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Acre é o 5º estado mais produtivo da Região Norte e supera Roraima e Pará em riqueza gerada por hora trabalhada

O Acre ocupa a 16ª posição nacional no ranking de produtividade do trabalho de 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), com base em dados de 2025. O estado aparece à frente de 11 unidades da Federação, incluindo Roraima e Pará, e registra produtividade estimada de R$ 2.347 por hora de trabalho, conforme o indicador apresentado pelo levantamento.
Na Região Norte, o Acre ocupa a 5ª colocação entre os sete estados. Rondônia lidera a classificação regional, com R$ 2.686, seguida por Amazonas (R$ 2.614), Amapá (R$ 2.475) e Tocantins (R$ 2.367). O Acre aparece logo depois, superando Roraima (R$ 2.282) e Pará (R$ 2.019).
A diferença entre Acre e Roraima é de R$ 65 por hora trabalhada, o equivalente a uma vantagem de aproximadamente 2,8%. Em relação ao Pará, a produtividade acreana é R$ 328 superior, diferença de 16,2%.

No cenário nacional, o Distrito Federal lidera com R$ 6.664 por hora trabalhada, seguido por Rio de Janeiro (R$ 3.782), São Paulo (R$ 3.639), Mato Grosso (R$ 3.472) e Mato Grosso do Sul (R$ 3.234).
A distância entre o Acre e o Distrito Federal é de R$ 4.317 por hora trabalhada. Isso significa que o indicador acreano corresponde a aproximadamente 35,2% do registrado na unidade da Federação mais bem colocada.
O levantamento mede a produtividade do trabalho pela relação entre o Produto Interno Bruto de cada estado e o total de horas efetivamente trabalhadas pela população ocupada de 14 anos ou mais. Os dados de horas trabalhadas são extraídos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Anual, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, enquanto o PIB estadual utilizado no cálculo é uma estimativa da Tendências Consultoria.
O indicador integra o pilar Capital Humano do Ranking de Competitividade dos Estados, que reúne nove indicadores e representa 7,1% da avaliação geral. A posição do Acre demonstra desempenho superior ao de parte dos estados brasileiros na relação entre riqueza produzida e horas trabalhadas, embora permaneça abaixo das principais economias do país.










