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POLÍCIA

Forças de segurança acabam com reunião de organização criminosa e prendem onze pessoas em Plácido de Castro

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Por Ascom/Polícia Civil

Ao final da tarde desta quinta-feira, 06, as Policias Civil, Militar e Federal, receberam informe de que numa casa localizada na rua João Sabino de Paula, Bairro Serraria, estaria ocorrendo uma reunião/aglomeração com cerca de trinta integrantes da uma organização criminosa.

Diante dos fatos, montou-se rapidamente uma força tarefa, composta pelas Polícias Civil, Militar e Federal (Delegacia de Plácido de Castro, Delegacia de Acrelândia, Delegacia de Capixaba, Polícia Militar de Plácido de Castro, Polícia Militar de Acrelândia e agentes da Polícia Federal).

Durante a aproximação ao alvo da operação, que envolveu cerca de 40 (quarenta) agentes de segurança pública, os policiais foram recebidos a tiros pelos autores.

Após uma breve troca de tiros, alguns criminosos acabaram fugindo pela mata e pelo Rio Abunã, e o restante do grupo se rendeu.

No curso da ação, constatou-se que de fato havia uma aglomeração na pequena residência, contrariando assim as normas sanitárias impostas pelas diretrizes de contenção da COVID. Além disso, após buscas no local, os policiais encontraram 01 (uma) espingarda cal.20, 01 (uma) e espingarda cal.36, 07 munições cal. 28, 04 munições cal. 36, 08munições cal. 20 e 02munições cal. 28.

Ao término da ação, 11 (onze) pessoas foram conduzidas à delegacia por infringirem determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa.

Além disso, M.S, de 23 anos, já investigada na Delegacia de Plácido pelo crime de tráfico de drogas, e A.N.P.S, de 21 anos de idade, foram presos em flagrante delito pelo crime de posse ilegal de arma de fogo.

A Polícia Civil agora irá instaurar inquérito para dar continuidade às investigações.

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POLÍCIA

‘Operação Zaqueu’ cumpre mandados de busca e apreensão no Acre, Mato Grosso do Sul e São Paulo

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Ascom/PCAC

A Polícia Civil do Estado do Acre, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO), com apoio do Departamento de Inteligência (DI), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), através do programa VIGIA, e das Policias Civis dos Estados de São Paulo e do Mato Grosso do Sul, deflagrou nas primeiras horas desta quinta-feira, 16, a “OPERAÇÃO ZAQUEU”, visando o cumprimento de 26 mandados de busca e apreensão e 27 de prisão.

A operação tem como principal objetivo desarticular o núcleo de uma organização criminosa, responsável pela arrecadação de valores pagos pelos integrantes da organização, a qual possui atuação em todo o território nacional.

Os líderes deste núcleo foram presos na capital paulistana, onde a Polícia Civil cumpriu 5 mandados de busca e apreensão e 4 de prisões. A ação na capital paulista contou com a atuação de investigadores da Polícia Civil do Acre. Outros três integrantes foram presos no Mato Grosso do Sul, na penitenciária de Campo Grande, de onde coordenavam a pratica do crime.

No estado do Acre, a Polícia cumpriu mandados nas cidades de Rio Branco, Senador Guiomard, Bujari, Sena Madureira, Manoel Urbano e Epitaciolândia. Dentre os presos no Estado do Acre está a pessoa que representava a organização no estado, bem como a pessoa responsável por gerir as armas de fogo da organização e outras lideranças de bairros.

Ao total, foram 23 pessoas presas ligadas a organização criminosa, destas, cinco delas foram flagranteadas pelo crime de porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. Além das prisões efetuadas pela Policia Civil do Acre, também foi apreendido droga, arma, munição e vasto material para embalo do entorpecente, além de celulares e balanças de precisão.

Com esta ação a Polícia Civil do Acre tenta frear o avanço da organização, reduzir os crimes praticados por este grupo criminoso no Estado do Acre, bem como diminuir o seu poder econômico asfixiando as ações criminosas.

