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CULTURA

Inédito, documentário “Daqui onde estou dá para ver o Brasil” será exibido no Teatro da UFAC, nesta sexta-feira

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Foto legenda: Documentário conta os 20 anos de história do Catac por meio de depoimentos de significativas personalidades acreanas (Foto: Assessoria)

O Centro de Antropologia do Teatro e Antropofagia do Cinema (Catac), em parceria com a Universidade Federal do Acre (Ufac) apresenta nesta sexta-feira, 8, às 18h30, no Teatro Universitário, o documentário “Daqui onde estou dá para ver o Brasil”, que conta a história de 20 anos de fundação do coletivo. A entrada é gratuita.

O filme é uma produção independente lançado graças ao apoio de 102 apoiadores de 15 estados brasileiros por meio de financiamento coletivo em campanha de arrecadação realizado no Catarse, e apresenta, com imagens, documentos e depoimentos de significativas vozes acreanas e de outros estados do Brasil.

Lançado em 29 de junho, na Filmoteca Acreana, e agora em circuito estadual de exibição, o documentário conta com a presença de historiadores, jornalistas e artistas brasileiros como Antônio Alves, Francisco Piãko, Kixirrá Jamamadi, Wanãn Jamamadi, Maurice Capovilla, João das Neves, Zuenir Ventura, Paulo José, Antunes Filho, Dona Ivone Lara, Monarco, Marília Pêra, Dona Lúcia Rocha, Bibi Ferreira, Amir Haddad, Zé Celso Martinez Correa e Nélson Pereira dos Santos entre muitos outros.

Fundado em 2002, o coletivo formou jovens e adultos, gratuitamente, por meio da criação de espetáculos, mostras, cineclubes itinerantes, publicações e oficinas permanentes que capacitaram aproximadamente 600 pessoas da rede estadual de ensino público na capital e em outros sete municípios acreanos.

[Assessoria]

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CULTURA

Curso de fotografia que será ministrado pelo jornalista Marcos Vicentti está com as últimas vagas disponíveis

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O fotojornalista Marcos Vicentti está oferecendo um curso de fotografia em Rio Branco, a modalidade híbrida, entre os dias 06 e 07 de agosto. Os pré-requisitos são: ser maior de 14 anos e possuir uma câmera digital amadora ou profissional ou um celular.

O curso tem carga horária de 20horas: 8 EAD, 8 de aulas práticas e 4 de monitoria. O investimento será de R$ 250,00.

As últimas vagas estão disponíveis e para aqueles que se interessarem pelo curso podem entrar em contato através do número: 68 99221 4836 ou do LINK.

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CULTURA

Sesc realiza feira literária em Cruzeiro do Sul, a partir desta quarta-feira, 27

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Evento começa nesta quarta (27) e se estende até sexta-feira (29), no Teatro dos Nauas em Cruzeiro do Sul com horários das 8h às 18h para escolas e 19h as 22h público em geral, com entrada gratuita; escritores, quadrinistas e grupos de literatura estarão presentes.

O Município de Cruzeiro do Sul sedia uma feira literária educativa nesta semana. O evento tem entrada gratuita com escolas agendadas e público em geral e ocorrerá no espaço do teatro do Nauas.

Estarão presentes na feira escritores independentes, poetas, músicos, grupos de literatura, escritores, recreadores e contadores de histórias. A feira foi organizada a partir de uma curadoria compartilhada entre a equipe do Sesc e participantes de iniciativas coletivas.

BiblioSesc presente na feira

Publicações variadas viajam o país por meio do BiblioSesc. Uma unidade móvel que circulam com o objetivo de incentivar o hábito de leitura, atendendo principalmente a localidades com pouco acesso a livros e bibliotecas. O caminhão, adaptado com estantes, transportam um acervo de 3,5 mil volumes criteriosamente selecionados e constantemente renovados.

Nas estantes do veículo, o público encontra romances, clássicos, poesias, contos de fadas, histórias em quadrinhos, biografias, livros de culinária, dicionários, livros didáticos e até audiolivros. Além dessa oferta de livros, são realizadas ações para engajar os leitores, como clubes de leitura, bate-papos com autores, contação de histórias e atividades lúdicas, que reforçam o prazer de ler.

Programação completa no site www.sescacre.com.br

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CULTURA

Festival Atsá mostra a força da retomada cultural do povo Puyanawa

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Texto: Nelson Liano / Fotos: Marcos Vicentti

Exclusivo para o AcreNews

A quarta versão do Festival Atsá, a primeira depois da pandemia, tem atraído muita gente de todo o Acre e também de outras partes do Brasil e do exterior. Atsá significa mandioca que está na base alimentar e produtiva do povo Puyanawa. Mas também representa o renascimento cultural dessa nação indígena que, durante muitos anos, foi explorada por fazendeiros e teve a sua espiritualidade distorcida pela influência de missionários evangélicos e católicos.

Durante o Festival Atsá, que iniciou no dia 18 e vai até sexta, dia 22, os Puyanawa mostram aos visitantes a riqueza dos seus cantos, das suas músicas, do seu artesanato e das suas pinturas corporais, além da espiritualidade tradicional baseada nas medicinas da floresta e na sabedoria recebida de herança dos seus antigos pajés.

O cacique Joel Puyanawa revela a motivação que mobiliza toda a sua aldeia, no Ramal do Barão, no município de Mâncio Lima, para realizar o Festival Atsá.

“Estamos resgatando as memórias dos nossos antepassados. Oferecemos aos visitantes comidas típicas do nosso povo, que estão relacionadas a todo o nosso conhecimento ancestral que, durante o festival, são repassados também aos nossos jovens. Assim, celebramos a nossa cultura e a nossa espiritualidade por meio dos cantos, das danças, das pinturas corporais e dos nossos rituais”, afirmou Joel.

Fortalecimento econômico da aldeia

O cacique destaca, ainda, que todo esse movimento de visitantes ajuda a fortalecer a economia da comunidade.

“A venda das nossas comidas e do nosso artesanato gera renda para as famílias da aldeia. A gente vê um aquecimento da economia local, que acaba ajudando também os moradores de Mâncio Lima”, refletiu o cacique.

Apoio institucional do Estado

Um outro aspecto revelado por Joel foi a ajuda do Estado na reforma da Arena onde acontece o Festival Atsá. Ele também ressaltou que o Estado apoiou a comunidade Puyanawa na mecanização das lavouras de mandioca, que deverá refletir na maior produção de farinha da história da aldeia.

“As parcerias são fundamentais para o desenvolvimento social e econômico do nosso povo. Temos recebido apoio das nossas demandas”, revelou Joel.

Para encerrar, o cacique disse que todo esse movimento cultural dos povos indígenas traz uma mensagem para toda a humanidade.

“Temos que celebrar a vida e a natureza. É essa alegria que faz a gente transmitir as nossas cantorias e danças, criando um clima de harmonia e entendimento com todas as pessoas que vivem neste planeta, que, mais do que nunca, precisa de paz e amor, nesse momento de tantas dificuldades”, finalizou o líder Puyanawa.

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