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ECONOMIA

Região norte concentra os combustíveis mais caros: Acre (Diesel), Pará (Etanol) e Amapá (Diesel – S10)

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

A plataforma Ticket Log publicou um levantamento interessante sobre o comportamento dos preços dos combustíveis no Brasil e apontou que no mês de abril, os estados da região norte concentraram as maiores altas dos preços no país.

Segundo a plataforma, “apesar de apresentar o menor acréscimo no preço (1,73%), o litro do etanol na Região Norte chegou a R$ 6,162 e já é o mais caro do Brasil. Os preços médios do diesel comum e do tipo S-10 da região também são os mais caros do território nacional: R$ 7,088 e R$ 7,269, com altas de 3,01% e 3,56%, respectivamente. Já o preço da gasolina fechou o período a R$ 7,492, alta de 2,10% em relação a março”.

O Estado do Acre vendeu o litro do diesel mais caro do país: R$ 7,559. O valor é 5,48% mais caro que no mês de março. O Amapá comercializou o diesel S-10 pela média mais cara, a R$ 7,797, e com a alta mais expressiva do País, de 10%.  O Pará comercializou o etanol pelo maior preço médio do País, a R$ 6,685, e alta de 1,33%. A menor média da região para o combustível foi registrada nos postos de abastecimento do Amazonas, a R$ 5,544.

 “A Região Norte continua nos destaques das maiores médias e aumentos de preço, especialmente para o diesel. Assim como em março, a gasolina é a opção mais vantajosa para abastecimento em todos os Estados da região, conforme o último levantamento da Ticket Log”, aponta Douglas Pina, Diretor-Geral de Mainstream da Divisão de Frota e Mobilidade da Edenred Brasil.

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ACRE

Pesquisa Mensal do Comércio aponta crescimento nas vendas, diz assessor da Fecomércio-AC

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De acordo com Egídio Garó, os resultados do comércio varejista foram positivos e demonstraram retomada na atividade econômica nacionalmente, de forma lenta, porém gradual

O assessor da presidência da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Acre (Fecomércio-AC), Egídio Garó, comentou nesta sexta-feira, 1, sobre a última divulgação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC). De acordo com Garó, os resultados do comércio varejista foram positivos e demonstraram retomada na atividade econômica nacionalmente, de forma lenta, porém gradual. No Acre, os valores também foram positivos.

De acordo com a pesquisa, a receita nominal de vendas no comércio varejista em todo o País, na variação entre março e abril deste ano, foi de 1,3%. Comparado com o mesmo período de 2021, os resultados demonstraram um crescimento de 22,3 pontos; a variação acumulada nos últimos 12 meses, também comparada com a variação acumulada do mesmo período do ano anterior, teve como resultado um aumento de 14,5 pontos do volume.

Egídio explicou que o mesmo se observou no volume de vendas do comércio, que apresentou aumento de 0,9 pontos entre os meses de março e abril. “Conferente ao mesmo período do ano passado, a diferença foi positiva em 4,5 pontos”, disse. No comércio varejista ampliado, que considera o setor de automóveis e material para construção, a receita nominal de vendas cresceu 18,7 pontos, se comparada com o mesmo período do ano anterior, ou seja, entre março e abril; enquanto que o volume de vendas entre março e abril aumentou em 0,7 pontos, uma diferença de 1,5 pontos se verificado em relação ao mesmo período do ano anterior.

No que diz respeito ao estado acreano, a receita nominal de vendas entre os meses de março e abril foi de 4,3 pontos. “Comparando este resultado com o mesmo período do ano passado, a receita nominal aumentou em 19,2 pontos.  Além disso, o volume de vendas, por sua vez, cresceu 2,6 pontos entre março e abril; comparando com o mesmo período do ano passado, o indicador atingiu 7,8 pontos”, afirmou.

No varejo ampliado, a receita nominal foi de 3,4 pontos entre março e abril e 15,4 pontos caso seja relacionado ao mesmo período do ano anterior. O mesmo se observou volume de vendas, com um crescimento entre março e abril de 1,6 pontos e 3,3 pontos se comparado com o ano passado para os meses em referência.

