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CULTURA

Mostra Sesc de Cinema abre inscrições 2021

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Portal Fecomércio

Estão abertas as inscrições da quarta edição da Mostra Sesc de Cinema, iniciativa nacional de fomento e difusão de produções audiovisuais independentes de todas as regiões do Brasil. Até 30 de junho, cineastas vão poder inscrever gratuitamente seus trabalhos pelo hotsite www.sesc.com.br/mostradecinema, onde também está disponível o regulamento completo da iniciativa.

A Mostra será composta pelo Panorama Estadual, Panorama Brasil e Panorama Infanto-juvenil. Para o Panorama Estadual, que acontecerá de forma online nos canais do Sesc Acre ou presencialmente nas unidades do Sesc, serão selecionadas até 20 produções. Já para os panoramas Brasil e Infanto-juvenil, serão escolhidos 31 filmes, indicados pelas curadorias estaduais e que terá edição totalmente virtual pela primeira vez no site da Mostra. Sendo possível o formato presencial, o Sesc Acre, seguirá todos os protocolos de segurança da COVID-19.

Podem ser inscritos filmes de curta, média e longa duração que não tenham entrado no circuito comercial de cinema, plataformas comerciais de filmes ou que já tenham inscritas em edições anteriores da Mostra Sesc de Cinema. As obras devem estar disponíveis em formato digital e em plataformas de vídeo, legendadas, caso a obra esteja em outro idioma, e ter sido finalizada a partir de 1º de janeiro de 2019.

Nas três edições anteriores, a iniciativa recebeu mais de 3,5 mil submissões de produções, e Pernambuco se manteve entre os estados com maior volume de trabalhos inscritos. Foi daqui também que foram selecionados para etapa nacional filmes como Mateus, de Déa Ferraz, e Fantasia de Índio, de Manuela Andrade.

“A diversidade da produção cinematográfica selecionada através de uma rede curatorial que reúne todas as regiões do país, mas também a diversidade de públicos que a MSC proporciona aos realizadores, são os pilares dessa iniciativa. Num momento de crise como o que estamos passando agora, garantir incentivos e espaços qualificados de exibição, presencial e virtualmente, é fundamental”, defende a instrutora de Atividades Artísticas do Sesc Pernambuco, Naruna Freitas.

As obras selecionadas no Panorama Brasil e Infanto-juvenil terão contrato de licenciamento para veiculação em caráter educativo e cultural pelo período de um ano. Para isso, terão a remuneração única e o valor varia de R$ 2,5 mil a R$ 5 mil bruto. O resultado com os filmes selecionados será divulgado até o dia 30 de setembro.

Lançado em 2017, esse concurso busca incentivar e dar visibilidade à produção cinematográfica brasileira que não chega ao circuito comercial de exibição, contribuindo para a promoção e o lançamento de novos artistas de todo o país. Em sua última edição, realizada em 2019, a Mostra Sesc de Cinema recebeu 1200 produções.

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CULTURA

Teatrão, Palácio e Biblioteca da Floresta serão revitalizados

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Agência AC

O governador Gladson Cameli e a senadora Mailza Gomes assinaram, nesta quarta-feira, 19, em Rio Branco, o convênio que garante a revitalização da Biblioteca da Floresta, do Teatro Plácido de Castro (Teatrão), que também terá parte da estrutura física ampliada, e do Palácio Rio Branco. O montante, na ordem de R$ 12,4 milhões, foi destinado pela parlamentar, por meio de extra emenda.

Com os projetos devidamente finalizados pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), os documentos dependem tão somente de aprovação da Caixa Econômica Federal para que as ordens de serviço sejam dadas. O banco estatal ficará responsável pela liberação dos recursos e fiscalização das reformas.

O governador Gladson Cameli enalteceu o empenho da senadora com a recuperação destes importantes patrimônios públicos. “O meu muito obrigado à Mailza por ter conseguido esses recursos para a revitalização destes prédios, em especial, o nosso Palácio Rio Branco, que faz parte da história do Acre. Faço questão de acompanhar essa obra de perto”, comentou o chefe do Executivo.

Investimentos na revitalização dos espaços públicos somam R$ 12,4 milhões. Foto: Diego Gurgel/Secom

Mailza Gomes reforçou seu compromisso com a população e afirmou que o seu mandato segue à disposição, para viabilizar recursos que beneficiem o estado. “Estou muito feliz em contribuir com a revitalização desses espaços culturais tão importantes do nosso Acre. O nosso trabalho será sempre em prol do bem coletivo”, afirmou.

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CULTURA

Há 15 anos, o mundo conhecia a história do Acre através da minissérie “Amazônia – De Galvez a Chico Mendes”

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Por Observatório da TV / Foto: Reprodução

Em 2 de janeiro de 2007, a TV Globo estreou a minissérie Amazônia – De Galvez a Chico Mendes, na qual Glória Perez, natural do Acre, quis traçar em três fases um panorama da história do estado e da região.

