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POLÍCIA

Presas que mataram colega de cela vão responder pelo crime em júri popular, decide justiça

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Ana Clara Freitas de Sá e Valdereis de Souza Nascimento vão responder em júri popular pelo assassinato da colega de cela Jamilly Ferreira Barbosa.


A decisão da Juíza da 1ª Vara do Tribunal do Júri Luana Campos.
O crime aconteceu no dia 22 de novembro do ano passado, na cela 1 do presídio Feminino de Rio Branco.


Consta na denuncia apresentada pelo Ministério Publico Estadual, que a vítima foi degolada e teve os pulsos cortados.


A dupla utilizou uma lamina de um aparelho de barbear para executar crime.
Quando Ana Clara e Valdereis foram ouvidas na Delegacia de Flagrantes, confessaram a autoria do crime.


Elas disseram ainda, que mataram, porque Jamilly, não as deixava dormir.
A vítima, tinha problemas mentais.


Para o Ministério Público, as denunciadas praticaram o crime, mediante emprego de recurso que dificultou a defesa da vitima.


Jamilly Barbosa, foi imobilizada e depois golpeada, varias vezes.
A data do Júri, ainda não foi definida pela justiça.

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POLÍCIA

Tragédia: enfermeira morre após cair de escada de tirolesa em parque na Transacreana

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A enfermeira Yasmili de Paiva Araújo, de 23 anos, morreu após cair da escada de uma tirolesa. O acidente aconteceu no fim da tarde deste sábado, 2, em parque aquático localizado na Estrada Transacreana.

De acordo com testemunhas, Yasmili teria escorregado e caiu de uma altura de aproximadamente 20 metros. Uma equipe do Corpo de Bombeiros que estava no local prestou o primeiro atendimento jovem. Ela chegou a ser socorrida, mas sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu. O corpo da vítima foi levado na ambulância do Corpo de Bombeiros para o Instituto Médico Legal.

De acordo com o médico Guilherme Nakamura, a enfermeira teve um trauma na cabeça e logo em seguida sofreu a parada cardiorrespiratória. A Polícia Civil deve instaurar um inquérito para apurar as circunstâncias do acidente. A vítima morava em Senador Guiomard.

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POLÍCIA

Investigadores da DHPP prendem o quarto envolvido na execução de idoso em Rio Branco

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Wandason Silva Cunha, que estava foragido há quase um ano, foi preso por agentes da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil, na região da Cidade Nova. O mandado de prisão preventiva foi expedido pelo Juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditória Militar.

Wandason é apontado numa investigação da DHPP como o responsável por levar Saymon Silva de Farias e Pedro de Barros Júnior para executar o idoso Adelino Eufrásio. O crime aconteceu em março do ano passado na Canaã, região do 2º Distrito da Cidade.

Dos quatro envolvidos no crime, Wandason Silva era o único que não tinha sido preso. Em 24 de junho, Francisco Osório, o mandante do crime, Pedro de Barros Júnior e Samyon Silva de Farias foram condenados pelo Conselho de Sentença da 2ª Vara do Tribunal do Júri.

Francisco Osório e Pedro de Barros foram condenados a 25 anos de prisão e Saymon Silva, que confessou a autoria, recebeu uma pena de 7 anos de prisão. Wandason, que teve o processo desmembrado, também deve ser levado a júri popular.

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POLÍCIA

Acusado de matar ex-namorada com tiro na cabeça é preso por policiais da DHPP em Rio Branco

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Em apenas 18 dias, policiais da Delegacia de Homicídios elucidaram o assassinato de Ingrid da Silva, de 19 anos. O autor do crime, o ex-namorada da vítima, Daniel Silva Barros, foi preso durante uma ação dos agentes da DHPP realizada na região do 2º Distrito de Rio Branco.

O acusado foi encontrado pelos investigadores próximo ao local do crime e não ofereceu resistência no momento da abordagem. Os investigadores da Homicídios cercaram toda a área.

Ingrid da Silva foi executada com um tiro na cabeça no dia 12 de junho. O crime aconteceu na Rua Padre José, no Triângulo Novo, região do 2ª Distrito da Cidade. A vítima, segundo a polícia, teria ido deixar a filha na casa do pai, mas, ao retornar, teve o caminho interrompido por Daniel e acabou assassinada. Ingrid foi atingida com um tiro na cabeça e não resistiu ao ferimento.

O delegado Marcus Cabral, responsável pelo inquérito do caso, destacou o trabalho dos investigadores da DHPP para elucidar o crime. “Foi trabalho de investigação que teve início ainda no dia do crime com a EPE (Equipe de Pronto Emprego) e a partir das informações identificados e representamos pela prisão do acusado do crime. O caso está finalizado”, disse Cabral.

Daniel Barros foi indiciado por homicídio qualificado, com o agravante de feminicídio.

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