RAIMUNDO FERREIRA
Em sua coluna deste domingo, 9, o professor Raimundo Ferreira de saúda o Dia dos Pais

SALVE O DIA DOS PAIS
Buscando deixar sua marca e causar boa impressão diante dos padrões vigentes, muitas pessoas procuram valorizar as datas convencionais — Dia da Mulher, Dia das Crianças, Dia das Mães e Dia dos Pais —, evidenciando que essas datas são especiais. Para enfatizar sua intenção de demonstrar humanidade, embora muitas vezes essa seja uma afirmativa demagógica, ressaltam que o carinho dispensado nessas ocasiões deveria ser um hábito diário. Tomemos como exemplo o Dia dos Pais.
Na verdade, o que esses humanistas de ocasião muitas vezes procuram é causar a boa impressão de que são pessoas preocupadas com aqueles com quem se relacionam ou com os quais possuem vínculos familiares. Seria muito válido e útil para o bem-estar e a harmonia de todas as famílias se essas afirmativas fossem realmente praticadas de forma contínua.
No entanto, conforme podemos constatar na sociedade em que vivemos, a situação é bem diferente. São inúmeros os exemplos de desprezo em todos os graus de parentesco, especialmente quando se trata de pessoas idosas.
Mesmo assim, não devemos considerar o desprezo e o abandono dos parentes idosos como um padrão comportamental único. A maioria das mães, dos pais e dos filhos é acolhida, respeitada e verdadeiramente valorizada. Essas pessoas, sem dúvida, devem ser reverenciadas não apenas nas datas convencionadas para suas comemorações, mas em todos os dias do ano.
Que o Dia dos Pais seja, portanto, mais do que uma data comemorativa: que seja uma oportunidade para refletirmos sobre o respeito, o carinho, a presença e a valorização daqueles que fazem parte de nossa história.
Salve o Dia dos Pais!











