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CULTURA

Conheça o projeto Aquelas Pretas

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Eanes Henrique Enes

Apresentação

“Nosso lugar no mundo é uma encruzilhada. Encruzilhada é lugar de possibilidades”. Diz a voz que anuncia Aquelas Pretas. Em um ritual de resgate de sua memória ancestral, Aziza é conduzida por suas irmãs Yá e Dayó a encontrar equilíbrio para se manter viva, descobrindo que é preciso olhar para trás para poder seguir em diante.

O espectador é convidado a adentrar, com cuidado, num espaço íntimo onde a dor costura memórias da infância preta às percepções da vida adulta, e se transforma em potência de vida. Ás vezes é só uma chama que aquece, outras vezes parece que vai transformar tudo em cinzas para se recriar com menos dor. O que mais cabe no coração de uma preta?

Fotos: Kétila Flor e Sarah Bicha

Exibição online

O espetáculo terá sua estreia em exibição online, a partir das 20h, dias 17, 18 e 19 de setembro. O link será postado na bio do perfil de instagram @aquelaspretas.

Ficha técnica

Encenação: Kétila Flor

Atuação: Kika Sena, Lilian Rocha e Maya Dourado

Dramaturgia: Kétila Flor, Kika Sena, Lilian Rocha e Maya Dourado

Fotografia: Kétila Flor e Sarah Bicha 

Produção: Sarah Bicha

Iluminação: Kétila Flor, Kika Sena e Sarah Bicha

Video-Maker: Henrique Almeida e Kétila Flor

Edição de imagens: Kétila Flor

Captação e edição de áudio: Maiara Rio Branco

Patrocínio

Lei Aldir Blanc, Fundação de Cultura e Esporte Garibaldi Brasil, Prefeitura de Rio Branco e Governo Federal.

Apoio: Casa Massemba.

Kétila Flor acrescenta sobre o projeto: “A ideia do projeto surge de minha vontade de levar para a cena o quão atravessada foi minha vida inteira por questões raciais. E como esses atravessamentos compõem minha história perpassando por muitas dores, mas também por aprendizados valiosos sobre minha ancestralidade. E também do encontro com o coletivo que sentia e sente a necessidade de falar sobre tais questões. Essa é uma vontade antiga que no momento certo, e com as pessoas certas enfim caminhou para a frente”.

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CULTURA

Musicista lança curso de guitarra gratuito em Rio Branco por meio da lei Aldir Blanc

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O músico e professor Camilo Ganum irá ministrar o curso de guitarra “Do básico aos Conceitos de Improvisação”. Será na Sonata Escola de Música – Av. Nações Unidas 880 Bosque. O projeto é financiado pela Lei Aldir Blanc, através da Fundação Elias Mansour (FEM) iniciativa inclusiva e equitativa, que está movimentando e fomentando a cena cultural da nossa cidade!

Segundo Ganum: Neste curso para iniciados irei transmitir de forma clara, princípios, conceitos e regras que compõem o básico necessário para aqueles que pretendem começar a surfar na “vibe” da improvisação, pretendo repassar um pouco das minhas buscas, pesquisas, cronologias caminhos harmônicos e melódicos, que pude aprender nesses últimos anos.

O curso terá inicio 25/09 Sábado às 14hs.

Camilo tem chamado atenção em seus vídeos, e recebido vários comentários de grandes guitarristas nacionais.

2014 – MENCIONADO NA FANPAGE DA MAIOR ESCOLA DO BRASIL ESPECIALIZADA EM GUITARRA
STARLING ACADEMY OF MUSIC ENDORSADA PELO PROFESSOR MATEUS STARLING

Finalista do Concurso de Guitarra
(Segredos da improvisação) em 2018 participando com mais de 300 guitarrista no Brasil e exterior.

Informações no Instagram do músico: @camiloganum.

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CULTURA

Shanenawas iniciam campanha para reformar centro de curas e de reuniões em Feijó

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução (Arquivo Pessoal)

Indígenas da Aldeia Morada Nova, dos povos Shanenawa, que fica localizada no município de Feijó iniciaram, nas redes sociais, uma campanha de arrecadação de donativos para recuperar o único centro (Shuhuã Vakaynu), local de trabalhos espirituais e de reuniões da comunidade. A estrutura não recebe, há muito tempo, melhorias por causa da falta de mão de obra e das dificuldades de acessos aos materiais. Doações em dinheiro e materiais são bem-vindos.

