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Acre registra a 2ª menor taxa de mortalidade materna da Região Norte em 2025

O Acre registrou uma razão de mortalidade materna de 42,3 mortes para cada 100 mil nascidos vivos em 2025, segundo dados preliminares dos Sistemas de Informações sobre Mortalidade (SIM) e sobre Nascidos Vivos (Sinasc), do Ministério da Saúde. Entre os sete estados da Região Norte, o Acre apresentou a segunda menor taxa, ficando atrás apenas de Tocantins, que registrou 47,4? **Não.** (corrigindo: na Região Norte, o menor índice é o do Acre).
Os números, compilados pelo perfil Geografia Dinâmica a partir das bases públicas do Ministério da Saúde, mostram que o Acre teve o melhor desempenho da Região Norte. Os demais estados registraram índices superiores: Tocantins (47,4), Amapá (55,7), Rondônia (56,1), Amazonas (63,4), Pará (72,4) e Roraima (87,9), o maior do Brasil.
Embora lidere a Região Norte nesse indicador, o Acre ainda está distante do patamar considerado ideal pela Organização das Nações Unidas (ONU). A meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) prevê menos de 30 mortes maternas para cada 100 mil nascidos vivos até 2030. O índice acreano supera esse parâmetro em cerca de 41%.
A razão de mortalidade materna mede os óbitos de mulheres durante a gravidez, no parto ou até 42 dias após o fim da gestação, quando relacionados a causas obstétricas. O indicador é utilizado internacionalmente para avaliar a qualidade da assistência pré-natal, do atendimento ao parto e dos cuidados no puerpério.
Os dados também evidenciam as desigualdades existentes entre os estados brasileiros. Enquanto Roraima registrou 87,9 mortes maternas por 100 mil nascidos vivos, Mato Grosso do Sul apresentou a menor taxa nacional, com 25,8. A diferença entre os dois extremos é superior a três vezes.
Apesar do desempenho relativamente melhor em comparação aos demais estados da Região Norte, especialistas ressaltam que a redução da mortalidade materna depende do fortalecimento do pré-natal, da ampliação do acesso a serviços especializados, do diagnóstico precoce de gestações de risco e da rapidez no atendimento de emergências obstétricas.
Os dados de 2025 são preliminares e poderão sofrer alterações após a consolidação das informações pelo Ministério da Saúde.
Fontes: Geografia Dinâmica; Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM); Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc); Ministério da Saúde.











