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CULTURA

Heloy de Castro é destaque de programa especial da Rádio Senado

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

O cantor e compositor mineiro e radicado no Acre, Heloy de Castro, é destaque do programa “Som Brasilis” da Rádio Senado que exibiu hoje (23) um pouco da história do cantor que traz na sua bagagem quatro discos com temas em defesa da natureza acreana e amazônica, crítica social com relevância às pessoas e o romantismo.

O radiofônico apresentou a melodia “Caro Jhon”, sucesso de Heloy de Castro e João Veras. A música foi apresentada no Festival Acreano de Música Popular (Famp) em 1991, ganhou repercussão nacional por abordar a temática social e ecológica. 

O episódio do programa pode ser acessado no site do senado e tem assinatura da jornalista Marluce Ribeiro com produção de Carlos Andrade. O Som Brasilis apresenta artistas de cada estado da federação, semanalmente, às sextas-feiras e domingos, no decorrer da programação.

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CULTURA

Mineiro escreve livro revelador sobre a morte de Edmundo Pinto, 30 anos depois de seu assassinato

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“Quarto 704” é o livro de autoria do mineiro Bernardino Coelho sobre a morte do governador Edmundo Pinto de Almeida Neto, ocorrida há 30 anos. Segundo a sinopse da obra, Edmundo foi um jovem e dinâmico político, foi eleito governador do Estado do Acre em 1990, aos 37 anos de idade, depois de cumprir mandatos de vereador e de deputado estadual, em Rio Branco, sua cidade natal e capital acreana. Na madrugada do dia 17 de maio de 1992, ele foi assassinado, no quarto 704, do Della Volpe Garden Hotel, centro da capital paulista, durante um frustrado assalto praticado por três elementos liderados por um ex-garçon do hotel. Um tiro que transpassou seu pulmão e coração deu cabo à sua vida quase que instantaneamente.

Depois de 30 anos daquele fatídico acontecimento, finalmente a verdade real sobre este crime e os fatos que envolveram as investigações, que o sucederam, são revelados em todos os seus detalhes, contribuindo para pôr fim à discussão sobre se teria ou não sido um crime político, hipótese levantada por pessoas interessadas em que o crime fosse assim reconhecido. Motivos menores não faltaram para tanta discussão. Mas não há como moldar a verdade a bel prazer. Ela tarda, mas não falha!

QUEM É O AUTOR

Bernardino Coelho da Silva, 67 anos, natural de Tumiritinga (MG), formado em Direito, com pós-graduação em Gerenciamento de Projetos, pela Fundação Getúlio Vargas e em Gestão de Negócios pela FEAD/BH. Atua como escritor e pesquisador.

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CULTURA

Tela com obra de Hélio Melo é esquecida e castigada pela ação do tempo, no coração de Rio Branco

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Por Wanglézio Braga / Fotos: Wanglézio Braga 

Localizado na Avenida Getúlio Vargas, no muro do Colégio Barão do Rio Branco (CERB), o painel contendo a obra de Hélio Melo, amazonense radicado no Acre, precisa de uma atenção especial. O espaço que foi usado pelo artista em 1994 para uma exposição a céu aberto é um dos poucos que ainda resiste à ação do tempo na capital acreana, Rio Branco.

A última reforma do painel ocorreu no ano de 2015 e foi entregue no dia 05 de novembro durante os festejos do “Dia Nacional da Cultura”. Antes, porém, em 2008 durante reforma do Colégio, a pintura foi parcialmente coberta por trabalhadores de uma construtora, causando um clima de indignação nos amigos e familiares do artista que morreu em 2001. A restauração da tela, por completo, só ocorreu após um trabalho de pelo menos seis artistas plásticos em parceria com o Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

A tela leva em sua essência uma crítica às mudanças causadas pelo homem, faz menção a vida dos seringueiros, os animais e a floresta. A arte reúne muito bem o conceito deixado por Hélio Melo quando o assunto era Ativismo Político e Meio Ambiente.

