EVANDRO CORDEIRO
Alguns acreanos formadores de opinião insistem em não reconhecer o gigante que o Estado tem na política nacional, Márcio Bittar

Os 223.972 mil votos investidos pelo acreano na reeleição do senador Márcio Bittar (PL) é um reconhecimento e tanto do povão em alguém cujo tamanho na política nacional tem sido de uma importância vital para o Estado. A população entendeu o quanto Bittar foi grande nos últimos oito anos, tanto na defesa regional, travando debates importantes sobre a amazônia, engessada por uma política de esquerda que fomenta a permanência por aqui de verdadeiras amebas batizadas de ONGs, quanto na locação de recursos que fazem as máquinas das prefeituras girarem em alta rotação, erguendo obras importantes e azeitando políticas sociais. Esse senador tirou proveito de ter sido relator do orçamento para conduzir às contas do Estado, volumes de verbas jamais registrados. Os prefeitos e seus munícipes reconheceram. As urnas dizem isso. Márcio Miguel Bittar, um sujeito que se criou na zona rural de Sena Madureira, transformando, na companhia do pai, seu Mamedio, uma selva bruta em um naco nada desprezível do nosso PIB, está nos anais do poder nacional. Ele trouxe a experiência do agro pra cidade ao se eleger deputado estadual em 1994, quando assumiu de vez a corrente ideológica sob a qual se move até hoje. É direita conservador na essência. É contra o atraso das pautas progressistas no campo e nas cidades. É um gigante respeitado no Brasil. Não é apenas os Bolsonaro que não abrem mão dele, mas todo o staf da direita não considera discutir o Brasil sem o Bittar. A imprensa nacional também tem grande respeito pelo senador recém-reeleito no Acre. Bittar é um nome a ser pensado sob os mais diversos prismas. Esse protagonismo, no entanto, ainda não é totalmente admitido pelo Acre formador de opinião. Provavelmente por não fazer ensaios de populismo barato, fazendo aceno para alguns grupelhos, Bittar não seja tratado como o gigante que é, de fato. Ele acha que o povo reconhecendo seu trabalho, é suficiente. E é mesmo.









