CULTURA & ENTRETENIMENTO
Acre registra 81,81% de adesão ao Escola Nacional de Hip-Hop; programa terá R$ 50 milhões em investimentos

Com investimento de R$ 50 milhões previsto para 2026 e 2027, o Programa Escola Nacional de Hip-Hop já conta com a adesão de 22 estados, do Distrito Federal e de 81,81% dos municípios acreanos, índice que coloca o Acre na terceira posição nacional entre as unidades da Federação com maior participação. As redes de ensino interessadas têm até terça-feira (30) para formalizar a adesão.
Segundo o Ministério da Educação (MEC), apenas o Amapá, com 93,75% dos municípios participantes, e Roraima, com 93,33%, apresentam índices superiores ao do Acre. Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%).
A iniciativa integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e pretende incorporar a cultura hip-hop às práticas pedagógicas da educação básica. A adesão deve ser realizada exclusivamente por meio do Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec).
Entre as ações previstas estão atividades de música, dança, grafite, batalhas de rima, slams estudantis, breaking olímpico e formação para gestão de carreira de MCs. A proposta é utilizar o hip-hop como instrumento para fortalecer a identidade e a representatividade dos estudantes, ampliar a diversidade no currículo escolar e melhorar o ambiente educacional.
Até o levantamento divulgado em 24 de junho, quatro estados — Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná — ainda não haviam aderido ao programa. Entre as capitais, 22 das 26 já haviam confirmado participação, restando apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES).
As informações são da Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação, com dados da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi).