Ao longo desses anos, o tempo entrou novamente em ação para deteriorar a tela. Nossa reportagem passou pelo local e constatamos um cenário de desleixo. “É uma obra muito bonita. Eu vim aqui no dia da reinauguração. Eu lembro que foi uma festa, teve até uma palestra sobre a vida do pintor (…) Para muita gente é um simples quadro, para mim é justamente o retrato da cultura da vida da gente, dos acreanos. A gente é muito carente disso, de cultura artística. Eu acho que já passou da hora de ser restaurado!”, disse Sulamita Viana, ambulante que atua na região há pelo menos 20 anos.

“Acredito que os órgãos responsáveis deveriam restaurar essa importante obra. Hélio Melo fez história no nosso estado, na cultura com suas pinturas belíssimas, com música, com trabalhos primorosos. Não podemos deixar cair no esquecimento essa vida dedicada aos acreanos. Passou da hora de alguém fazer alguma coisa. É muito triste passar todos os dias aqui na frente e encontrar essa pintura desse jeito, descascada, sem cor, sem vida. É um crime!”, comentou o funcionário público, Edson Silveira.

A redação do AcreNews entrou em contato nesta quinta-feira (05) com a Secretaria Estadual de Educação, Esporte e Cultura (SEE), responsável pelo prédio do Colégio e posteriormente pela tela no muro. Pedimos um posicionamento via assessoria de imprensa, mas até a publicação dessa reportagem não obtivemos nenhum retorno.

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CULTURA

Sesc realiza lançamento do livro “…e assim também se brinca” e exposição do artista Jorge do Amaral

Jorge Carlos Amaral de Oliveira, nasceu no Rio de Janeiro, em 23 de julho de 1952, mas despertou para as artes no Estado do Acre

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O Serviço Social do Comércio – Sesc no Acre realiza o lançamento do livro “…e assim também se brinca” e exposição do artista Jorge do Amaral. O evento será realizado no dia 20 de maio de 2022, no Teatro de Arena do Sesc às 18 horas, e a entrada é franca.

Jorge Carlos Amaral de Oliveira, nasceu no Rio de Janeiro, em 23 de julho de 1952. Despertou para as artes no Estado do Acre. Abandonou o curso superior de Geografia para, a tempo integral, lançar mão das mais variadas formas de expressão artística e, através delas, gritar a sua indignação contra as injustiças para com as gentes e as matas.

Ao profissionalizar-se nas artes cênicas, adotou o pseudônimo de João Maiara. Em Portugal, onde morou por vinte anos, passou a ser conhecido por Mané do Café. Fez de tudo nas artes e ainda foi jornalista, professor e animador cultural.

A obra

Os desenhos fazem parte de uma exposição itinerante que começou com o título “Café Criança”, em Rio Branco, Acre, em 1993. Em Portugal, uma réplica dos desenhos ficou a cargo da Associação Cultejo que, para além de várias exposições, produziu o CD ROM “Infantia”.

Em 2010, passou a ser produzida por Eliana Castela e as exposições acompanhadas de palestras e de oficinas de desenho e pintura com café. Em 2014, adotou o título “…e a gente brincava assim!” (nome do projeto de um livro da Editora Ensinamentos, de Brasília).

Já esteve presente (em partes ou completa) em Bolonha, Itália; Havana, Cuba; Londres, Inglaterra; Avignon, Isle sur la Sorgue, Saint-Paul-Trois-Chateaux e Morrières-les-Avignon, França; Lousane, Suíça; Olivenza, Trujillo e Sevilha, Espanha; Amsterdam, Holanda; Loulé (Alte), Porto, Caminha, Castelo de Vide, Tondela, Marvão, Aveiro, Lisboa, Alcochete, Nisa, Peniche, Crato e Vila Velha de Ródão, Portugal e, para além de Rio Branco, em Boa Vista, Viçosa, Araxá, Rio de Janeiro, Petrópolis, Guararema e Santana de Parnaíba, no Brasil e, ainda virtualmente, n’A Estrebaria Artes, na Internet. Também deram azo ao cordel “A Gente Brincava Assim”, do poeta cearense, Stélio Torquato Lima.

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