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Fiscalização da Prefeitura de Rio Branco acompanha animais todos os dias e usa drones na Expoacre

A Prefeitura de Rio Branco intensificou a fiscalização ambiental durante a Expoacre 2026, com equipes atuando desde a Cavalgada, que abriu oficialmente a feira, até a final do rodeio, realizada na quinta-feira (6). O trabalho envolveu inspeções, orientação aos participantes e monitoramento das condições dos animais utilizados em provas, competições e exposições.
As ações foram conduzidas pelas diretorias de Controle Ambiental e de Bem-Estar Animal da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), que acompanharam a programação relacionada ao uso de animais durante o evento.
A fiscalização verificou aspectos como alimentação, hidratação, períodos de descanso, manejo e condições de alojamento. Expositores, organizadores e competidores também receberam orientações sobre as normas de proteção e bem-estar animal.
Outro recurso utilizado durante a Expoacre foi o monitoramento por drones. Segundo Yuri Bader de Souza, chefe da Divisão de Geoprocessamento da Semma, as aeronaves ampliam a capacidade das equipes para acompanhar áreas de difícil acesso e produzir registros em alta resolução.
“As imagens aéreas de alta resolução possibilitam identificar queimadas, desmatamentos, ocupações irregulares, intervenções em Áreas de Preservação Permanente (APPs), descarte irregular de resíduos e outras infrações”, afirmou.
Além de auxiliar a fiscalização, as imagens produzidas pelos drones são incorporadas à produção cartográfica da Secretaria. Os registros podem servir como evidências técnicas das ocorrências identificadas durante as operações e ampliar a base de informações ambientais do município.
A auditora fiscal de Meio Ambiente Lusiane Melo destacou que a Semma acompanhou os eventos com animais durante toda a Expoacre. A atuação incluiu tanto os animais utilizados nas provas esportivas quanto aqueles mantidos em exposição ao público.
“Além das ações de monitoramento, a equipe da Secretaria realiza um trabalho contínuo de orientação aos expositores, organizadores e participantes das competições”, disse.
Segundo a auditora, o trabalho tem caráter preventivo e busca identificar situações que possam configurar maus-tratos. A fiscalização também procura assegurar que os animais sejam mantidos em condições adequadas durante a permanência no parque de exposições.
A utilização de drones acrescentou uma segunda frente ao trabalho: enquanto as equipes fiscalizavam diretamente os animais e as atividades, o monitoramento aéreo permitia ampliar a cobertura territorial e gerar documentação visual das ações.
Ao final da programação, a Prefeitura informou que a estratégia combinou fiscalização presencial, orientação preventiva e geotecnologia para acompanhar a realização da Expoacre 2026 dentro das normas ambientais e de proteção animal.











