Agora dou início ao que me propus. Declarar os motivos das minhas preferências pelos candidatos – e fazer minha declaração de voto – aos cargos eletivos do Estado do Acre. Nesse artigo quero fazer, em primeiro lugar, minha declaração de voto ao candidato ao cargo de deputado estadual.
Conheci o deputado estadual Afonso Fernandes nas eleições de 2022. Pediu-me apoio e eu dei. Uma vez eleito, tive oportunidade de dar algumas sugestões. Uma das sugestões de ação parlamentar foi a criação da Comissão de Relações Internacionais e Integração Latino-Americana.
Uma vez criada a comissão, vejo que Afonso Fernandes, na referida comissão, tem tido importante papel no sentido de propor a integração do Acre com os países da Comunidade Andina. O Peru tem um importante porto (Chancay), por onde nossos produtos podem chegar aos portos do Oriente. A integração que Afonso Fernandes vem fazendo com o Parlamento do país vizinho é fundamental para o nosso desenvolvimento.
Eu acredito – tenho certeza que Afonso acredita também – que para o Brasil, como dizia Franco Montoro, é integração ou atraso. Mas, na sua ação parlamentar Afonso Fernandes não tem se preocupado apenas com a integração internacional do Acre com os países vizinhos. É motivo de sua ação parlamentar a integração interna do Acre com o Brasil.
Tem proposto um voo direto de Recife para o Peru, passando pela capital acreana. Atrairia investidores do Nordeste para o Acre, especialmente do Polo de fruticultura da cidade de Petrolina. Nesse sentido têm sido feitas articulações.
Ainda no âmbito da integração interna, Afonso Fernandes tem se empenhado para que o modelo de regularização fundiária de Pernambuco, intitulado “Moradia Legal”, seja adotado, com as devidas correções, aqui no Estado do Acre. Afonso Fernandes chegou a fazer um treinamento no próprio Tribunal de Justiça de Pernambuco, no escopo de conhecer melhor o programa acima referido, premiado pelo Conselho Nacional de Justiça.
Também por sugestão minha, Afonso Fernandes fez indicação à Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Estado do Acre, no sentido de que a Defensoria Pública do Estado do Acre criasse um núcleo de regularização fundiária urbana. Recentemente conversei com dirigentes do órgão que me confirmaram que já foi criado o núcleo da Defensoria Pública e que já se encontra pleno funcionando.
Afonso Fernandes é ainda autor de requerimento indicando ao Tribunal de Justiça do Estado do Acre a criação de uma Vara Especializada em conflitos fundiários. Conversando com desembargadores do Tribunal de Justiça do Acre, pude me dar conta de que a proposta do parlamentar é bem aceita e que pode se tornar uma realidade.
Como presidente do Parlamento Amazônico (Parlamaz), Afonso Fernandes, em “live” feita com o presidente do Instituto Brasileiro de Regularização Fundiária – IBRF, Dr. Enrico Madia, disse que é sua pretensão, ainda no ano em curso, fazer um congresso nacional de regularização fundiária, em um dos Estados da Amazônia Legal, para traçar as estratégias de desenvolvimento regional, mormente adotando a regularização fundiária como alavanca para tal desenvolvimento.
Ainda na referida “live”, Afonso Fernandes disse que cogita de propor às Defensoria Públicas de todos os 9 Estados da Amazônia Legal, a criação de um núcleo de regularização fundiária.
Como admirador do economista peruano Hernando de Soto, autor do livro “O Mistério do Capital”, Afonso Fernandes acredita que os pobres têm capital que poderia sim alavancar o progresso regional. O que falta é trazer o capital morto dos pobres para os sistema legal. E isso pode ser feito com o programa de regularização fundiária que advoga.
Por essa brilhante atuação parlamentar de Afonso Fernandes no parlamento acreano, que vem apontando um caminho de desenvolvimento para o Acre, assim como o fez o saudoso governador Francisco Wanderley Dantas, é que declaro meu voto a Afonso Fernandes para que permaneça na Assembleia Legislativa do Estado por mais quatro anos.