A investigação durou cerca de um ano e contou com a participação de mais de cem policiais. Todo material arrecadado será submetido a análise pericial para identificação de outros integrantes para que sejam responsabilizados pelos crimes.

Durante este período foi possível comprovar que as pessoas presas integravam e promoviam a organização, bem como identificar que parte do grupo se dedicava a pratica do tráfico de drogas. Parte do dinheiro, arrecadado com a traficância, era repassado aos líderes para subsidiar ações da organização criminosa.

O nome da operação, “ZAQUEU”, faz referência ao líder dos publicanos, pessoas que na antiguidade possuíam a função de arrecadar impostos, para posteriormente repassar ao imperador.

O Estado do Acre, o qual possui mais de 2.000 km de fronteira internacional com dois países produtores de drogas, é um oásis para as organizações criminosas, as quais buscam rotas de tráfico para adquirir grandes quantidades de entorpecente. A Polícia Civil, atenta a posição geográfica estratégica do estado para o tráfico de drogas, busca diuturnamente combater essas organizações, sem recuar, sem cair, e sem temer.

A implantação do programa federal VIGIA, desenvolvido pelo Ministério da Justiça, possibilitou as forças de segurança estaduais a atuarem de forma mais contundente nas fronteiras brasileiras.

Os resultados apresentados, tendo como exemplo esta operação, realizada simultaneamente em 3 estados (10 municípios), são frutos do investimento do governo federal no combate à criminalidade.

A Polícia Civil do Estado do Acre parabeniza e agradece o Ministro da Justiça, seus secretários, diretores, coordenadores e demais servidores do Ministério, em especial CGFRON e CGCCO, que de forma silenciosa possibilitam a atuação das forças de segurança estaduais em todo o território nacional, de Marechal Thaumaturgo, um dos municípios mais isolados do país, a São Paulo, onde estão instalados líderes de organizações criminosas.

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POLÍCIA

MPAC exonera servidor alvo da Operação Kaltes Blut

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O Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) exonerou um servidor lotado na Promotoria de Cruzeiro do Sul, um dos alvos da Operação Kaltes Blut, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira, 16, para desarticular uma organização criminosa de tráfico interestadual de drogas no Vale do Juruá.

A ação decorre de investigações, que tiveram início em janeiro deste ano, quando a Polícia Militar encontrou às margens do Rio Juruá cerca de 141kg de pasta base de cocaína, que seriam distribuídos em diversos estados no Brasil.

Também foi constatada possível violação de sigilo funcional do servidor, que estaria passando informações sigilosas a um dos investigados.

O promotor de Justiça Ildon Maximiano, membro do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), acompanhou as investigações, bem como a ação de hoje pela manhã, quando foram cumpridos 13 mandados judiciais, sendo nove de busca e apreensão, e quatro de prisão

A Operação Kaltes Blut– do alemão: “sangue-Frio” – leva este nome em referência a um de seus principais alvos, que praticava a “sangue-frio” o tráfico de drogas de grandes carregamentos, enviando a outros estados do Brasil.

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POLÍCIA

Acusado de executar namorada com um tiro na cabeça virá réu

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Alessandro Silva Magalhães vai responder ação penal pelo assassinato da namorada Cristina Raquel Santos de Barros. A decisão foi da juíza da 1ª Vara do Tribunal do Júri Luana Campos\\

Ao receber a denúncia do Ministério Público Estadual, a magistrada escreveu que “a materialidade do crime está comprovada, assim como os indícios de sua autoria”.

Alessandro Magalhães, conhecido como Absoluto 2, foi preso na última quinta-feira,9, por investigadores da Delegacia de Homicídios da Polícia Civil. Ele era procurado pela justiça desde maio do ano passado, Alessandro passou a ser réu pelo homicídio da própria namorada.

Cristina Raquel Santos de Barros foi assassinado em 10 de maio do ano passado. O crime aconteceu no interior da casa do casal, localizado no Bairro Jorge Lavocart.

Consta na denúncia que a vítima foi atingida com um tiro na cabeça, na época surgiu a versão de que Alessandro estava brincando de roleta russa.

Ele vai responder por homicídio qualificado com agravante de feminícidio.

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