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Ponte sem luz: Prefeito de Porto Velho acredita que a ponte será iluminada no prazo de 1 ano

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A ponte sobre o Rio Madeira, no Distrito do Abunã, vai ser inaugurada hoje (07) com a presença do presidente, Jair Bolsonaro (Sem Partido). No entanto, o espaço que é muito importante para a integração do Acre e parte de Rondônia ao restante do Brasil, via terrestre, não tem iluminação. O projeto original não dispõe do serviço e por isso, outro projeto está sendo elaborado com previsão de concretização para 2022.

O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSBD), disse que apesar da obra ser de responsabilidade do Governo Federal, cabe uma parceria entre o município para colocar em prática o projeto de iluminação. O prazo citado por ele, durante entrevista a jornais que cobrem o evento de inauguração é de aproximadamente um ano.

“A iluminação não fazia parte da obra, no projeto original. À exemplo do que já fizemos na outra ponte, na Zona urbana, foi a prefeitura que iluminou. É uma disponibilidade da prefeitura de Porto Velho dar início a essa iluminação! Não é uma obra simples, é complexa principalmente pela falta de previsão da iluminação. É uma obra de engenharia que vai demandar bastante da nossa gestão e acredito que no máximo um ano a gente consegue colocar em prática tendo em vista que tem um prazo do DNIT, de 6 meses, para liberar o projeto, autorizar”, disse Chaves.

É certo lembrar que a ponte custou aos cofres públicos mais de R$ 154 milhões de reais, possui 1,5 quilômetro de extensão e 14,4 metros de largura. As obras tiveram início no Governo Dilma Rousseff (PT), passou pela gestão tampão de Michel Temer (MDB) e sendo concluída pelo governo Bolsonaro.

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Bandidos clonam telefone da jornalista Wania Pinheiro e pedem dinheiro emprestado; “É golpe”, avisa ela

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A jornalista Wania Pinheiro, proprietária do site ContilNet, está indo a uma delegacia de Polícia em Sena Madureira registrar queixa para que a clonagem de seu celular seja investigada. Desde a manhã desta sexta-feira, 8, um elemento vem se passando por ela, usando o WhatsApp. “É golpe. Não caiam”, avisa a repórter, empresária e pré-candidata a deputada estadual, a caminho da DP.

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GERAL

Trabalhador tem perda salarial durante os últimos 12 meses, aponta IBGE

Em relação ao ganho real, o brasileiro perdeu mais de um por cento de seu ganho real, mostram os números da pesquisa

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Por Tião Maia, para AcreNews

O trabalhador brasileiro perdeu ganho real durante os últimos 12 meses. Neste período, o rendimento real habitual ficou em R$ 2.489 no trimestre findo em janeiro deste ano. Isso representa quedas de 1,1% em relação ao trimestre encerrado em outubro e de 9,7% frente ao trimestre finalizado em janeiro de 2021.

Os dados, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), foram divulgados nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já a massa de rendimento real habitual (R$ 232,6 bilhões) ficou estável em ambas as comparações. A pesquisa divulgada hoje também mostra que a taxa de desemprego ficou em 11,2% em janeiro deste ano, abaixo das taxas de outubro (12,1%) e de janeiro de 2021 (14,5%).

A população subutilizada, ou seja, os que estão desempregados, aqueles que trabalham menos do que poderiam e as pessoas que poderiam trabalhar, mas não procuram emprego, chegou a 27,8 milhões de pessoas, quedas de 7,2% (menos 2,2 milhões) frente ao trimestre anterior e de 15,5% (menos 5,1 milhões) na comparação anual.

A taxa composta de subutilização (23,9%) caiu 1,9 ponto percentual em relação ao trimestre de agosto a outubro (25,7%) e 5,1 pontos percentuais na comparação com o trimestre encerrado em janeiro de 2021 (29%).

A população fora da força de trabalho (64,9 milhões de pessoas) permaneceu estável quando comparada com o trimestre anterior e caiu (menos 3,9 milhões de pessoas) na comparação anual. A população desalentada, isto é, ou seja, aqueles que desistiram de procurar emprego, ficou em 4,8 milhões de pessoas, reduções de 6,3% (menos 322 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 18,7% (menos 1,1 milhão de pessoas) na comparação anual.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (excluindo-se trabalhadores domésticos) foi 34,6 milhões de pessoas, 2% a mais (681 mil pessoas) que outubro e 9,3% acima (2,9 milhões de pessoas) que janeiro de 2021.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (12,4 milhões de pessoas) cresceu 3,6% (427 mil pessoas) em relação a outubro e 19,8% (2 milhões de pessoas) no ano.

O número de trabalhadores por conta própria (25,6 milhões de pessoas) ficou estável na comparação com o trimestre anterior, mas subiu 10,3% (mais 2,4 milhões de pessoas) no ano.

Os trabalhadores domésticos (5,6 milhões de pessoas) apresentaram estabilidade no confronto com o trimestre anterior, mas subiu 19,9% (mais 931 mil pessoas) no ano.

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Crianças indígenas que se perderam na floresta foram encontradas quase um mês depois

Parentes chegaram a ser presos acusados do assassinato do menino e da menina; “foi um milagre de Deus termos encontrado essas crianças”, diz indigenista

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Por Tião Maia, para AcreNews

Um casal de crianças indígenas da etnia Mura, com idade entre 6 e 8 anos, que estava desaparecidas na floresta amazônica desde o dia 18 de fevereiro, foram encontrado quase um mês do desaparecimento. Os pais e outros parentes das crianças, que vivem numa aldeia na zona rural do município de Manicoré, interior do Amazonas, estavam presos e apontados pela polícia como acusados pelas mortes do menino e da menina. Os dois estão a caminho de Manaus porque foram encontrados doentes e subnutridos.

As crianças foram encontradas na floresta por um homem que cortava madeira. Elas estavam em estado crítico, muito magras e inicialmente foram encaminhadas para avaliação médica em Manicoré. Ao se perderam na floresta em 18 de fevereiro numa região de mata fechada, da comunidade Palmeira, no município de Manicoré, onde viviam com seus parentes. Elas estavam muito longe de casa, na comunidade Capanã, na área do lago do Capanã Grande.

A informação foi confirmada pelo coordenado do Distrito Sanitário Indígena (DSEI) do Ministério da Saúde, Januário da Cunha Neto, responsável por realizações de ações indígenas naquela região do Capanã. “Foi realmente um milagre de Deus encontrar essas crianças”, afirmou.

Segundo Neto, o desaparecimento das crianças foi comunicado ao DSEI Manaus pelo presidente do Conselho Distrital Indígena do polo-base Capanã, no dia 18 de fevereiro, por meio de um pedido de apoio no transporte de moradores da comunidade para encontrar os dois indígenas.

As crianças foram encontradas por três homens que retiravam madeiras na região do Capanã Grande, distante seis horas de lancha da aldeia onde moram com os pais. Elas estavam bastante desnutridas. O caso mais grave, segundo Januário Neto, é da menina, que, assim como o menino, recebe cuidados médicos no hospital de Manicoré.

O desaparecimento das crianças foi comunicado às polícias Civil e Militar, que mobilizou o Corpo de Bombeiros nas buscas. Dez dias depois, a polícia prendeu três integrantes da família, acusados de terem matado os indígenas e encerram as buscas no local.

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