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COLUNAS

ARTIGO O político e a política

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*Francineudo Costa

Ser político, não é ser apenas popular, dar tapinha nas costa, gastar sola de sapato e sair por aí subindo e descendo rio. Ser político é bem mais que isso!

É preciso ter responsabilidade com a coisa pública, buscar dar o melhor de si pelo próximo, se capacitar, e adquirir conhecimento de causa para desenvolver políticas públicas que corrijam desigualdades sociais, e que produzam riquezas para o estado.

Tem gente que já está a décadas e até então não mostraram a que vieram, se valem da popularidade. Tudo bem, não é errado ser popular, porém, não é o atributo mais significativo para atender as necessidades de um estado pobre, e de um povo sedento por políticas públicas.

Dito isto, como cientista social, venho compartilhar essa reflexão, e provocar o senso crítico em cada cidadão Acreano. Não se deixem levar por jargões ou frases de efeito, pois o voto é o instrumento mais importante capaz de nortear os rumos de um estado e da nação.

Não basta botar pra moer, é preciso trabalhar e saber o que fazer.

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ALEX BARROS

Até que a morte os separe…

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Geralmente é essa a recomendação dos clérigos no encerramento da cerimônia matrimonial, mas parece que ultimamente a recomendação não tem sido seguida à risca. Já dizia o poeta Vinícius de Moares, profetizando que o amor não seria para sempre: “que seja eterno enquanto dure”. Logicamente que há casais que vivem décadas juntos, até a morte, de fato, os separar. Porém segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, os divórcios aumentaram 3,2% entre 2017 e 2018, passando de 373.216 para 385.246. Mostrando que a harmonia não está presente em todos os lares, esses números intensificaram-se, ainda mais, durante a quarentena.

E, invariavelmente, os problemas financeiros  estão ligados, intimamente, as causas dos divórcios, pois alguém já disse “quando as dívidas entram pela porta, o amor sai pela janela”.

Com isso torna-se necessário identificar e tratar os fatores que podem levar ao divórcio e posteriormente a um mar de dívidas, uma vez que, temos os Ds do endividamento: Desequilíbrio Financeiro, Desemprego, Doença e Divórcio.

Vamos compartilhar nesse artigo alguns motivos, que temos verificado, durante atendimento a casais, que levam ao endividamento e ao fim do sonho de uma vida a dois.

1) Mentalidade financeira

Na oitava série aprendemos que os opostos se atraem, os elétrons, de carga negativa, são atraídos pelos prótons de carga positiva e é esta atração que ajuda manter o átomo estável. E quando encontramos nossa cara-metade, parece que alcançamos a estabilidade para uma vida toda. Porém não é tão simples assim, cada um de nós carrega em si aprendizados com relação a maneira de lidar com o dinheiro: um é controlado o outro e gastador, um é preocupado o outro tranquilo, um planejador e outro sonhador. Cada um de nós tem diferentes personalidades no que se refere a maneira de lidar com o dinheiro, e isso deve ser trabalhado para que não haja conflitos no relacionamento.

2) Adultério Financeiro

É comum casais em que cada um cuida das suas finanças, a esposa não sabe quanto o marido ganha e ela por sua vez não sabe para onde vai o dinheiro dele. Certa vez em uma reunião de planejamento financeiro com um casal, a esposa disse:

O problema é que não sei para onde vai o dinheiro dele;

– Ele de pronto retrucou: seja bem-vinda, nem eu.

Não estou dizendo que é obrigado abrir uma conta-conjunta, não é isso, mas que deve haver um planejamento mínimo onde fique claro as responsabilidades financeiras de cada um.

3) Falta de diálogo

Esse é sem dúvidas um problema latente nos relacionamentos, e quando se fala de dinheiro ele torna-se ainda mais agudo, pois geralmente as conversas terminam em discussões, arranhões e mágoas. Falar sobre dinheiro e amor ainda é um tabu. Isso denota a falta de planejamento dos casais. Mas para que o casamento dure “até que a morte os separe”, é necessário que se mantenha essa comunicação sem ruídos,  estabeleçam-se metas, prioridades e urgências com relação ao uso do dinheiro, não dá para romantizar uma relação sem diálogo e atolada em dívidas e frustrações.

4) Consumismo

O grande motivo do desequilíbrio no orçamento familiar são as compras por impulso, ou seja, aquelas feitas sem a mínima programação. Lembra aquele dia que você foi com a família, no domingo, almoçar no shopping? Pois é, após o almoço viram algumas “promoções” irresistíveis, caíram na tentação e compraram o que não estava planejado, talvez até, no crediário, pois é, compra por impulso. O processo do consumo inicia-se geralmente no desejo, causado por um desconforto emocional: irritação, stress, angústia, e nosso cérebro para proteger-se necessita de distração e recompensa. Aquele dia que você brigou com o marido, “chateada”, foi as compras, a dopamina, um neurotransmissor liberou uma necessidade de recompensa, você estava com o cartão do maridão no bolso, passou a tarde feliz da vida, mas quando entra no carro cheio de bolsas, veio o remorso e em casa uma briga que poderá render muitas mágoas. 

