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POLÍTICA

Flávio amplia vantagem e chega a 52% dos votos válidos no segundo turno, aponta PoderData/AYA

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O senador Flávio Bolsonaro (PL) ampliou sua vantagem na corrida presidencial e alcançou 52% dos votos válidos no segundo turno, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 48%, de acordo com pesquisa PoderData em parceria com a AYA, divulgada nesta segunda-feira (19). O levantamento indica uma vantagem de quatro pontos percentuais para o candidato do PL.

A pesquisa mostra uma evolução no desempenho de Flávio ao longo dos últimos levantamentos do instituto. No início do segundo turno, o candidato aparecia com 51% dos votos válidos, contra 49% de Lula. Dias depois, a disputa ficou completamente empatada, com 50% para cada candidato. Agora, o novo levantamento aponta que Flávio voltou a abrir vantagem e chegou aos 52%, enquanto Lula registra 48%, consolidando uma tendência favorável ao candidato liberal nas pesquisas mais recentes.

Nos votos totais, que incluem brancos, nulos e indecisos, Flávio registra 49%, enquanto Lula soma 46%. Considerando a margem de erro de 1,8 ponto percentual, o cenário ainda é de disputa competitiva, embora o levantamento indique crescimento do candidato do PL em relação às pesquisas anteriores.

O levantamento ouviu 3.000 eleitores em todas as regiões do país, entre os dias 16 e 18 de outubro, por meio de entrevistas telefônicas. A pesquisa possui nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A divulgação ocorre um dia após o primeiro debate do segundo turno, realizado pela Band, marcado por confrontos diretos entre os candidatos, troca de acusações e discussões sobre segurança pública, economia, corrupção e políticas sociais. O desempenho dos presidenciáveis nos debates e a definição dos apoios políticos devem influenciar a reta final da campanha até a votação do segundo turno.

A eleição em segundo turno será realizada no próximo dia 25 de outubro, quando os eleitores decidirão quem comandará o Palácio do Planalto pelos próximos quatro anos.

Fonte: CNN Brasil/PoderData-AYA.

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