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Sem perspectiva de mudança, Acre segue vendendo os combustíveis mais caros do país

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Sem perspectiva alguma de mudança na política de venda de combustíveis, os postos do Acre seguem vendendo o litro mais caro do Diesel Comum e Diesel S-10, em relação ao restante do país. O mais recente levantamento do Índice de Preços Ticket Log (IPTL) aponta que o preço médio do diesel e gasolina foi ultrapassado no comércio local.

Segundo a plataforma Ticket Log, o diesel comum com preço médio mais alto no Brasil foi registrado no Acre, a R$ 5,682. No Paraná, os postos comercializaram o combustível mais barato, a R$ 4,348. O cenário é o mesmo para o diesel S-10. Os postos acreanos comercializaram no início de julho o combustível mais caro, a R$ 5,668, enquanto nos paranaenses foi encontrado o menor valor médio por litro, de R$ 4,388.

Na Região Norte, o diesel comum foi encontrado a R$ 4,985, o preço médio mais alto do País. O cenário é o mesmo quando considerado o tipo S-10, comercializado a R$ 5,037.

Para Douglas Pina, representante da Ticket Log, “tanto o diesel comum quanto o diesel S-10 registraram aumentos nos preços em todas as regiões do País neste início de segundo semestre”. Ele exemplifica: “Para o motorista de um caminhão cujo tanque comporta 200 litros de combustível, enchê-lo com o tipo comum está R$ 9,00 mais caro do que estava no mês anterior”.

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Professora do Acre leva nossa culinária para Foz do Iguaçu e quitutes como quibe e baixaria fazem sucesso

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A professora acreana Selma Barroso Cavalcante de Souza, 46, se mudou de mala e cuia para Foz do Iguaçu, cidade brasileira na fronteira com Argentina e Paraguai, com objetivo de apoiar os dois filhos, Sara e Lucas, que cursam medicina em Cidade Del Este, província paraguaia. Ela e o marido, o militar aposentado Marcos Barros, foram em 2020, e como alternativa para não ficarem parados, ela “apresentou” a região parte da culinária acreana. Além do quibe e outros salgados, tacacá, bolo de macaxeira, chocolate de cupuaçu, a professora pôs na mesa do iguaçuano a baixaria, cuja base é o pão de milho. “Foi uma explosão”, conta ela ao AcreNews.

O sucesso abiscoitado pela professora acreana em Foz do Iguaçu aconteceu em um ano. Ao perceber que pratos da culinária do Acre chamaram a atenção tanto entre os nativos quanto para a colônia acreana que mora lá, a professora Selma Barroso tratou de profissionalizar o negócio, minimamente. Veio a Rio Branco, procurou o Sebrae e começou a trabalhar de forma mais organizada. Hoje já produz em escala significativa e além da compensação financeira ganhou qualidade de vida numa terra onde acabou de chegar em decorrência da ocupação.

Em sua última vinda a Rio Branco Selma Barroso deu a ideia a agricultores locais para que se organizem melhor no sentido de tratar os produtos para exportação. Ela se baseia no interesse de pessoas de outras regiões como aquela onde ela vive no momento, por produtos como a goma de mandioca, por exemplo. “No Paraguai, onde meus filhos estudam, tem muitos acreanos. Senti a necessidade e voltei ao Acre para aprender a fazer”, conta.

Resultado do esforço da professora: hoje todo mundo quer comer quibe, tacacá, doces e sucos feitos a partir do cupuaçu e ela feliz por estar sendo a ponte para uma região do país onde em quase todo lugar já se começa a cruzar com acreanos. Sem contar que, enquanto isso, Selma e o marido preparam dois médicos para um futuro próximo que poderão servir ao Acre.

A baixaria acreana foi uma “explosão”

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Ex-reitores divergem sobre a criação do Hospital Universitário da UFAC

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução (Arquivo)

O projeto da construção de um Hospital na Universidade Federal do Acre (UFAC) tem movimentado as redes sociais nos últimos dias. O assunto vem sendo debatido pela classe educativa e até mesmo por alguns grupos políticos no estado. Não diferente, a ideia de criar o “HU” na maior instituição de ensino público do Acre não passou despercebido, também, pelos ex-reitores da instituição – Jonas Filho e Minoru Kinpara.