Um grandioso elenco foi reunido para a produção, que teve direção-geral de Marcos Schechtman, parceiro da autora desde O Clone (2001/02), atual cartaz do Vale a Pena Ver de Novo. A história começa em 1899, atravessa a primeira década do século 20, dá um salto de algumas décadas e tem seu desfecho nos anos 1980.

A partir das famílias do Coronel Firmino (José de Abreu) e do seringueiro Bastião (Jackson Antunes) que como muitos outros é explorado e humilhado pelo proprietário do seringal, a história mostra como o negócio da borracha funcionava e as disputas pelo rentável território do Acre, que na época pertencia à Bolívia, mas era majoritariamente ocupado por brasileiros em busca de melhores perspectivas.

Dessa conjuntura se aproveita Luiz Galvez (José Wilker), espanhol que se lança numa batalha pela conquista do Acre ao saber que os bolivianos estão para arrendar toda a região a um consórcio formado por empresários da Inglaterra e dos Estados Unidos.

Nesse cenário tem destaque também a figura do militar Plácido de Castro (Alexandre Borges), que chega ao Acre para demarcar terras de seringais e acaba envolvido na disputa pela independência do território, que consegue.
Entre os anos 1940 e 1950, depois de muitos anos de distribuição desigual da riqueza surgida da borracha e com a grande concorrência das plantações mais organizadas da Malásia, o cultivo brasileiro cai em decadência. Nessa fase surgem amadurecidos Augusto (Humberto Martins), filho do Coronel Firmino, e Bento (Emílio Orciollo Netto), filho de Bastião.

Nos anos 1980, os vastos seringais já deram lugar a pastos para gado. Augusto (Francisco Cuoco) não consegue impedir que o domínio de outrora lhe escape por entre os dedos. De sua parte, Bento (Lima Duarte) é o grande amigo de Chico Mendes (Cássio Gabus Mendes), cuja luta por direitos dos índios e dos seringueiros e contra a destruição da Amazônia o leva a ser assassinado cruel e covardemente.

Leia mais: https://observatoriodatv.uol.com.br/colunas/fabio-costa/na-manchete-e-na-globo-a-amazonia-foi-cenario-de-producoes-de-teledramaturgia

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CULTURA

Antologia Reminiscências contempla mais de 70 escritores acreanos

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Ascom/FEM

Elaborada a partir de um projeto da Câmara Temática de Literatura de Rio Branco, entidade ligada ao Sistema Municipal de Cultura, gerido pela Fundação Garibaldi Brasil (FGB), foi lançada esta semana a antologia Reminiscências.

Aprovada na primeira fase do edital da Lei Aldir Blanc, a proposta foi executada pelo governo do Estado do Acre, por meio da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM).

Visando promover a publicação de obras literárias no estado e incentivar a leitura e a escrita, a publicação contemplou 71 escritores acreanos.

Ao todo, foram impressas mil cópias da obra, sendo 700 distribuídas entre os escritores, como pagamento de direitos autorais, e 200 à FEM, instituições de educação e ensino do estado e espaços de leitura. As outras cem são destinadas aos organizadores da obra.

A proposta foi trazer à tona o nome de escritores acreanos, desde aqueles que nunca haviam publicado até os que já possuíam publicações.

Em abril de 2021, a Câmara Temática de Literatura lançou o I Prêmio Florentina Esteves de Poesia, Contos e Causos, que teve como resultado o I Festival Literário de Poesias, Contos e Causos, realizado em dezembro.

Os dois eventos contaram com a representatividade da escritora e produtora cultural Kelen Andrade e do escritor e também produtor Alessandro Gondim, e culminaram  na elaboração da antologia, em que todas as obras inscritas participam.

Sobre o Prêmio Florentina Esteves

O Prêmio Florentina Esteves de Literatura foi a primeira premiação acreana que homenageou uma mulher. Florentina, falecida em 2018, foi uma escritora, romancista e educadora que dedicou parte de sua vida à educação e cultura acreanas, sendo a primeira professora graduada do estado e secretária de Educação do Acre na década de 1960.

Além disso, em sua trajetória, também destacou-se como membro da Academia Acreana de Letras.

Já o festival contou com apresentações artísticas e a entrega de certificados para os vencedores.

O projeto

O projeto teve início com as inscrições em abril de 2021 e em 28 de dezembro realizou o Festival Literário de forma presencial, contando com apresentações artísticas e homenagens.

Buscou-se  premiar três autores por categoria, totalizando nove premiações em dinheiro. Uma das características marcantes do projeto é que uma de sua categorias é o causo acreano,  gênero literário típico na região.

Para Kelen Andrade, “foi um projeto que atingiu todo o estado, pessoas que nunca publicaram conseguiram pela primeira vez, além de empregar profissionais de várias áreas editoriais e artistas de outros segmentos”.

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