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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | ‘O que não iremos é ser empecilho’, diz Jéssica Sales sobre reunião entre pretendentes ao Senado

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A deputada federal Jéssica Sales (MDB), uma das que puxou a reunião entre ela, a senadora Mailza Gomes (Progressistas) e o deputado federal Alan Rick (DEM), para uma tratativa cavalheira sobre como será definido o candidato a Senador do governador Gladson Cameli (Progressistas), acredita que o resultado do encontro será coisa boa. “O que não iremos é ser empecilhos”, afirmou, em relação a reeleição de Cameli.

Melhor na pesquisa

Jéssica Sales informou a coluna, ainda, que durante encontro entre os três “ficou claro que, o melhor na pesquisa será uma opção para o governador”. E que aceita que o “Deus escolher” para ela.

Aprendendo ainda

Na verdade, essa ambição saudável por uma cadeira no Senado entre os aliados do governador Gladson Cameli pode se transformar, a partir de um acordão, numa grande força para a reeleição dele e o fortalecimento de um grupo ainda inexperiente no poder. Basta lembrar que todos estavam há 20 anos assistindo o PT governar, com seu estilo interno antidemocrático, onde as coisas eram resolvidas no grito e a nanicada da aba do chapéu dos Viana se calava.

A indignação que precisa viralizar

O polícia penal Adriano Marques, que também é sindicalista e bacharel em Direito, expôs sua indignação em relação a frouxidão da lei penal. Disse ele:

“Chegamos ao ponto em que vemos nas ruas policiais fazendo manifestações públicas pedindo mudança nas leis. Ocorre o seguinte: antes, as polícias prendiam as pessoas e elas permaneciam presas. Hoje, o indivíduo comete um crime, vai preso e o delegado ou juiz é obrigado a liberar o suposto criminoso, porque assim a lei determina. Está aí a origem da sensação de impunidade. Temos altos índices de crimes com envolvimento de menores de idade. Eles são apreendidos, levados para a delegacia e ainda saem rindo da polícia. O que antes eles tinham coragem de dizer somente ao policial na rua, passaram a dizer ao delegado e agora já falam até para os juízes e promotores”.

Baluarte da imprensa

Zezinho Moraes é um desses baluartes da imprensa no interior do Acre. Ele trabalha no Alto Acre com suas emissoras de rádio as quais sempre colocou à disposição da então oposição a esquerda na época dos governos petistas. Ele me disse que esse posicionamento é puramente ideológico. “Sempre fui anti-esquerda”, garante.

Do conservador Valdir Perazzo

“Conversei com o jovem empresário do agronegócio Rodrigo Pires, que vem exercendo importante liderança como liberal conservador na sociedade acreana.

Rodrigo Pires se surpreende pelo fato do Estado do Acre não ter um único veículo de comunicação em que os conservadores se sintam representados.

Concordei com ele!

Já está na hora do Estado do Acre – com imensa vocação para o Agronegócio – aí se exercite uma contraditória no debate político, criando-se e viabilizando-se pluralidade de ideias políticas.

Impõe-se a necessidade de um veículo de comunicação que dê voz aos conservadores”.

Nota da coluna

A não ser que Valdir Perazzo e Rodrigo Pires tenham intenção de ver uma imprensa radical. Se não, bem-vindos ao Acrenews, cujo espaço aos conservadores não é aberto, é escancarado. As atitudes editoriais revelam quem somos.

PSL e DEM, Marcia e Alan

Perguntei ao Pedro Valério, presidente do PSL, o seguinte: Na fusão de PSL com DEM, como ficará isso no Acre, uma vez que o PSL tende a apoiar a candidatura da Márcia Bittar ao Senado, e o DEM tem o Alan Rick, que também pleiteia o Senado? Ele, na lata: “Deixa acontecer a fusão que a gente resolve. Agora estou trabalhando na formação da chapa”.

Novo Sanderson Moura

Como mudou muito seu estilo em 15 anos, deixando para trás seu estereótipo de sindicalista bravo, quando disputou o Sinteac, quando era do DCE na Ufac, se tornando em um apologeta de grandes oradores, como Cícero, reeditando por aqui a escola ateniense, e seguindo Osho, o advogado Sanderson Moura tem garantido que vai disputar o Senado. Só não se sabe se vai conseguir sob esse novo formato, bem mais zem. Quando era das ruas chegou a ser convidado para se submeter às urnas. Bora vê.

Chamando pra porrada

Quem anda pelas ruas de Rio Branco pedindo votos para Senador é o investigador mais famoso do Acre, o bacharel em Direito Leandro Costa. Brabinho, ele anda chamando Jorge Viana para um duelo. “Vou dar uma surra de votos nesse menino da floresta”, promete o abelhudo.

