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Acre registra 6,6% de alta no acumulado do ano e tem o 3º melhor desempenho do país no setor de serviços

O Acre acumula crescimento de 6,6% no volume de serviços entre janeiro e maio de 2026, o terceiro melhor resultado entre as 27 unidades da federação. O desempenho supera em 4,7 pontos percentuais a média nacional, que ficou em 1,9%, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE.
No ranking nacional do acumulado do ano, apenas o Distrito Federal (10,5%) e Roraima (8,6%) registraram expansão superior à acreana. Na sequência aparecem Mato Grosso (6,1%), Alagoas (5,8%) e Amapá (5,2%).
Enquanto o Brasil teve crescimento em apenas 14 das 27 unidades da federação, o Acre manteve um ritmo bem acima da média nacional e consolidou sua posição entre os estados com maior dinamismo no setor de serviços.
Na outra extremidade do levantamento aparecem Ceará e Amazonas, ambos com retração de 5,5%, seguidos por Tocantins (-4,5%), Acre… não; Goiás (-1,9%), Maranhão (-1,8%) e Minas Gerais (-1,2%). O resultado acreano contrasta com o desempenho de boa parte das unidades do Norte e Nordeste que fecharam o período em queda.
O setor de serviços é o principal componente da economia brasileira e reúne atividades como comércio de tecnologia da informação, transportes, turismo, serviços profissionais, administrativos, alimentação e diversos segmentos voltados às empresas e às famílias. No acumulado nacional, o avanço de 1,9% foi impulsionado principalmente pelos serviços de informação e comunicação, que cresceram 6,2%, enquanto os transportes recuaram 1,0%, reduzindo o ritmo de expansão do setor.
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Rio Branco é o 6º município que mais gerou empregos no Norte; Acre coloca três cidades entre as 20 primeiras
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que o Acre emplacou três municípios entre os 20 maiores geradores de empregos formais da Região Norte entre janeiro e maio de 2026. Rio Branco aparece na 6ª posição, com saldo de 1.342 vagas, enquanto Sena Madureira ocupa o 16º lugar, com 523 empregos, e Brasiléia figura em 17º, com 441.
O levantamento é liderado por Manaus (AM), que abriu 7.441 vagas no período, mais que o dobro de Belém (PA), segunda colocada, com 3.460. Em seguida aparecem Parauapebas (3.080), Macapá (3.064) e Marabá (1.593).
Embora o Amazonas tenha a liderança absoluta graças ao desempenho de Manaus, o Acre se destaca por distribuir a geração de empregos entre diferentes municípios. Além da capital, Sena Madureira e Brasiléia também aparecem no ranking regional, evidenciando que o mercado formal de trabalho avançou em diferentes regiões do estado.
O Pará domina a lista com nove municípios entre os 20 primeiros: Belém, Parauapebas, Marabá, Santarém, Itaituba, Canaã dos Carajás, Santo Antônio do Tauá, Santana do Araguaia e Ananindeua. O resultado reflete a força econômica de atividades como mineração, agronegócio, logística e serviços.
O ranking também inclui Boa Vista (RR), Palmas (TO), Ji-Paraná (RO), Vilhena (RO), Macapá (AP) e Parintins (AM), demonstrando que a geração de empregos formais na Região Norte continua concentrada em alguns polos econômicos, mas com participação crescente de cidades do interior, entre elas Sena Madureira e Brasiléia, no Acre.












