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POLÍCIA

Soldado do Exército é condenado a prestar serviços à comunidade após atirar em via pública

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Por TJAC

O Juízo da 3ª Vara Criminal de Rio Branco determinou que um soldado da reserva do Exército deve prestar serviços à comunidade, por ter efetuado disparos com arma de fogo na via pública. A decisão foi publicada na edição n° 6.835 do Diário da Justiça Eletrônico (pág. 64), da última quinta-feira, dia 20.

Um entregador de pizza registrou o Boletim de Ocorrência contra o réu, porque no momento da entrega o cliente estava visivelmente embriagado e reclamou da pouca quantidade de maionese enviada. “Ele me pediu mais maionese, eu disse que não tinha como. Aí, ele falou que eu entregasse por bem ou por mal, sacando a arma. Me afastei, ele pegou o sachê que tinha”, narrou.

Segundo os depoimentos e gravação de vídeo realizada em abril deste ano, quando o motoboy partiu, o militar usou novamente a arma que estava em sua cintura e efetuou uma sequência de disparos. Contudo, o réu confessou ter atirado para o alto e não, mirando contra o trabalhador.

O juiz de Direito Raimundo Nonato reprovou a conduta: primeiramente, pelo risco gerado por motivo fútil e, sobretudo, porque o acusado pertence ao quadro do Exército brasileiro.

Ele foi condenado a dois anos e um mês, contudo, a pena foi convertida em prestação de serviços à comunidade. Portanto, o soldado deve contribuir com seis horas semanais, até cumprir o período correspondente à sanção estabelecida.

Na sentença, o magistrado notificou ainda o comandante do 4º Batalhão de Infantaria e Selva (BIS/AC), a fim de que sejam adotadas providências necessárias em relação à revogação da autorização de posse de arma de fogo do acusado, “devendo ser comunicado a este Juízo a decisão final para fim de devolução ou não da arma de fogo e acessórios apreendidos”.

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POLÍCIA

Mulher tem prisão decretada por homofobia e injúria racial contra o delegado de Feijó

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Ao final da tarde da última quarta-feira, 29, a Polícia Civil em Feijó prendeu em flagrante M.A.S.C, de 22 anos de idade, pelo crime de homofobia, consubstanciado em injúria racial, praticado contra o delegado de Feijó, Railson Ferreira.

O crime ocorreu nas dependências da delegacia de polícia, logo depois que uma equipe da policial havia cumprido mandado de prisão contra o cunhado de M.A.S.C. pelo crime de tráfico de drogas.

De acordo com os autos do inquérito policial, durante o cumprimento do mandado de prisão do cunhado da flagranteada M.A.S.C, esta já praticou vários crimes contra os policiais civis, por meio de desacato, injúria e ameaça.

Em dado momento M.E.S.C, de 25 anos de idade, irmã da presa, passou a agredir fisicamente um agente de polícia civil, enquanto M.A.S.C. passou a ofender o delegado Railson, chamando-o de gay, entre outros adjetivos pejorativos, momento em que foi dado voz de prisão para M.A.S.C..

Nesta quinta-feira, 30, M.A.S.C. foi levada ao Poder Judiciário para audiência de custódia e sua prisão foi mantida pela Juíza de Direito da comarca de Feijó. A presa será encaminhada à penitenciária na data de amanhã.

“A Polícia Civil entende que os crimes de homofobia devem ser apurados e punidos com rigor”, pontuou Railson Ferreira.

[Ascom/PCAC]

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POLÍCIA

Valdecir Nicácio é liberado em audiência de custódia após ser acusado de importunação sexual

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O ex-ouvidor dos Direitos Humanos, Valdecir Nicácio de Lima, indiciado pelo crime de importunação sexual, foi liberado durante audiência de custódia na Vara de Plantão no Fórum Criminal, mas Nicácio, que foi Ouvidor-Geral da Secretária de Segurança Pública do Acre na gestão do PT, terá que manter afastamento da vítima e de seus familiares.

Valdecir Nicácio foi preso em flagrante na tarde de terça-feira, 28, dentro de uma operadora de telefonia da cidade. De acordo com testemunhas, ele, que esperava atendimento na empresa, teria tocando diversas vezes nas nádegas da vítima, que estava acompanhada da mãe. Ao ser questionado pela mulher, o advogado teria oferecido seu colo para a jovem sentar.

A Polícia Militar foi acionada e conduzido as partes à Delegacia de Flagrantes. Na Defla, Valdecir foi indiciado pelo crime de importunação sexual em flagrante, mas no dia seguinte foi liberado em audiência de custódia.

Esta não é a primeira vez que Nicácio se envolve em polemicas. Em 2018, quando foi candidato a Deputado Estadual, Nicácio teve áudios vazados em que falava de dinheiro, votos e ironizava que o número 12.171 não teria sido escolhido por acaso.

O artigo 171 do código penal brasileiro, disponibiliza sobre obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento, com pena de reclusão de um a cinco anos e multa.

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POLÍCIA

Polícia Civil investiga envolvido na morte de Dorothy Stang por ameaçar colonos em Sena Madureira

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O inquérito para investigar Amair Feijoli da Cunha (foto) foi instaurado por meio de portaria pela Polícia Civil de Sena Madureira. No início da semana a propriedade dele foi alvo de uma operação policial. O mandado de busca e apreensão foi cumprido por agentes da Delegacia de Sena Madureira e de Investigadores da Coordenadoria de Recursos Especiais (CORE).

Além de Amair, o filho dele, Patrick Coutinho, também era alvo da ação. Pai e filho não foram encontrados, mas os agentes apreenderam três armas de fogo, munições de uma escopeta calibre 12 de repetição e até um colete balístico.

Quatro funcionários da fazenda foram detidos e encaminhados à Delegacia da cidade. Um deles é natural do Pará e o outro do Maranhão. Os quatro trabalhadores prestaram depoimento e foram liberados.

Amair e o filho passaram a ser investigados por ameaçar moradores da região. De acordo com o delegado Marcus Frank, no local estaria ocorrendo conflitos agrários, ameaças de grileiros e até uma tentativa de homicídio é investigada.

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