Os contras

Só a esquerda mais radical é contra a fala do senador Márcio Bittar (MDB) em reação aos artistas que ficam em luxuosos apartamentos em Copacabana dando pitaco sobre o que deve ou não ser feito aqui no Acre, em relação ao meio ambiente. Tô com Márcio. Assim como a esquerda local, esses agourentos não se importam com a melhoria de vida do homem do campo e o da cidade também, repetindo essa retórica falida.

Ainda sem rumo

As principais lideranças evangélicas do Acre ainda não definiram, de uma vez por todas, como vão se comportar nas eleições de 2022. Só decidiram que com a esquerda não caminham.

Seguidores empolgados

Se o próprio deputado Jenilson Leite (PSB) tem consciência de quão difícil seria uma eleição dele para governador, o mesmo não pode se dizer de seguidores seus nas redes sociais. É só alguém abrir uma pesquisa no Facebook que ele vence em todas contra Gladson, Petecão e até Jorge Viana.

A realidade é outra

Quando chega a campanha, hora de a onça beber água, aí é para quem tem topete, por exemplo, encarar uma candidatura a reeleição como a do Gladson, cuja gestão é aprovada pela população.

Bolsonaro

Um dono de instituto de pesquisa do Acre me disse essa semana que tantas pesquisas faça aqui no Acre, só dá Bolsonaro presidente. E me explicou: “É porque aqui não tem grandes interesses contra Bolsonaro, como tem lá no ‘Brasil’. Mas, na real, as pesquisas lá são iguais a daqui. Bolsonaro vai se reeleger folgado”.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | PT faz esforço hercúleo para o povo esquecer do caos que deixaram o país e dos esquemas de corrupção

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É possível enxergar de longe o esforço que o PT do Acre e o nacional vem fazendo para mascarar seu passado. Qualquer coisa tem servido para distrair o eleitor, afim de que ninguém relembre como eles deixaram o Brasil e o Acre. Agredir o Bolsonaro tem sido uma boa perdida. Pior: tem muita gente caindo no golpe. No Brasil, Ciro Gomes (PDT) é quem de vez em quando derrama água no chope deles. No Acre o senador Márcio Bittar (sem partido) se encarrega de lembrar de vez em quando no que isso aqui resultou vitimado pela tal florestania.

No Alto Acre

Jéssica Sales, que aparece bem nas pesquisas na região do Jurua, virou sua mira para o Alto Acre. Nos últimos 40 dias praticamente morou entre Capixaba e Assis Brasil.

Deputada cirurgiada

A deputada federal Jéssica Sales (MDB) vai passar alguns dias fora de combate. Ela se submeteu, anteontem, a uma cirurgia delicada no tornozelo, quebrado em uma queda de skate, justo a parte do corpo que ela mais usa em suas andanças pelas irregulares subidas e descidas das barrancas dos rios pelo Acre. Valente, ela disse a coluna que logo estará pra cima e pra baixo de novo nesse Estado.

Sujou a água

Deu uma toldada medonha aqui no Acre essa informação segundo a qual o presidente Bolsonaro se filia no PL. É que o ex-partido de Antônia Lúcia agora é da Mara Rocha, que vai disputar o Governo.

Legado do Paulo Franco

Paulo Franco, humorista que morreu ontem em Minas Gerais, tem uma história na política do Acre, onde morou perto de duas décadas. Além de ter sido candidato a vereador, lançou nomes como os de Roberto Carlos do Palheiral e animou muitos comícios cantando paródias por meio das quais criticava adversários de seus candidatos.

Aceno normal

É natural o deputado José Bestene acenar para a reeleição da senadora Mailza Gomes. Eles se completaram nas eleições de 2020 e elegeram, inclusive, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom.

Eleição difícil

Quem conhece minimamente a política do Acre sabe que as eleições de 2022 vai ser difícil para quem quer ser deputado estadual. Será preciso fazer tudo certo, a começar pela escolha do partido, para poder sonhar com a cadeira, mesmo tendo dinheiro. Já para federal, é unânime, será bem mais fácil.

Pacto no Alto Acre

Adversários históricos do Alto Acre vão se abraçar nas eleições de 2022 por uma causa que consideram nobre: puxar uma campanha para que moradores daquela região não votem em candidatos de fora. “Pode até não votar em mim, mas tem os colegas daqui pra votar”, me disse um desses prováveis candidatos.

De cair o queixo

O vice escolhido pelo governador Gladson Cameli para formar chapa com ele em 2022 poderá derrubar um monte de queixo. Só garanto uma coisa: será um belo nome.