“Com os dados tratados pela pesquisa e observando os demais estados da Região Norte do País, entre março e abril, o Acre ficou com a segunda posição, seguindo o Amazonas, que lidera nos dados referentes ao volume de vendas acumuladas entre os meses de janeiro e abril. No entanto, com a menor, o Estado encontra-se na quinta posição do ranking”, afirmou Garó.

Tais observações permitiram verificar, ainda segundo Egídio, que, após os momentos de vicissitudes que o setor passou ao longo dos últimos dois anos, os resultados são positivos para o Acre. “O que indica que a reação do comércio está sendo bem implementada, inclusive com a adoção de outras metodologias de negócios, incluindo os meios digitais”.

Por fim, o ranking dos estados da região norte está relacionado ao número de consumidores, os custos envolvidos nos processos de aquisição, transporte e vendas e, por fim, padece com as vendas virtuais dos grandes centros, típicos para toda a região.

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ECONOMIA

Custo da cesta básica de alimentos cai no Acre, mas feijão segue aumentando

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O Governo do Estado, por meio Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão do Acre (Seplag), divulgou na última terça-feira, 21, o boletim que mostra que o valor da cesta de alimentação continua apresentando queda (-1,33%), com aumento nos preços das cestas de limpeza doméstica (3,11%) e higiene pessoal (5,27%), quando comparadas ao custo das cestas em abril, em Rio Branco (AC).

Os dados foram coletados em 71 estabelecimentos comerciais, como mercados varejistas de grande, médio e pequeno porte, açougues e panificadoras, distribuídos em 40 bairros da capital.

O custo total da cesta básica alimentar para um indivíduo foi de R$ 495,42, uma queda de -1,33% em relação a abril, conforme tabela abaixo. Houve redução de preços em quatro itens da cesta, sendo do tomate o mais expressivo (-19,37%), seguido pela banana (-4,24%), arroz (-3,21%) e carne (-1,08%). Os demais produtos apresentaram alta, com destaque foi para o feijão (16,47%) e manteiga (7,35%).

Em abril, o feijão foi o item com maior percentual de aumento de preço, cerca de 16,47% em relação a abril, enquanto que o tomate (-19,37%) e a banana (-4,24%) foram os itens que mais apresentaram queda.

A queda acentuada no preço do tomate corrobora o padrão observado no mês de maio para esse item, conforme o último relatório do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para as 17 capitais onde a pesquisa da cesta básica alimentar também é realizada.

O número de horas de trabalho necessário para um trabalhador adquirir os produtos da cesta básica alimentar foi de aproximadamente 89 horas e 55 minutos, cerca de uma hora e 12 minutos a menos em relação ao tempo necessário medido em abril.

Para adquirir uma cesta básica de limpeza doméstica um trabalhador terá que trabalhar 11 horas e 26 minutos, o que representa 21 minutos a mais quando comparado com o mês de abril.

Já o custo total da cesta de higiene pessoal para um indivíduo foi de R$ 21,77, um aumento de 5,26% em relação a abril. Houve elevação nos preços de todos os produtos, com destaque para o item barbeador descartável, que registrou variação positiva de 9,88%, seguido pelo sabonete (9,49%) e papel higiênico (3,37%), conforme tabela abaixo.

A quantidade de horas de trabalho necessárias para um trabalhador adquirir uma cesta básica de higiene pessoal foi de aproximadamente 3 horas e 57 minutos, o que representa 11 minutos a mais quando comparado com mês de abril.

A participação do valor das três cestas básicas continua significativa no rendimento de um indivíduo que recebia em maio de 2022 um salário mínimo de R$ 1.212, sendo de aproximadamente 47,90%, um decréscimo de 0,30% em relação a participação das cestas em abril de 2022, conforme o gráfico abaixo.

