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POLÍCIA

Justiça nega pedido de liberdade provisória para traficante de Cruzeiro do Sul

Decisão da 2ª Vara Criminal de Cruzeiro do Sul considerou a necessidade de garantir a tranquilidade e paz social

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Um homem denunciado pelo crime de tráfico de drogas teve o pedido de liberdade provisória negado no âmbito da 2ª Vara Criminal da Comarca de Cruzeiro do Sul. Dessa forma, o suspeito deve permanecer detido até o julgamento do processo dele.

Na decisão, assinada pelo juiz de Direito Flávio Mundim, titular da unidade judiciária, foi considerada a necessidade de garantir a tranquilidade e paz social. “Importante ressaltar a necessidade da medida preventiva, para assegurar a ordem pública, conforme se vê na manifestação Ministerial, quando pugnou pelo indeferimento do pedido, vez que a sensação de impunidade geraria a intranquilidade da sociedade local”, anotou o juiz.

Conforme os autos, o suspeito foi denunciado pela prática do crime previsto no artigo 33, caput, e artigo 35 c/c artigo 40, inciso III, todos da Lei 11.343/2006. Mas, a defesa do homem argumentou não existirem pressupostos legais para a prisão preventiva e ainda discorreu sobre as condições pessoais favoráveis.

Decisão

O juiz iniciou a decisão relatando que a reavaliação da prisão preventiva do suspeito já havia sido feita anteriormente e foi mantida. Conforme, o magistrado escreveu o crime pelo qual o homem é suspeito representa perigo à saúde coletiva e causa impacto social negativo, com crescimento da violência.

“(…) o crime de tráfico de drogas é delito que causa impacto nas mais diversas searas, além de representar um perigo permanente à saúde coletiva, também é responsável pela degeneração humana, pela destruição da família e pelo fomento à violência, por ser, sem dúvida, a principal causa de furtos, roubos e assassinatos, o que acaba por impor à sociedade uma sensação permanente de insegurança (…)”, registrou. (Processo n.°0701393-74.2021.8.01.0002)

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POLÍCIA

Mulher tem prisão decretada por homofobia e injúria racial contra o delegado de Feijó

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Ao final da tarde da última quarta-feira, 29, a Polícia Civil em Feijó prendeu em flagrante M.A.S.C, de 22 anos de idade, pelo crime de homofobia, consubstanciado em injúria racial, praticado contra o delegado de Feijó, Railson Ferreira.

O crime ocorreu nas dependências da delegacia de polícia, logo depois que uma equipe da policial havia cumprido mandado de prisão contra o cunhado de M.A.S.C. pelo crime de tráfico de drogas.

De acordo com os autos do inquérito policial, durante o cumprimento do mandado de prisão do cunhado da flagranteada M.A.S.C, esta já praticou vários crimes contra os policiais civis, por meio de desacato, injúria e ameaça.

Em dado momento M.E.S.C, de 25 anos de idade, irmã da presa, passou a agredir fisicamente um agente de polícia civil, enquanto M.A.S.C. passou a ofender o delegado Railson, chamando-o de gay, entre outros adjetivos pejorativos, momento em que foi dado voz de prisão para M.A.S.C..

Nesta quinta-feira, 30, M.A.S.C. foi levada ao Poder Judiciário para audiência de custódia e sua prisão foi mantida pela Juíza de Direito da comarca de Feijó. A presa será encaminhada à penitenciária na data de amanhã.

“A Polícia Civil entende que os crimes de homofobia devem ser apurados e punidos com rigor”, pontuou Railson Ferreira.

[Ascom/PCAC]

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POLÍCIA

Valdecir Nicácio é liberado em audiência de custódia após ser acusado de importunação sexual

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O ex-ouvidor dos Direitos Humanos, Valdecir Nicácio de Lima, indiciado pelo crime de importunação sexual, foi liberado durante audiência de custódia na Vara de Plantão no Fórum Criminal, mas Nicácio, que foi Ouvidor-Geral da Secretária de Segurança Pública do Acre na gestão do PT, terá que manter afastamento da vítima e de seus familiares.

Valdecir Nicácio foi preso em flagrante na tarde de terça-feira, 28, dentro de uma operadora de telefonia da cidade. De acordo com testemunhas, ele, que esperava atendimento na empresa, teria tocando diversas vezes nas nádegas da vítima, que estava acompanhada da mãe. Ao ser questionado pela mulher, o advogado teria oferecido seu colo para a jovem sentar.

A Polícia Militar foi acionada e conduzido as partes à Delegacia de Flagrantes. Na Defla, Valdecir foi indiciado pelo crime de importunação sexual em flagrante, mas no dia seguinte foi liberado em audiência de custódia.

Esta não é a primeira vez que Nicácio se envolve em polemicas. Em 2018, quando foi candidato a Deputado Estadual, Nicácio teve áudios vazados em que falava de dinheiro, votos e ironizava que o número 12.171 não teria sido escolhido por acaso.

O artigo 171 do código penal brasileiro, disponibiliza sobre obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento, com pena de reclusão de um a cinco anos e multa.

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POLÍCIA

Polícia Civil investiga envolvido na morte de Dorothy Stang por ameaçar colonos em Sena Madureira

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O inquérito para investigar Amair Feijoli da Cunha (foto) foi instaurado por meio de portaria pela Polícia Civil de Sena Madureira. No início da semana a propriedade dele foi alvo de uma operação policial. O mandado de busca e apreensão foi cumprido por agentes da Delegacia de Sena Madureira e de Investigadores da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE).

Além de Amair, o filho dele, Patrick Coutinho, também era alvo da ação. Pai e filho não foram encontrados, mas os agentes apreenderam três armas de fogo, munições de uma escopeta calibre 12 de repetição e até um colete balístico.

Quatro funcionários da fazenda foram detidos e encaminhados à Delegacia da cidade. Um deles é natural do Pará e o outro do Maranhão. Os quatro trabalhadores prestaram depoimento e foram liberados.

Amair e o filho passaram a ser investigados por ameaçar moradores da região. De acordo com o delegado Marcus Frank, no local estaria ocorrendo conflitos agrários, ameaças de grileiros e até uma tentativa de homicídio é investigada.

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