“Padeiro” mudou

Vereadores do Bujari começam a se queixar da gestão do prefeito João “Padeiro” (PDT). Ele não é mais o mesmo, dizem. Alguns ramais estão péssimos e o inverno nem começou.

Não muda

Pode chover canivetes no Acre, mas uma coisa não muda em relação a eleição de 2022: o fato de a Márcia Bittar ser a candidata do presidente Bolsonaro. Para o partido que ele for, ela será a senadora dele.

Outras perdas

Não é apenas o vice-prefeito de Cruzeiro do Sul, Henrique Afonso, que o PSD vai perder. No zap aqui chegou pelo menos mais dois vereadores do interior. Henrique deverá disputar para deputado federal pelo Progressistas e com apoio do deputado Nicolau Júnior, uma das maiores lideranças da região.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Pretendentes ao Senado terão até dezembro para se entenderem e vice ‘quem vai escolher sou eu’, diz Gladson em Brasília a caminho do gabinete de Petecão

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) está tentando não falar sobre reeleição, mas a gente instiga, instiga e ele acaba cedendo alguma coisinha. Em Brasília, na manhã desta terça-feira, 19, ele procurou conversar amenidades com a coluna, fugindo do assunto. Disse, inclusive, que está se preparando para ir ao gabinete do senador Sérgio Petecão (PSD) pedir dinheiro para o Estado. “Mandei procurar ele, mas decidi que eu mesmo vou lá”, informou, para dizer que nesse momento está super focado em cuidar das pessoas, das obras que vem tocando, sem preocupação com as eleições de 2022, mas insisti sobre a escolha do candidato a Senador, até ele revelar que deu até dezembro para eles se resolverem. E informou mais o seguinte: “Deixo claro que não convidei ninguém para ser candidato, não prometi apoio, para depois não quererem jogar esse fardo nas minhas costas”. Em relação a seu futuro vice, mais direto não poderia ser: “Essa é uma escolha minha. Estou observando todos ao meu redor e na hora certa vou escolher a pessoa certa”, disse.

Notícia boa

Até dezembro o governador Gladson Cameli promete dar uma notícia que poderá ser um xeque mate político, mas não abre sobre o que seria, por enquanto. Na hora certa, garante, vai anunciar.

Sem reclamar

Gladson Cameli não reclama dos parlamentares que decidiram tirar emendas do Estado para repassar a prefeituras. Ele acha que o benefício chegará da mesma forma em quem ele quer que chegue, no povão. Ao invés dissoa está correndo atrás da bancada humildemente.

Clima favorável

Começam a acontecer debates positivos em relação ao prefeito Tião Bocalom (Progressistas) pela iniciativa de baixar o preço da passagem de ônibus, mesmo que para isso tenha se utilizado dos cofres da prefeitura. Quem usa ônibus garante que vai dar uma boa diferença no frigir dos ovos.

Não depende do PT

Para bom entendedor, o deputado estadual Jenilson Leite (PSB) não está andando o Estado para cima e para baixo visando a disputa pelo Governo para depois abrir em favor de uma outra candidatura, que seja do PT, partido que era protagonista da Frente Popular. Ele parece decidido ir até o final.

Chapa espetacular

Tive acesso ontem a alguns nomes da chapa de federal do PSL/DEM, que vai ser o União Brasil. Vai ser uma das mais competitivas. Para estadual, alguns nomes inclusive vão ser mandados para outros partidos do mesmo grupo, de tantos bons que estão se juntando.

Entrosamento

Outra boa notícia em relação ao União Brasil é o bom entendimento que está tendo entre os grupos do senador Márcio Bittar e do deputado federal Alan Rick.

Sem atrito

Ex-prefeito de Epitaciolândia, André Hassem, atual diretor do Imac, não vai disputar a eleição, como era previsto. “Sou Gladson e Vanda Milani”, disse a coluna. Com isso ele evita um atrito com os primos Fernanda Hassem (PT), prefeita de Brasileia, e Tadeu Licurgo, que deverá disputar as eleições para estadual com apoio da irmã.

Conversa que agrada

Quer esticar a conversa com o governador Gladson Cameli, fala com ele sobre as obras em andamento e as que vem por aí. Menino, os olhos dele brilham.

Fechados

Mais de metade dos vereadores de Rio Branco estão comprometidos com uma candidatura ao Senado. É bom lembrar que na Câmara não tem nenhum bobo.

Mudou de ideia

“Eu nem ia disputar mais a presidência, mas mudei de ideia, só pela ousadia de quererem envolver política nisso aqui”. A frase teria sido dita pelo presidente da Federação de Futebol, Antônio Aquino Lopes, ao ser informado que um grupo político estaria interessado na entidade.

