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Aeroportos da VINCI Airports no Acre fortalecem proteção da biodiversidade

- Iniciativas ambientais promovem ações de proteção à fauna e à flora nas áreas dos aeroportos;
• Rio Branco Airport e Cruzeiro do Sul Airport aliam preservação ambiental e segurança das operações aéreas;
• Parcerias com instituições e universidades incentivam pesquisas científicas.
Junho 2026 – O compromisso com a preservação ambiental e a proteção da fauna e da flora amazônicas tem sido uma das prioridades nos aeroportos administrados pela Concessionária dos Aeroportos da Amazônia, integrante da rede VINCI Airports, na Região Norte do Brasil. Nos aeroportos de Rio Branco e Cruzeiro do Sul, esse trabalho reúne ações voltadas à conservação da biodiversidade e à segurança da aviação civil, por meio do monitoramento ambiental, parcerias com instituições de pesquisa e iniciativas de educação ambiental.
Apesar de acontecer longe da rotina dos passageiros, o monitoramento da fauna desempenha um papel estratégico nos aeroportos. Além de contribuir para a preservação ambiental, essas ações reforçam a segurança das operações aéreas, reduzindo o risco de colisões entre aeronaves e animais nas pistas e no entorno operacional.
Como parte desse trabalho, os aeroportos do Acre já registraram 74 animais catalogados, sendo 56 no Rio Branco Airport e 18 no Cruzeiro do Sul Airport, além de 29 espécies vegetais identificadas nas duas unidades. Os levantamentos são realizados pelas equipes ambientais e contribuem para o conhecimento da biodiversidade presente nos sítios aeroportuários, subsidiando ações de manejo, conservação e segurança operacional.
Entre as iniciativas desenvolvidas estão estudos ecológicos em áreas de fragmentos florestais, acordos veterinários para atendimento de animais resgatados e ações de combate ao tráfico de animais silvestres em parceria com a Wildlife Conservation Society (WCS). A concessionária também realiza a destinação de materiais biológicos para fins acadêmicos e científicos, contribuindo para pesquisas relacionadas à biodiversidade, genética, taxonomia e monitoramento ambiental.
Parcerias com universidades e instituições de pesquisa também fortalecem esse trabalho, ampliando o conhecimento científico sobre a biodiversidade amazônica e incentivando estudos voltados à conservação da fauna e da flora presentes nas áreas aeroportuárias.
Ações permanentes de educação ambiental, desenvolvidas com colaboradores, parceiros e instituições de ensino, complementam esse conjunto de iniciativas, promovendo conscientização sobre preservação ambiental, descarte adequado de resíduos e proteção da biodiversidade.
A gerente de Meio Ambiente da VINCI Airports no Brasil, Alessandra Reis, ressalta: “O compromisso ambiental está no centro de todas as nossas atividades. Conhecer e preservar a biodiversidade que nos cerca é parte essencial desse processo. Para isso, dentro e fora dos aeroportos, realizamos atividades focadas na preservação do meio ambiente, envolvendo parceiros estratégicos, mantendo um olhar para o futuro e visando gerar impacto positivo na vida das pessoas”.
Sobre o Rio Branco Airport
O Rio Branco Airport é um dos sete aeroportos na Amazônia operados pela VINCI Airports, maior operadora privada de aeroportos no mundo, por meio do contrato de concessão com duração de 30 anos. Principal aeródromo do estado do Acre, o Rio Branco Airport busca maior conectividade e estímulo da economia da região. Incorporando padrões operacionais globais, busca oferecer mais eficiência, segurança e uma melhor experiência de viagem para seus passageiros.
*Sobre a VINCI Airports*
A VINCI Airports, líder mundial em operação de aeroportos privados, atua em mais de 70 aeroportos em 14 países. Graças à sua expertise como integradora global, a VINCI Airports desenvolve, financia, constrói e gerencia aeroportos, disponibilizando sua capacidade de investimento e seu know-how na otimização do desempenho operacional, modernização da infraestrutura, gerenciamento das operações e transição ambiental. A VINCI Airports foi a primeira operadora de aeroportos a se comprometer com uma estratégia ambiental internacional em 2016, visando alcançar a meta de emissões líquidas zero em toda a sua rede até 2050.
