As compras do casal devem ser planejadas e celebradas.

Não é fácil viver uma vida a dois, em muitos lares os problemas se avolumam e são de todas as ordens, contudo quando se trata das finanças, é preciso que o casal coloque as cartas na mesa, conversem bastante sobre a criação e o entendimento sobre o que significa e o objetivo do dinheiro, agindo com transferência com relação aos gastos de cada um, criando um canal contínuo de comunicação, evitando os ruídos que levam ao desentendimento e por fim, evitem o consumismo, lembrando que “ninguém planeja fracassar, mas se fracassa por não planejar”. 

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EVERCLEY MELO

Inimigo sendo vencido

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Em março do ano passado, fomos pegos de surpresa por um inimigo chamado COVID-19, mais conhecido por coronavírus. Este sem pedir licença, começou a levar consigo a paz e principalmente a relação de alegrias, afetos e mais ainda, os abraços e apertos de mãos entre amigos e os novos conhecidos.

Mas sem medir esforços e em força conjunta, governo e população estão conseguindo vencer mais um obstáculo que já não basta o desemprego, preços abusivos em meio a tantas e tantas outras dificuldades que nosso povo tem sofrido. Embora este inimigo não seja mais um desconhecido, ficará assim como outros que vivem de tempos em tempos rodeando aquém possa trazer lágrimas derramadas e não de alegrias e sim de tristeza.

A política e os protagonistas

Como dizem os grandes estudiosos e cientistas políticos, “a política tem muros baixos “. E pra não deixar o ditado político de fora, temos neste início de semana a já conhecida pauta da CPI da educação que culminou na exoneração de um secretário e, logo posto um nome ao qual não se pode negar para ambos, que se tratam de nomes qualificados. O do ex-secretário, Mauro Sérgio exonerado, e o outro da ex-prefeita de Rio Branco Acre, a professora e doutora, Socorro Neri que assume a maior pasta com o orçamento anual de quase o quádruplo do orçamento que antes tinha a frente do executivo Mirim.

Por outro cenário político em sendo este bastante e caloroso embates em meios aos correios eletrônicos e seus respectivos meios de comunicação, tais estes, as chamadas redes sociais que não deixam o leitor de ser atualizados como a pauta da CPI e suas assinaturas e por elas quem detém o direito de assinalar. Nesta segunda-feira, 11, os nomes aos quais foram retiradas as suas assinaturas foram os dos deputados estaduais, Jonas Lima (PT), e Fagner Calegário (Podemos). Com a retirada, se engaveta a tão sonhada CPI da educação.

Combatendo o desgaste ambiental

Não tem sido fácil para a direção do Imac neste início de ano. Várias denúncias sendo que praticamente rotineiras para coibir os avanços criminosos e o desmatamento ambiental tem sido uma pedra no sapato da direção. Mas por outro lado, o Imac tem um corpo de diretores qualificados para impedir que esse crime organizado não obtenha mais êxito e sim prejuízos.

De acordo com o diretor técnico do Instituto de Meio Ambiente do Acre, Renê Fontes, ” a ação durou 30 dias, sendo 18 destes por dias ininterruptos dentro de ramais com guarnições do batalhão de policiamento ambiental, revezando em horários para vigiar o que fora apreendido de toras de madeiras”. Dentre os trabalhos realizados nesta operação conjunta, tiveram também vários preenchimentos de infrações para algumas pessoas envolvidas. O montante da apreensão na fiscalização foi de 120 toras de madeiras, o que significa cerca de 352m³ de madeiras que estará à disposição com conformidade dos trâmites legais a autarquia.

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EVANDRO CORDEIRO

Sede do Solidariedade é invadida e documentos são furtados

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Imagem: Reprodução

A sede da executiva estadual do partido Solidariedade, em Rio Branco, foi invadida na noite deste domingo. Os “ladrões” fizeram a limpa, principalmente nos documentos da sigla. Exatamente isso é que estranhou o presidente Israel Milani. Que interesse tem um ladrão por documento de partido? É o que tem questionado hoje de manhã.

Estranho

Presidente do partido, Israel Milani. Imagem: Reprodução

A invasão à sede do Solidariedade acontece exatamente no momento em que a família Milani está arrebatando outro partido, o PROS. Os Milani, no entanto, torcem para que não haja nenhuma relação.

Vem outro partido aí

A rigor, os Milani não vão cuidar apenas do Solidariedade e do PROS, mas vem aí outro partido importante. A ideia é engrossar o grupo cujo objetivo é fortalecer a candidatura da deputada federal Vanda Milani ao senado da República.

Objetivo principal

Na verdade, essa movimentação dos Milani, acredito, tem como objetivo, de fato, a candidatura do próprio Israel Milani a deputado federal.