Ameaça em Feijó

Fenômeno nas duas últimas eleições em Feijó, a vereadora Terezinha Moreira (Progressistas) não vai a lugar nenhum enquanto os irmãos Kiefer (prefeito) e Marcos Cavalcante (deputado estadual pelo PTB) estiverem no comando daquela região. Terezinha é uma ameaça que eles precisam descartar.

Petrolão

Bolsonaro só perderia a eleição se aparecesse uma terceira via competitiva. Contra o PT de Lula vai ser um baile, porque o povo não esqueceu o Brasil de 10 anos atrás, do mensalão, petrolão e outros ãos. É só aguardar. E mais: em 2022 quem for do “time” de Bolsonaro ainda vai se dar bem nas urnas. Essa foi a opinião unânime que ouvi ontem no almoço, onde na mesa tinha fazendeiro, parlamentar, pastor e, pasme, até sindicalista.

Reforço

O time dos Bittar tem um reforço acima da média, o do danado dirigente Manoel Roque, ex-presidente do Avante. Ele é altamente articulado.

Última chamada

Outra vez a viúva do ex-vereador Jessé Santiago, Cacilda Barbosa, está sendo chamada para uma disputa política. Ao menos para a suplência do Senado. Ela é só dúvida até agora.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Deputados e senadores boicotam agronegócio no Acre ao retirarem da Sepa R$ 68 milhões em emendas

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Ao menos quatro deputados federais e um senador retiraram suas emendas previamente destinadas a Secretaria de Produção (Sepa) num total de R$ 68 milhões. Apesar de ter um parlamentar da esquerda, os demais todos são “aliados” do atual governo. Por razões óbvias, o secretário Nenê Junqueira não divulga os nomes. Mas a grana daria para fazer o “milagre” do campo no Estado em menos de um ano. “Foram covardes com nossos produtores”, diz Junqueira.

Nome da AD

Jesuíta Arruda, com uma bagagem moral incalculável como ex-secretária de Saúde e membra antiga da igreja Assembleia de Deus Rio Branco, está decidida: disputará as eleições para deputada federal. Está conversando com os partidos e se animou muito com o futuro União Brasil, resultado da fusão entre DEM e PSL. A igreja vai se unir em torno desse projeto, segundo ouvi hoje.

Projeto Cosmetics

As empresas do Grupo J-Cruz, que controla a Hoje Cosmetics, Drogarias Ultra Popular e Farmácia do Consumidor, estão as que mais crescem no Acre. São mais de 30 lojas espalhadas no Estado e o objetivo, segundo o presidente do Grupo, Edson Cruz, é abrir 50 lojas até 2023. Haja empregos diretos e indiretos.

De olho na viúva

Viúva do vereador Jessé Santiago, Cacilda Barbosa, deverá ser convidada para ser suplente de um candidato a Senador. Só resta saber se ela vai aceitar.

Idaf

Aprovados no concurso do Idaf, cerca de 700 pessoas, querem que o governador Gladson Cameli chame pelo menos os cem primeiros. Ele daria uma demonstração imensa de compromisso com a turma aprovada e com o próprio Idaf, segundo membros da comissão.

Blefe à vontade

Dirigentes de partidos pequenos vão blefar até não poder mais sobre a formação de suas chapas. Uma maioria, absoluta maioria, não vai formar chapa nenhuma.

Prosa

Piada que circula nos bastidores: qual prefeito resistiria a cantada de um relator do orçamento da União? Resposta: nenhum.

Agenda fora

“Prefiro estar nessas agendas corridas do que estar dentro do Palácio.”

Do governador Gladson Cameli sobre as constantes agendas pelo interior do Acre.

Insistência

O Senador Sérgio Petecão (PSD) insiste na ideia de que nunca disputou uma eleição tão fácil como a que vem aí. Será que ele anda enxergando bem ainda?

Longe, mas em casa

“Aqui eu estou em casa. Minha família é daqui de perto.”

Do deputado estadual Gehlen Diniz (Progressistas), durante churrasco no Seringal Passagem, alto Rio Iaco, nos fundos de Xapuri.

Só a ala antiga

Conversei com um ex-secretário dos governos petistas e ele admite: uma candidatura de Jorge Viana ao Governo só teria apoio daquela ala antiga da esquerda acreana. Ele avalia que a turma dos cargos comissionados esquece do benefício um dia depois da exoneração.

Chateados

Os Gadelha, família do vereador Célio (MDB), recém-cassado pelo TRE, lança culpa sobre a situação vexatória ao grupo que está no poder. Eles sempre odiariam a esquerda, mas a chateação pode levá-los a apoiar um candidato de lá em 2022.

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