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TSE autoriza envio de forças federais ao Acre para garantir segurança nas eleições de outubro

O Acre terá reforço das Forças Armadas durante o primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para 4 de outubro. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou por unanimidade, nesta quinta-feira (27), o envio de forças federais ao estado para garantir a segurança e a ordem pública durante a votação.
Segundo o TSE, a autorização alcança Rio Branco e outras localidades acreanas incluídas nos pedidos previamente analisados pelo Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) e pelo governo estadual. O apoio federal também poderá alcançar aldeias indígenas, municípios distantes, áreas de fronteira e comunidades de difícil acesso.
A decisão coloca o Acre entre cinco estados que tiveram pedidos de reforço federal aprovados nesta quinta-feira. Além do estado, serão atendidos municípios do Tocantins, Piauí, Ceará e Rio de Janeiro. No conjunto, a autorização abrange mais de uma centena de municípios.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral, também haverá atuação federal nas capitais Rio Branco, Rio de Janeiro, Fortaleza e Teresina.
O reforço é formado por militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Com a aprovação pelo plenário do TSE, os pedidos seguem agora para o Ministério da Defesa, responsável por definir o planejamento e a execução das operações.
No Acre, a participação das Forças Armadas ganha importância pelas características geográficas do estado. Parte dos locais de votação está situada em regiões isoladas, comunidades ribeirinhas, aldeias indígenas e áreas onde o deslocamento depende de transporte fluvial ou aéreo.
Segundo o TSE, além da atuação destinada à garantia da ordem pública, as Forças Armadas tradicionalmente prestam apoio logístico à Justiça Eleitoral, incluindo o transporte de urnas eletrônicas, servidores, pessoas e materiais eleitorais para localidades de difícil acesso.
A autorização aprovada nesta quinta-feira é específica para o primeiro turno, que ocorrerá em 4 de outubro. O planejamento sobre contingente, distribuição dos militares e forma de atuação no Acre ficará sob responsabilidade do Ministério da Defesa, a partir das necessidades apresentadas pela Justiça Eleitoral.











