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POLÍCIA

Mulher tem prisão decretada por homofobia e injúria racial contra o delegado de Feijó

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Ao final da tarde da última quarta-feira, 29, a Polícia Civil em Feijó prendeu em flagrante M.A.S.C, de 22 anos de idade, pelo crime de homofobia, consubstanciado em injúria racial, praticado contra o delegado de Feijó, Railson Ferreira.

O crime ocorreu nas dependências da delegacia de polícia, logo depois que uma equipe da policial havia cumprido mandado de prisão contra o cunhado de M.A.S.C. pelo crime de tráfico de drogas.

De acordo com os autos do inquérito policial, durante o cumprimento do mandado de prisão do cunhado da flagranteada M.A.S.C, esta já praticou vários crimes contra os policiais civis, por meio de desacato, injúria e ameaça.

Em dado momento M.E.S.C, de 25 anos de idade, irmã da presa, passou a agredir fisicamente um agente de polícia civil, enquanto M.A.S.C. passou a ofender o delegado Railson, chamando-o de gay, entre outros adjetivos pejorativos, momento em que foi dado voz de prisão para M.A.S.C..

Nesta quinta-feira, 30, M.A.S.C. foi levada ao Poder Judiciário para audiência de custódia e sua prisão foi mantida pela Juíza de Direito da comarca de Feijó. A presa será encaminhada à penitenciária na data de amanhã.

“A Polícia Civil entende que os crimes de homofobia devem ser apurados e punidos com rigor”, pontuou Railson Ferreira.

[Ascom/PCAC]

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POLÍCIA

Policiais Militares do Acre realizam treinamento contra possíveis ataques violentos no ambiente escolar

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Ascom/PMAC

Durante seis dias, os militares da Coordenadoria de Polícia Comunitária, da Polícia Militar do Acre (PMAC), trocaram de papel: deixaram de serem instrutores e viraram “alunos”. Os vinte e seis profissionais da unidade participaram da capacitação para atendimento a possíveis ataques violentos no ambiente escolar. As instruções foram realizadas nas depedencias Batalhão de Operações Especiais (BOPE), por militares da unidade especializada.

Com objetivo de preparar os militares que atuam diretamente no ambiente escolar, seja por meio do Programa Educacional de Resistência às Drogas e a Violência (PROERD) ou pelo Policiamento Escolar, a capacitação visa prepará-los para possíveis invasões ou ataques a alunos. Entre as instruções tiveram Primeira Intervenção em Crises; APH Tático em Combate; Sobrevivência Policial e Instrução Tática e Técnica de Menor Potencial Ofensivo (ITMPO).

Major Ana Cassia, comandante da coordenadoria, comenta a importância do treinamento para os militares da sua unidade. “Promover a segurança das pessoas é uma atividade muito complexa e se tratando de crianças e adolescentes mais ainda. Nessa perspectiva, a Polícia Militar promoveu um treinamento para os policiais, visando capacitá-los para combater ocorrências relacionadas à possíveis ataques a ambiente escolar”.

A major destacou, ainda, a oficina prática realizada durante as instruções. “Hoje foi realizado um exercício simulado de combate a atirador ativo, procurando tornar o exercício mais aproximado possível da realidade. O treinamento também deixa os policiais aptos a atuarem em qualquer circunstância necessária para garantir a segurança da comunidade escolar”, disse a oficial.

Antônio de Souza, 1° sargento da corporação, está no PROERD desde o ano de 2002. Para ele que possui especializações acadêmicas na área educacional, o treinamento é fundamental para quem atua diretamente na Segurança Pública, em um ambiente peculiar como as escolas. “Destaco a importância do trabalho de treinar com as novas técnicas policiais ofertadas e diante da demanda dos novos desafios que a Polícia Militar enfrenta, um deles é as atividades em ambiente confinado, principalmente como escola”, destacou.

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POLÍCIA

Investigadores da DCORE prendem acusado de praticar “saidinha de banco” em Rio Branco

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Um trabalho de investigação de policiais da Delegacia de Combate à Roubos e Extorsões (DCORE) resultou na prisão do assaltante Bruno Almeida da Silva, de 24 anos. A ação policial ocorreu no início da tarde desta terça-feira, 16, em uma residência localizada no bairro Jorge Lavocat, em Rio Branco.

Bruno Almeida teve a prisão preventiva decretada pelo Juiz da Vara de Delitos de Roubo e Extorsão da Comarca de Rio Branco. Ele é acusado por executar assaltos nas proximidades de agências bancárias no centro da cidade, a chamada “saidinha de banco”.

Consta no inquérito da DCORE que no dia 6 de junho de 2022, Bruno Almeida, armado com uma pistola, roubou R$ 22 mil de um funcionário de uma empresa. A vítima faria um deposito quando foi abordada pelo criminoso. Sete dias depois, no mesmo local, Bruno Almeida rendeu gerente de uma cooperativa da cidade e levou um malote com R$ 13 mil.

O acusado foi reconhecido pelas duas vítimas. “Foi um brilhante trabalho de investigação dos agentes da DCORE, que localizaram o acusado, levantaram as provas e conseguiram prendê-lo”, disse o Delegado Leonardo Santa Bárbara.

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POLÍCIA

Ex-agente penitenciário acusado de assassinar e decapitar esposa será julgado nesta quarta-feira

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Dois anos e seis meses depois do crime, o ex-agente penitenciário Ivanhoé de Oliveira Lima vai ser julgado pelo assassinato da esposa, Larissa Aurélia Costa Silva, de 17 anos. A sessão será realizada nesta quarta-feira, 17, no plenário da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar. Ivanhoé de Oliveira vai responder por homicídio duplamente qualificado com o agravante de feminicídio.

Consta na denúncia apresentada pelo Ministério Público do Acre que na madrugada de 21 de fevereiro de 2020 o ex-agente de Segurança matou a esposa Larissa Aurélia e logo em seguida a decapitou com uma faca. O crime ocorreu na residência do casal localizada na Rua C, Vila Jorge Kalume, na Estrada do Barro Vermelho.

Após o assassinato, o réu pegou a cabeça da vítima, caminhou pela via e jogou no quintal da casa da mãe de Larissa, que ficava a poucos metros do local do crime.

Horas depois de matar a adolescente, o acusado foi preso na arquibancada de uma quadra de sintética localizada na Rua Isaura Parente, no bairro Tangará. Ivanhoé de Oliveira tomava cerveja tranquilamente quando foi abordado por policiais do Batalhão de Operações Especiais.

Em março deste ano, o júri chegou a ser marcado, mas a pedido do Ministério Público do Acre foi suspenso. Durante a sessão serão ouvidas sete testemunhas, entre elas, familiares da vítima e logo depois ocorre o interrogatório do réu.

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