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Grupo leva sopa quente, cobertor e esperança para pessoas em situação de rua em Rio Branco nesta segunda, 28

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A noite desta segunda-feira, 28 de junho, foi a mais gelada do ano no Acre até o momento. Segundo a meteorologia, tivemos temperatura de 14° com sensação térmica de 9°. É uma temperatura avassaladora para um Estado onde as pessoas estão acostumadas com 30º. E para quem não tem uma boa cama e coberta quentinha, isso é um terror. Foi exatamente para amenizar a dor causada pelo frio de pessoas vulneráveis que um grupo de amigos criou dois projetos sociais há sete anos, o Grupo Social Pela Vida e o União Solidária Acre.

Eles aparecem na hora certa para quem não tem como enfrentar o frio, logo depois que o Sol se põe. Além de famílias vulneráveis financeiramente na periferia de Rio Branco, outro alvo predileto desses grupos são pessoas em situação de rua. Na capital do Acre, estima-se que existam mais de 100 pessoas dormindo sob marquises e pontes. Maioria, segundo dados sociais, subjugadas por drogas, que vão de bebidas alcoólicas até as sintéticas e as naturais, cujo barato momentâneo que oferecem sempre custam muito caro logo em seguida. Algumas tiveram oportunidades, mas acabaram voltando para as ruas, perdendo parcialmente a guerra para o vício.

Para alcançar essas pessoas, os grupos sociais aparecem na noite como anjos. Nesta segunda gelada, por exemplo, o “time” desembarcou nos locais de maior concentração, entre eles o centro da capital do Acre, com cobertores e sopa quente.

Um dos líderes desse pequeno exército de gente solidária é o pastor Anderson Lima de Andrade Brito. Aos 35 anos, ele dedicou praticamente a última década de sua vida para as ações sociais. Inclusive parou de dirigir igrejas para cuidar deste que é considerado outro importante ministério, o de socorrer quem está nas ruas sendo vencido pelo vício ou até mesmo por alguma mortal decepção ou desilusão da vida. O pastor não gosta de fazer “propaganda” do que faz, mas atendeu a um pedido especial da reportagem do AcreNews. Além de informações, permitiu a publicação das fotos do trabalho realizado nesta segunda à noite, quando 87 pessoas dormiram de barriga cheia e aquecidas por alguma coberta.

Caso alguém tenha interesse em ajudar esses dois grupos diante do desafio que é, um trabalho de “anjo da esperança” que eles fazem nas ruas da capital do Acre, a sugestão é contatar o pastor Anderson, por meio do celular (68) 99942-8060. Toda atitude nesse sentido, segundo ele, é regida pela espontaneidade. Nada é forçado.

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Para frear praga, Ministério coloca o Acre em quarentena e proíbe transporte de frutos e plantas

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

O território do Acre foi posto em quarentena pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para a praga Moniliophthora roreri (Monilíase do Cacaueiro), detectada pela primeira vez no Brasil em área urbana do município de Cruzeiro do Sul (AC). A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (5), por meio da Portaria nº 372/2021 assinada pelo Secretário, José Leal.

Fica então proibido, com a medida, o trânsito de materiais vegetais (frutos, plantas) hospedeiros da praga (espécies do gênero Theobroma e Herrania) provenientes de todo o estado para as demais unidades da federação.  Apesar do alarde, não há riscos de danos à saúde humana.

A monilíase é uma doença devastadora que afeta, principalmente, plantas do gênero Theobroma, como o cacau (Theobroma cacao L.) e o cupuaçu (Theobroma grandiflorum), causando perdas na produção e uma elevação nos custos devido à necessidade de medidas adicionais de manejo e aplicação de fungicidas para o controle da praga. No caso em questão, a doença foi encontrada em uma plantação urbana em Cruzeiro do Sul.

O Mapa alerta que “devido ao seu potencial de danos às culturas que atinge é de fundamental importância a notificação imediata de quaisquer suspeitas de ocorrência da praga nas demais regiões do país às autoridades fitossanitárias locais”.

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Mais de mil empregos são gerados com a execução de obras patrocinadas pelo Governo do Acre

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Agência AC

O governo do Acre tem investido em obras de infraestrutura em todo o estado e, em consequência, proporcionado o aumento de emprego e renda na área da construção civil. Somente pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Desenvolvimento (Seinfra), cerca de 1.050 empregos diretos e indiretos foram criados em todos os municípios.