Para uma família-padrão de dois adultos e três crianças, foi estimado um gasto mensal de R$ 1.733,96 com a cesta alimentar, R$ 220,51 com a cesta de limpeza doméstica e R$ 76,19 com a cesta de higiene pessoal, totalizando R$ 2.030,66 por mês.

Revertendo esse valor em quantidade de salário mínimo necessário para a subsistência dessa família, o custo estimado para aquisição das três cestas em maio de 2022 foi de 1,68 salários mínimos. Para comprar as três cestas, em maio um trabalhador comum precisou trabalhar cerca de 105 horas e 18 minutos.

Após cinco meses de pesquisa, é possível observar a evolução do custo total e de cada cesta para um indivíduo comum. Conforme o gráfico abaixo, entre janeiro e maio o padrão de elevação do custo da cesta alimentar se destaca das demais, que apresentaram estabilidade, aumento e até queda.

A participação do valor das cestas no salário mínimo de um trabalhador também acompanhou o aumento de preços, com destaque para a cesta alimentar, que saiu de 36,77% em janeiro para 40,88% em abril, conforme gráfico abaixo. As demais cestas mantiveram leve queda de janeiro para fevereiro, com elevação desse mês para março e, por conseguinte, de março para maio.

A soma da participação das cestas no salário de um trabalhador comum saltou de 43,50% em janeiro para 47,87% em maio, evidenciando o impacto do aumento de preços dos alimentos, fertilizantes e combustíveis no Brasil e no mundo, agravado pela continuidade da guerra entre Ucrânia e Rússia.

Porém, apesar do aumento constante, no mês de maio o custo da cesta alimentar em Rio Branco (R$ 495,42) permanece abaixo da cesta de Aracaju (R$ 548,38), a mais barata no ranking de 17 capitais elaborado pelo Dieese.

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ACRE

Dia dos Namorados: no Acre, preferência dos consumidores por roupas, perfumes e calçados

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Considerada como a 3° data mais importante para as vendas anuais do comércio, ao menos 44% dos rio-branquenses demonstram interesse de gastos para o Dia dos Namorados de 2022. A constatação faz parte de estudo, feito pela Fecomércio/AC em parceria com o Data Control, que tem intenção de avaliar a expectativa de mercado de consumo da população na capital acreana para a data, celebrada no país no próximo dia 12 de junho.

O levantamento tem como base entrevista com 200 rio-branquenses; destes, 56% não têm esse interesse de gastos na data. Da parcela da população com interesse em gastos, 27,3% vai procurar preços; 25,8%, as novidades oferecidas; 24,2%, pesquisar descontos e; 22,7%, as tradicionais promoções. Para tudo isso, 76,5% primeiramente devem realizar sondagem prévia às compras. Outra parcela de 59% informa que deve utilizar as redes sociais como meio de compras para o Dia dos Namorados.

Conforme observado pelo estudo, dentre os produtos mais destacados como preferência de presentes na data, estão as roupas (42%), perfumes (22%), calçados (12%), acessórios de beleza (9%). No entanto, uma parcela de 71% da população admite preocupação em relação ao controle de gastos para a data comemorativa.

A pesquisa revela, ainda, que 30,5% da população devem realizar gastos de até R $100. Outra parcela de 76% deve gastar até R $200, bem como um percentual de 24% que admitem intenção de realizar gastos acima de R $200, sendo 14% entre R $200 a R $400 e 10%, acima de R $400.

Quanto aos locais de preferência para as compras, 62% dos que demonstram intenção de presentear apontam o comércio do centro da cidade com ponto de maior procura e 29% indicam o comércio do shopping. A parcela complementar de 8,5% deve comprar pela internet ou em comércio de bairros.

Perspectiva do empresário

Segundo o assessor da Fecomércio/ AC, Egídio Garó, 93% dos empresários da capital indicam otimismo com a data e esperam gastos de até R $300, maiores do que os gastos em relação aos do ano passado. “Mesmo com os preparativos do comércio, a preocupação com o desemprego e o endividamento podem interferir nas vendas para o dia dos namorados”, pontua Garó.

[Ascom Fecomércio]

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