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Delegado que passou no concurso aos 50 anos vai fazer uma revisão gratuita em matérias para concurseiros do Acre

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O delegado de Polícia Civil Judson Barros, de 56 anos, protagonista de uma odisseia que envolve muita luta, sonho e renúncia, ao passar em um concurso aos 50 anos, decidiu retribuir suas vitórias. Vai fazer revisão de matérias via Instagram para acreanos interessados em concursos, sobretudo o do ISE, um dos primeiros que vem aí, Judson tem uma bagagem medonha para quando o assunto é incentivo a quem quer ser um vencedor na vida. Para se ter ideia, ele é o próprio personagem de um livro badalado no Acre, o “Depois dos 45 – Na prorrogação”, de sua autoria e por meio do qual conta sua história entre os concursos e o desejo de ser delegado, aos 45 anos de idade.

Judson Barros é nascido em Carolina (MA), mas morou em Uruçuí (PI) e depois em Teresina (PI). Além de direito, ele também é formado em educação física. No campo jurídico ainda é mestre em direito ambiental e políticas públicas. Antes de ser delegado, ele exerceu cargos de bancário, analista do Ministério Público do Amapá, onde foi também professor de direito ambiental da universidade do estado e analista também da Defensoria Pública da União.

Depois de formar em direito, o delegado fez cinco concursos em um ano e meio, passando para delegado nos estados do Acre e Piauí. “Como retribuição eu vou uma revisão de conteúdo sem nenhum custo. Será no sábado, 16 de outubro, via Instagram. Eu estudei com muita dificuldade, foi uma caminhada difícil até chegar no cargo de delegado, que eu tanto queria. E eu vou conversar com as pessoas sobre isso, como eu consegui, e depois início a revisão de direito penal, processo penal, que eu conheço um pouco. Uma forma de ajudar as pessoas também”, disse ao AcreNews.

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Unicef alerta: 69 crianças e adolescentes foram mortas de forma violenta no Acre

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Por Wanglézio Braga / Foto: Agência Brasil

O ano de 2020 foi um dos mais violentos para crianças e adolescentes no Acre. É o que aponta um levantamento inédito da Unicef e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Juntas, as instituições analisaram as ocorrências de boletins em 27 estados e traçaram um panorama da violência letal e sexual contra menores. O estudo foi divulgado hoje (22).

De acordo com o documento, entre 2016 e 2020, 35 mil crianças e adolescentes foram mortos de forma violenta no Brasil – uma média de 7 mil por ano. Além disso, de 2017 a 2020, 180 mil sofreram violência sexual – uma média de 45 mil por ano. Em 2020, 69 crianças e adolescentes de 0 a 19 anos foram mortos de forma violenta no Acre.

“A violência se dá de forma diferente de acordo com a idade da vítima. Crianças morrem, com frequência, em decorrência da violência doméstica, perpetrada por um agressor conhecido. O mesmo vale para a violência sexual contra elas, cometida dentro de casa, por pessoas próximas. Já os adolescentes morrem, majoritariamente, fora de casa, vítimas da violência armada urbana e do racismo”, diz o documento.

A maioria das vítimas de mortes violentas é adolescente. “Das 35 mil mortes violentas de pessoas até 19 anos identificadas entre 2016 e 2020, mais de 31 mil tinham entre 15 e 19 anos. A violência letal, nos estados com dados disponíveis para a série histórica, teve um pico entre 2016 e 2017, e vem caindo, voltando aos patamares dos anos anteriores. Ao mesmo tempo, o número de crianças de até 4 anos vítimas de violência letal aumenta, o que traz um sinal de alerta”, acrescentou.

Para os meninos, a faixa etária dos 10 aos 14 anos marca a transição da violência doméstica para a prevalência da violência urbana. Quando os adolescentes chegam à faixa etária de 15 a 19 anos, essa transição no perfil da violência letal está consolidada. As mortes violentas têm alvo específico: mais de 90% das vítimas são meninos, e 80% são negros. Em 2020, no total dos 27 Estados, 5.282 crianças e adolescentes de 15 a 19 anos foram mortos de forma violenta no Brasil. No Acre, em 2020, foram 60.

Para o representante da UNICEF no Brasil, Florecen Bauer, “a violência contra a criança acontece, principalmente, em casa. A violência contra adolescentes acontece na rua, com foco em meninos negros. Embora sejam fenômenos complementares e simultâneos, é crucial entendê-los também em suas diferenças, para desenhar políticas públicas efetivas de prevenção e resposta às violências”.

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Florestas do Acre vão ser monitoradas por drones: projeto oferta treinamento em Xapuri

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Uma capacitação promovida pela WWF-Brasil vai possibilitar o manuseio de drones para monitorar queimadas e desmatamento no Acre. A ação acontece entre os dias 25 e 28 de outubro. No último dia, as atividades vão ocorrer na Resex Chico Mendes, na região do Seringal Floresta.

Segundo a WWF-Brasil, o curso terá 20 participantes das associações AMOPREX, AMOPREAB, CPI, BPA-AC, MPAC, SEMA e SOS Amazônia. “As atividades são teóricas no sindicato dos trabalhadores e trabalhadoras rurais de Xapuri e práticas na área do aeródromo dentro da cidade de Xapuri”, informou em comunicado a instituição.

A ação de doação de drones bem como a capacitação para uso desses equipamentos ocorre em pelo menos seis estados. Por meio de uma articulação, as atividades se concentram no Acre, Amazonas, Rondônia, Pará, Maranhão e Mato Grosso. Ao todo nove órgãos de governos estaduais e municipais participam das atividades juntamente com 24 organizações da sociedade civil, dentre elas ONGs, associações extrativistas e indígenas.

“Desde agosto de 2019, cerca de 70 mil pessoas foram beneficiadas diretamente e 3,7 milhões foram beneficiadas indiretamente por nossos projetos na Amazônia”, completa a WWF-Brasil.

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Rachadura em Avenida na parte alta de Rio Branco preocupa motoristas e pedestres

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Uma rachadura que já atingiu a faixa para pedestres e ciclistas na Avenida Antônio da Rocha Viana, vem preocupando motoristas. A fenda, que antes aparecia somente na margem da avenida, avançou e desnivelou quase meia pista.

A rachadura apareceu, segundo moradores, já a cerca de três meses e vem avançando. O trecho em questão fica no bairro Vila Nova, na parte alta da cidade.

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