De acordo com o gestor da Seinfra, Cirleudo Alencar, as oportunidades de emprego na área da construção continuarão aumentando, visto que o governo tem uma extensa programação para a execução de novas obras. “A previsão das construções em todo o Acre também é movida pelo Programa de Estímulo à Construção Civil para Geração de Emprego e Renda, que prevê a criação de mais três mil empregos diretos”, destaca.

Estão em andamento as obras do Instituto de Meio Ambiente (Imac), em Rio Branco; a construção de poços artesianos em Tarauacá; a reforma do Hospital Abel Pinheiro, em Mâncio Lima; e a construção e reforma dos hospitais de Brasileia e de Manoel Urbano, entre outras. E as obras previstas são de reforma no Polo Naval, Parque Industrial, Colônia de Pescadores e a Avenida Mâncio Lima, em Cruzeiro do Sul, entre outras que ainda entrarão em processo de licitação.

O Ministério do Trabalho divulgou dados referente ao mês de junho do Cadastro-Geral de Empregados e Desempregados (Caged), e, conforme a publicação, o emprego no Acre continua em crescimento, tendo ofertado 967 novas vagas com carteira assinada.

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Gladson decreta ponto facultativo nesta sexta-feira, 6 agosto, Dia da Revolução Acreana

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Agência AC

Em comemoração aos 119 anos da Revolução Acreana, celebrado nesta sexta, 6, o governo do Estado do Acre decreta ponto facultativo, por meio do decreto nº 7.613, de 31 de dezembro de 2020, que dispõe sobre feriados e pontos facultativos no calendário anual de 2021.

Nas unidades de Saúde do Estado, incluindo os serviços de atendimento médico especializado, serviços de apoio diagnóstico, de internação, centros cirúrgicos, UTIs e central de agendamento de cirurgias, os atendimentos não sofrerão alteração. Ficam os secretários de Estado e as demais autoridades administrativas públicas autorizados a convocar seus servidores por necessidade do serviço, dispensando da respectiva compensação os servidores que cumprirem horário nesse período.

As agências bancárias irão funcionar normalmente nessa sexta-feira.

Acre festeja 119 anos do início da Revolução Acreana

Motivo de orgulho e festa para os acreanos, o dia 6 de agosto marca o início da Revolução Acreana. Foi nesse dia, no ano de 1902, que o gaúcho Plácido de Castro começou a terceira tentativa de tornar o Acre um território independente. Estrategicamente, a data foi escolhida por ele, pois foi o mesmo dia em que a Bolívia comemora sua libertação do domínio espanhol.

Em comemoração aos 119 anos da Revolução Acreana, celebrado nesse dia 6 de agosto, o governo do Estado do Acre decreta ponto facultativo (Foto de arquivo histórico)

Plácido de Castro já havia lutado na Revolução Federalista, no Rio Grande do Sul, e estava no Acre como agrimensor. Quando iniciou sua luta pelo estado acreano, o gaúcho de 26 anos fez história com a seguinte frase: “Não é festa, é revolução!”.

O palco do começo da revolução foi o bairro Seis de Agosto, em Rio Branco, que também comemora seus 117 anos.

Apesar de a Revolução Acreana ser comemorada no dia 6 de agosto, a luta pelo território acreano e para torná-lo independente da Bolívia começou muito antes. A ocupação por brasileiros em terras acreanas, antes pertencentes à Bolívia, iniciou-se em meados de 1880. Logo, a quantidade de pessoas vindas de vários lugares do país alertou o governo boliviano.

O palco do começo da revolução foi o bairro 6 de agosto que também comemora seus 117 anos de criação em Rio Branco (Foto de arquivo histórico)

A Revolução Acreana começou de fato quando a Bolívia, no ano de 1899, estabeleceu-se no Acre e passou a cobrar impostos da borracha. A partir daí, começou a revolta brasileira.

Os combates duraram seis meses e terminaram em janeiro de 1903, com a assinatura do Tratado de Petrópolis, por meio do qual o Acre passou a ser reconhecido como parte do Brasil.

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