POLÍTICA
Aiache destaca força de Adailton na Aleac e atuação em defesa dos servidores

A luta pelo PCCR e pela isonomia dos servidores do quadro especial da Saúde chegou a um momento que, para o vereador Aiache, exige mais do que reconhecer a legitimidade das reivindicações. Depois de anos de discussão, ele avalia que é hora de avançar naquilo que mais interessa aos trabalhadores: fazer com que as medidas saiam do papel.
O vereador falou sobre o assunto ao Correio Online nesta terça-feira (8), durante um bandeiraço do deputado estadual Adailton Cruz, em Rio Branco. Parceiros na defesa de pautas ligadas à Saúde, os dois têm acompanhado de perto as reivindicações da categoria.
No último fim de semana, o movimento ganhou um novo capítulo com a entrega à governadora Mailza Assis de um documento que trata do PCCR e da isonomia do quadro especial. Aiache destacou a participação de Adailton na articulação e, principalmente, o compromisso assumido pela governadora de buscar uma solução para a demanda.
“O PCCR está feito. Agora é executar, ter prioridade, fazer as economias e os ajustes necessários para que ele possa ser implementado”, afirmou.
Aiache acompanhou parte dessa construção ainda durante a gestão de Pedro Pascoal na Secretaria de Estado de Saúde. Por isso, considera que a discussão já amadureceu o suficiente para que o governo avance para uma resposta concreta.
É nesse ponto que o vereador chama atenção para a atuação de Adailton Cruz. Sem esconder a preocupação com a continuidade dessa defesa dentro da Assembleia Legislativa, Aiache disse que o deputado se tornou uma das principais vozes dos trabalhadores da Saúde no Parlamento.
“Eu sempre digo para o servidor da Saúde: se o Adailton não conseguir êxito, nós vamos ficar órfãos. A Saúde vai ficar órfã de um deputado que luta, que batalha e que está todos os dias defendendo essa pauta”, disse.
A preocupação, segundo Aiache, não está restrita à carreira ou à remuneração de quem já trabalha na rede. Ele relaciona a valorização profissional a um problema sentido diretamente por quem depende do SUS no Acre: a dificuldade de atrair especialistas.
Para o vereador, sem uma carreira competitiva, o Estado continuará encontrando obstáculos para convencer profissionais especializados a permanecer no Acre.
“Só traz especialista se tiver um PCCR que seja atrativo, que pague melhor. Melhorando a situação dos trabalhadores e trazendo esses especialistas para cá, melhora a Saúde para todo mundo”, pontuou.








