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Acre tem o sexto maior potencial de mercado do país e lidera indicador na Região Norte

O Acre aparece na sexta posição entre as 27 unidades da Federação no indicador de Potencial de Mercado do Ranking de Competitividade dos Estados de 2026. O resultado coloca o estado à frente de 21 unidades da Federação e na liderança da Região Norte, segundo levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP).
A posição chama atenção porque contrasta com o desempenho geral do Acre no próprio Ranking de Competitividade. Na classificação global de 2026, que reúne diferentes pilares da administração pública e da economia, o estado ocupa a 26ª colocação nacional. No indicador específico de Potencial de Mercado, porém, sobe 20 posições e entra no grupo dos seis melhores resultados do país.
Santa Catarina lidera o ranking nacional de Potencial de Mercado, seguida por Roraima, Piauí, Paraíba e São Paulo. O Acre aparece imediatamente depois, em sexto lugar.
Na Região Norte, o desempenho acreano é o melhor. Roraima, embora seja segundo colocado nacional, aparece em posição regional indicada separadamente pelo levantamento; na classificação apresentada pelo CLP, o Acre figura com destaque entre os estados nortistas. Amazonas ocupa a 15ª posição nacional, Amapá a 18ª, Tocantins a 21ª, Pará a 23ª e Rondônia a 27ª.

O resultado também coloca o Acre à frente de algumas das maiores economias brasileiras. São Paulo aparece em quinto lugar, Paraná em sétimo, Minas Gerais em 13º e Rio de Janeiro em 14º. Mato Grosso, uma das principais potências do agronegócio nacional, ocupa somente a 22ª posição.
Na outra ponta, Rondônia apresenta o pior resultado do país, na 27ª colocação. Distrito Federal aparece em 26º, Mato Grosso do Sul em 25º, Rio Grande do Sul em 24º e Pará em 23º.
O CLP explica que os números apresentados no mapa correspondem à “posição nacional” dos estados. Já a coluna ao lado de cada unidade da Federação mostra sua colocação dentro da respectiva região.
O Potencial de Mercado é um dos pilares utilizados pelo Ranking de Competitividade dos Estados para avaliar as condições econômicas das unidades da Federação. O indicador procura captar aspectos relacionados ao tamanho e ao dinamismo dos mercados estaduais, permitindo comparar a capacidade relativa de expansão econômica e de geração de oportunidades.
No caso acreano, o sexto lugar revela um contraste expressivo: embora o estado permaneça nas últimas posições do ranking geral de competitividade, apresenta um de seus melhores desempenhos justamente no indicador associado ao potencial de expansão do mercado.
Fonte: Ranking de Competitividade dos Estados 2026, Centro de Liderança Pública (CLP).











