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POLÍCIA

Câmara Criminal nega absolvição a grupo condenado por latrocínio

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A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre decidiu, à unanimidade, não dar provimento ao pedido de absolvição apresentado por um grupo condenado por latrocínio. O indeferimento da Apelação foi publicado na edição n° 6.831 do Diário da Justiça Eletrônico (pág. 8), da última sexta-feira, dia 14.

Desta forma, os quatros réus devem cumprir a pena imposta na sentença: 46 anos, cinco meses e 15 dias de reclusão, mais pagamento de 120 dias-multa; o segundo deve cumprir 55 anos de reclusão e pagar 180 dias-multa; o terceiro, 60 anos e oito meses, mais 120 dias-multa; e o último, 60 anos e oito meses de reclusão, 160 dias-multa. Todos puderam recorrer em liberdade, mas agora devem iniciar o cumprimento da sanção em regime inicial fechado.

Os réus foram presos em flagrante em maio de 2019. Eles estavam fardados de policiais e arrombaram cinco casas na Estrada Transacreana, zona rural de Rio Branco. Para efetuar os assaltos, utilizaram-se de armas de fogo, agrediram e amarraram as vítimas, por fim, uma foi alvejada quando tentou fugir com o objetivo de buscar socorro.

O desembargador Élcio Mendes disse ser inadmissível a tese de absolvição, pois a materialidade e autoria dos delitos estão comprovadas nos depoimentos das vítimas e testemunhas.

Também foi negado o pedido de diminuição da pena. A defesa apontou que não foi feito Exame de Corpo de Delito em todas vítimas, logo não é possível constatar a violência sofrida. Portanto, deveria ser excluída a majorante, desclassificando o crime patrimonial para a sua modalidade simples.

Em seu voto, o relator esclareceu que o laudo pericial é prescindível para comprovação de qualificadora prevista no artigo 157, § 2º-A, inciso I (violência exercida com emprego de arma de fogo), do Código Penal.

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POLÍCIA

Tragédia: enfermeira morre após cair de escada de tirolesa em parque na Transacreana

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A enfermeira Yasmili de Paiva Araújo, de 23 anos, morreu após cair da escada de uma tirolesa. O acidente aconteceu no fim da tarde deste sábado, 2, em parque aquático localizado na Estrada Transacreana.

De acordo com testemunhas, Yasmili teria escorregado e caiu de uma altura de aproximadamente 20 metros. Uma equipe do Corpo de Bombeiros que estava no local prestou o primeiro atendimento jovem. Ela chegou a ser socorrida, mas sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. O corpo da vítima foi levado na ambulância do Corpo de Bombeiros para o Instituto Médico Legal.

De acordo com o médico Guilherme Nakamura, a enfermeira teve um trauma na cabeça e logo em seguida sofreu a parada cardiorrespiratória. A Polícia Civil deve instaurar um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente. A vítima morava em Senador Guiomard.

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Investigadores da DHPP prendem o quarto envolvido na execução de idoso em Rio Branco

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Wandason Silva Cunha, que estava foragido há quase um ano, foi preso por agentes da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil, na região da Cidade Nova. O mandado de prisão preventiva foi expedido pelo Juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar.

Wandason é apontado numa investigação da DHPP como o responsável por levar Saymon Silva de Farias e Pedro de Barros Júnior para executar o idoso Adelino Eufrásio. O crime aconteceu em março do ano passado na Canaã, região do 2º Distrito da Cidade.

Dos quatro envolvidos no crime, Wandason Silva era o único que não tinha sido preso. Em 24 de junho, Francisco Osório, o mandante do crime, Pedro de Barros Júnior e Samyon Silva de Farias foram condenados pelo Conselho de Sentença da 2ª Vara do Tribunal do Júri.

Francisco Osório e Pedro de Barros foram condenados a 25 anos de prisão e Saymon Silva, que confessou a autoria, recebeu uma pena de 7 anos de prisão. Wandason, que teve o processo desmembrado, também deve ser levado a júri popular.

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POLÍCIA

Acusado de matar ex-namorada com tiro na cabeça é preso por policiais da DHPP em Rio Branco

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Em apenas 18 dias, policiais da Delegacia de Homicídios elucidaram o assassinato de Ingrid da Silva, de 19 anos. O autor do crime, o ex-namorada da vítima, Daniel Silva Barros, foi preso durante uma ação dos agentes da DHPP realizada na região do 2º Distrito de Rio Branco.

O acusado foi encontrado pelos investigadores próximo ao local do crime e não ofereceu resistência no momento da abordagem. Os investigadores da Homicídios cercaram toda a área.

Ingrid da Silva foi executada com um tiro na cabeça no dia 12 de junho. O crime aconteceu na Rua Padre José, no Triângulo Novo, região do 2ª Distrito da Cidade. A vítima, segundo a polícia, teria ido deixar a filha na casa do pai, mas, ao retornar, teve o caminho interrompido por Daniel e acabou assassinada. Ingrid foi atingida com um tiro na cabeça e não resistiu ao ferimento.

O delegado Marcus Cabral, responsável pelo inquérito do caso, destacou o trabalho dos investigadores da DHPP para elucidar o crime. “Foi trabalho de investigação que teve início ainda no dia do crime com a EPE (Equipe de Pronto Emprego) e a partir das informações identificados e representamos pela prisão do acusado do crime. O caso está finalizado”, disse Cabral.

Daniel Barros foi indiciado por homicídio qualificado, com o agravante de feminicídio.

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