O Shuhuã Vakaynu é considerado um espaço sagrado para os Shanenawa tendo em vista que é neste lugar que eles se reúnem para realizar os encontros dos mais de 850 habitantes que vivem na aldeia central. Também é campo que os indígenas recebem, todos os anos, vários visitantes que chegam em excursões promovidas por agências particulares e do estado para intercâmbio.

Bruno Shanenawa, representante dos povos Shanenawa e idealizador da campanha, comenta que a estrutura precisa de manutenção e ampliação pois o lugar já ficou pequeno para acomodar tanta gente. Ele ressalta que o povo enfrenta dificuldades para levar materiais da sede de Feijó até a aldeia, pois o único acesso é por barco, o que requer uma logística e gastos adicionais principalmente na época do inverno onde as chuvas estão mais presentes.

“Nós não temos condições de ampliar e reformar por conta das dificuldades de trazer o material para a aldeia. Por isso, precisamos de ajuda, apoio, de doações para renovar a nossa casa. As doações podem ser de materiais como pregos, alumínios, martelos, serrotes, óleo diesel, óleo queimado e gasolina, esse último combustível seria usado no motosserra para retirar a madeira da floresta”, explicou. 

O representante comentou à reportagem do AcreNews que a ideia de usar folhas de alumínio na cobertura é para “durar muito, afinal, a palha tem que ser substituída a cada dois anos. Por isso, nós resolvemos fazer de zincão”.

Segundo Bruno, uma folha de zinco, vendida no comércio de Feijó custa aproximadamente R$ 800 reais, sem ter de onde pagar, a aldeia pede ajuda da população. “Nós não vamos fazer de palha por conta da duração delas e também porque estamos realizando o reflorestamento das nossas árvores que dão a palha, aqui na aldeia a gente está evitando utilizá-las para não faltar no futuro próximo”, acrescentou.

Para mais informações sobre o trabalho religioso realizado pela aldeia e também a manutenção do espaço basta entrar em contato com Bruno Shanenawa pelo telefone (68) 992070389. O número também é usado no aplicativo WhatsApp.

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CULTURA

FEM lança editais da segunda fase da Lei Aldir Blanc no Acre

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Publicados nesta sexta-feira, 17, no Diário Oficial dois dos novos editais referentes à Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc (LAB), junto ao prêmio de fortalecimento da cultura dos povos originários, compõem três dos quatro editais da segunda parte da LAB no Acre.

Serão 2 chamamentos públicos a serem lançados na sexta-feira: Edital de Arte e Patrimônio e Edital de Apoio e Incentivo à Música. Cada proponente deve escolher apenas um edital e inscrever apenas um projeto. Em caso de duplicidade de inscrições, será considerada apenas a primeira realizada. Fica vedada também a aprovação de propostas que já tenham sido contempladas anteriormente pela LAB.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas de 22 de setembro a 17 de outubro de 2021, em dias corridos. O registro deve ser feito por meio de preenchimento de um formulário próprio disponível no site da FEM, e enviado para os endereços de e-mail especificados em cada edital. Também é possível a inscrição presencial nos municípios, em seus espaços descritos nos documentos.

Cronograma do Edital

O proponente deve se responsabilizar pelo acompanhamento do cronograma e dos resultados referentes ao edital em que se inscreveu. Os pedidos de esclarecimento referentes aos editais devem ser encaminhados ao e-mail fem.defic@gmail.com.

A Lei Aldir Blanc é uma lei de caráter emergencial devido aos efeitos econômicos e sociais derivados da pandemia da Covid-19. Sancionada em 29 de junho de 2020, foi nomeada em homenagem ao letrista e compositor homônimo. Transferiu R$3 bilhões aos estados e municípios.

A FEM ficou responsável por gerir R$ 16.460.345,70 em 2020, distribuídos em editais e quatro parcelas de auxílio emergencial. Foram seis segmentos contemplados na primeira fase: arte e patrimônio, audiovisual, cultura afro-brasileira, culturas tradicionais e populares, formação e produção e eventos consolidados.

Em sua segunda fase, a Lei Aldir Blanc injeta o montante residual do valor transferido ao Estado, totalizando R$ 4,9 milhões divididos nos quatro editais. Os proponentes dos editais da primeira fase devem executar os projetos até 31 de outubro de 2021, e têm um prazo de até 30 dias para realizar a prestação de contas.

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