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Defensoria Pública do Acre decreta luto de três dias pela morte do defensor Cássio de Holanda Tavares

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A Defensoria Pública do Estado do Acre (DPE/AC) decretou luto oficial de três dias pela morte do defensor público Cássio de Holanda Tavares, de 49 anos, ocorrida nesta quinta-feira (27), em Rio Branco.
Durante o período de luto, a instituição funcionará em regime de plantão, com a manutenção dos serviços considerados essenciais. O atendimento normal será retomado na próxima segunda-feira (31).
Natural de Rio Branco, Cássio ingressou na Defensoria Pública em 2005 e dedicou mais de duas décadas à defesa dos direitos e à assistência jurídica da população acreana. Ao longo da carreira, teve atuação de destaque na área criminal, onde exerceu a função de coordenador por diversos anos.
Segundo a Defensoria, Cássio era reconhecido pelo compromisso com a instituição e pela dedicação à defesa de pessoas em situação de vulnerabilidade. Além da trajetória profissional, colegas destacam a gentileza, educação e o tratamento respeitoso e atencioso com todos que conviviam com ele.
A defensora pública-geral, Juliana Marques, lamentou profundamente a morte do colega e ressaltou o legado deixado por Cássio.
“Recebemos com profunda tristeza a notícia do falecimento do nosso querido colega Cássio. É uma perda que nos toca profundamente, não apenas pela sua trajetória de mais de duas décadas na Defensoria Pública, mas, sobretudo, pela pessoa que ele é. Estará sempre presente na memória da instituição e em nossos corações”, declarou.
Velório
O corpo do defensor público será velado na primeira sala da Capela São João Batista, em Rio Branco. O velório está previsto para começar à 0h30 desta sexta-feira (28).
As informações sobre o sepultamento ainda serão definidas pela família e devem ser divulgadas posteriormente.
Em nota, a Defensoria Pública do Acre manifestou condolências aos familiares, amigos e colegas de Cássio de Holanda Tavares e destacou que a contribuição dele para a instituição e para a sociedade acreana permanecerá registrada na história da Defensoria.

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