Mais um partido

Esse terceiro partido dos Milani pode ser a sigla para onde vai a prefeita de Brasiléia, Fernanda Hassem (PT), namorada de Israel, secretário de Meio Ambiente do Estado. Ela nega tudo. Inclusive disse à coluna que não vai tomar nenhuma decisão sob pressão. “Já estou bem madurinha, politicamente”, afirmou.

Os Sales com Gladson

Vagner Sales, Antônia Sales, Jessica Sales e o staff político da família apoiará a reeleição do governador Gladson Cameli. Há quem aposte contra. Eu não aconselharia.

Torniquete

Com a proximidade da eleição, a pressão sobre o governador Gladson Cameli vai aumentar. Ele, bem avaliado pelo povão, vai se render a alguns grupos, mas ignorar outros.

Todos querem a mesma coisa

Na verdade, quase toda movimentação política carrega em seu bojo o objetivo de pressionar o governador. É que ele tem a caneta e os cargos.

Empolgação

A ponte sobre o Madeira criou um ambiente de muito otimismo no interior do Acre. Na BR-364, por exemplo, o entusiasmo começa em Bujari e vai até Mâncio Lima. O prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima (Progressistas), acredita, inclusive, que agora o processo de ligação com o Peru pelo Juruá será acelerado.

Descartado

Mesmo com os mimos que tem recebido do presidente Jair Bolsonaro e de outros incentivos, o senador Márcio Bittar (MDB) descarta qualquer possibilidade política para 2022, a não ser a candidatura ao Senado de sua ex-mulher, Márcia Bittar.

2022 é Gladson

Não é possível relacionar o senador Márcio Bittar a deslealdade. Já disse e tem repetido que a vez, em 2022, é de Gladson Cameli ainda. E nada o tirará do palanque de Cameli, salvo algo muito grave.

Movimento forte

Sobre a possível candidatura ao Senado da professora Márcia Bittar, tem um movimento frenético nos bastidores que pouca gente está sabendo. Isso está relacionado à partidos e pessoas. É gente e partido a perder de vista.

Pense numa dor de cabeça

Tem umas contas para o governador Gladson Cameli equacionar até o início da campanha, ano que vem. Cito uma que é coquetel molotov: escolher um candidato ao Senado entre quatro nomes. Márcia Bittar, ainda sem partido; Mailza Gomes, do seu próprio partido, o Progressistas; Alan Rick, do DEM; e Vanda Milani, do Solidariedade.

Alternativa

Acabei de receber o telefonema de um forte grupo, pelo menos do ponto de vista financeiro, segundo os quais vem aí uma candidatura alternativa ao Senado. Vão anunciar em breve.

Aposta em Tarauacá

Tem uma aposta em Tarauacá em relação ao futuro do grupo político do deputado federal Jesus Sérgio (PDT). A projeção de que eles não estarão com Gladson Cameli em 2022 está ganhando disparado na bolsa.

Espera dos suplentes

Tem dois suplentes na fila de espera para assumir. O primeiro é a ex-deputada Maria das Vitórias, suplente do senador Sérgio Petecão (PSD), que assumiria nesse começo de ano. O outro é Gemil Júnior, do PDT. Estava certo que mês passado o titular, Luiz Tchê, se afastaria. Até hoje de manhã Júnior continuava na espera, dando sequência a seus ensaios para cantar na igreja, cantor que é.

Só elogios

Vi o governador Gladson Cameli elogiar pouca gente como faz com o secretário de Saúde, Alysson Bestene. É leal, além de muito trabalhador, repete sempre o governador.

Medo do delegado

A vantagem de o prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes (PSDB), ser delegado de Polícia, é que ninguém terá coragem de peitar ele em relação a “jeitinhos” e outras cositas. Aliás, pelo fato de ser polícia, muita gente, entre políticos e empresários, nem tem o procurado. Passa o dia livre, tratando com servidores, quando não vai para os bairros.

Cabide revoltado

O ex-vereador de Rio Branco Manoel Valdir Teixeira de Souza, o Cabide, agora morando em Epitaciolândia, disse que não vai votar para governador em 2022. Por eliminação, não votaria jamais no PT, nem no senador Petecão, e quanto ao governador Gladson, explica o motivo: ” ainda não vi ele depois que virou governador”.

Angelim federal

Estão terminando o apartamento onde o ex-prefeito de Rio Branco, Raimundo Angelim, vai morar durante a campanha do ano que vem. Ele está morando em Brasília, mas vem para puxar a chapa de federal do PT.

Está no seu papel

Ninguém pode ignorar a manifestação puxada pelo presidente do PT no Acre, Cesário Campelo Braga, durante a inauguração da ponte sobre o rio Madeira, na última sexta, 7, contra o presidente Jair Bolsonaro. Está no seu papel, no que pese não ter surtido efeito pelo minguado número de pessoas que aderiram o ato dele.

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