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Adônis defende apoio do Estado e menos burocracia para fortalecer setor madeireiro e moveleiro de Cruzeiro do Sul

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Cumprindo agenda de campanha no Vale do Juruá, o candidato a vice-governador da coligação Produzir Para Empregar, Sargento Adônis, visitou nesta sexta-feira (25) o polo industrial de Cruzeiro do Sul, onde se reuniu com representantes do setor moveleiro e apresentou propostas do projeto liderado por Tião Bocalom para fortalecer a atividade produtiva no Acre.

Durante o encontro, Sargento Adônis afirmou que, caso eleito, pretende ampliar o apoio do governo do Estado ao segmento, oferecendo uma “mão amiga” aos empresários, trabalhadores e empreendedores que atuam na cadeia da madeira e da produção de móveis.

Segundo ele, o setor madeireiro e moveleiro possui papel estratégico para a economia do Vale do Juruá, reunindo marcenarias, indústrias e iniciativas que buscam fortalecer a produção regional de forma sustentável.

“O setor madeireiro e moveleiro em Cruzeiro do Sul representa uma base importante para a economia regional do Vale do Juruá, destacando-se pelo polo local, pelas marcenarias e pelas iniciativas de fortalecimento produtivo e sustentável”, destacou Sargento Adônis.

O presidente da Associação dos Moveleiros, João Evangelista de Farias, apresentou demandas da categoria, entre elas a redução de custos relacionados às licenças operacionais, maior desburocratização dos processos junto ao Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac), especialmente em relação à madeira oriunda de manejos comunitários, além da criação de linhas de crédito para incentivar a produção.

Para o representante da categoria, o fortalecimento de políticas públicas voltadas ao setor pode ampliar a geração de emprego e renda, estimular a produção sob encomenda e valorizar desde pequenos artefatos até móveis personalizados com maior valor agregado.

A atividade madeireira no Acre passou por diversas mudanças ao longo das últimas décadas. Entre os anos de 1970 e 1990, o setor foi marcado pela expansão das serrarias de ramal e pela exploração tradicional da madeira, período em que pequenos e médios empreendimentos atuavam principalmente com extração seletiva. Com o passar dos anos, a cadeia produtiva passou por transformações, incorporando novas exigências ambientais, técnicas de manejo e busca por maior sustentabilidade.

Atualmente, empresários e trabalhadores do segmento defendem medidas que conciliem desenvolvimento econômico, preservação ambiental e fortalecimento da indústria local.

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