O professor e paleontólogo Jonas Filho, que foi reitor entre os anos de 2000 a 2008, tem várias críticas sobre a real necessidade de construir uma unidade de saúde na UFAC. Segundo ele, o projeto “tem sido um tema muito controverso no seio da comunidade acadêmica nacional e que tem dividido opiniões”.

Jonas Pereira de Souza Filho (2000-2008)

“No caso do HU da UFAC, tê-lo ou não, estou convencido, a discussão ainda carece por demais de debates internos no âmbito de seus órgãos deliberativos, por autoridades políticas, bem como pela sociedade civil organizada, nunca envolvida na questão. A ausência do amplo e democrático debate sobre a construção do Hospital Universitário da UFAC é o primeiro ponto de minhas críticas”, comentou Jonas em uma publicação no Facebook.

Na ocasião, ele citou possíveis erros considerados estratégicos supostamente cometidos pela atual reitora, Guida Aquino. “O primeiro está relacionado ao inoportuno momento em que a Reitora investiu em tão grandioso projeto. Exatamente no momento de liderança de um Governo Federal falacioso, negacionista, terraplanista e trambiqueiro. Um governo golpista, com políticas homicidas, totalmente descomprometido com ações em saúde pública e que, por princípio, ojeriza a educação, a saúde e seus servidores”, citou e acrescentou: “O segundo erro foi na escolha do parceiro político”.

Jonas acredita que o salutar é “tirar o cavalinho da chuva” e “trazer o projeto para debates. Esperar por dias melhores, apostando e contribuindo para a construção de um futuro governo que seja responsável e comprometido com nossa sociedade”.

Na contramão de Jonas, o professor de matemática Minoru Kinpara, que assumiu a gestão da UFAC entre 2012-2018 acredita que o Hospital Universitário ajudará no atendimento da população mais carente, sendo ainda uma opção para a sociedade.

Minoru Martins Kinpara (2012-2018)

“A luta pelo hospital público universitário da Ufac, para atender os alunos dos cursos da área de saúde e a população mais carente do Acre, começou em 2013 quando estávamos na Reitoria da Ufac. Saímos candidato ao Senado, defendendo essa bandeira e, pretendíamos trabalhar para conseguir os recursos necessários para a sua construção. Não obtivemos êxito na eleição, porém continuamos na luta pelo hospital, juntamente com a atual Reitora”, comentou.

Kinpara manifestou contentamento pelo envolvimento de parlamentares juntamente com a atual reitoria para implantar a unidade de saúde dentro da instituição. “E fico feliz em ver alguns dos nossos parlamentares, entendendo a importância do projeto e “abraçando a causa”. Essa batalha não deve ser só da Ufac e sim de toda a Sociedade Acreana. Sigamos firmes até a vitória!”, concluiu.

O PROJETO

No início deste mês, Guida Aquino e o governador Gladson Cameli (PP) estiveram em audiência com o Ministro da Educação do governo Bolsonaro, Milton Ribeiro, em Brasília. No projeto apresentado, o HU pretende ofertar 280 leitos comuns e 40 unidades de terapia intensiva. Além disso, o terá acomodação para 60 consultórios médicos e 11 salas para centro cirúrgico. A expectativa, quando inaugurado, é ofertar 245 mil consultas ambulatoriais e nove mil cirurgias por ano. O montante para construir e equipar o local chega da R$ 252 milhões.

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Promotor investiga casos de perseguição a servidores efetivos da ALEAC

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Supostos casos de perseguição a servidores efetivos da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) vem sendo investigados pelo Ministério Público do Estado do Acre (MPAC). Uma portaria publicada hoje (20) no Diário Eletrônico do MP, assinada pelo promotor Romeu Filho transformou o Procedimento Preparatório em Inquérito Civil.

As investigações tiveram início no mês de março deste ano e vendo a necessidade de aprofundar as inspeções, o promotor de Justiça da Promotoria Especializada de Defesa do Patrimônio Público pediu mais tempo para concluir o processo.

Na portaria de Romeu, o promotor não deu detalhes sobre as denúncias do processo [06.2020.00000429-2] como, por exemplo, quem são os envolvidos e quantos servidores manifestaram reclamação neste sentido. No entanto, foi informado que a Assembleia Legislativa deve ser oficializada sobre a situação e solicitou informações adicionais para o caso.

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