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Um dos melhores cartunistas do Norte, Enilson Amorim ministra curso de desenho

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Começou dia 21 as inscrições para o curso intitulado “Oficina On-Line de Desenhos Amazônicos”. As inscrições, para a oficina que será ministrada pelo ilustrador Enilson Amorim se estenderá até o dia 25 e as aulas terão início dia 26 de março. O projeto é financiado pela lei Aldir Blanc, Governo Federal e Prefeitura Municipal de Rio Branco através de Fundação Garibaldi Brasil (FGB).

Vale ressaltar que o curso é gratuito e será cem por cento home office através da plataforma do Google Meet. Os interessados deverão preencher a Ficha de Inscrição até o dia 25 de março através deste link: https://forms.gle/FKDVCro2xXdXVN5A9
Segundo Amorim, esta é uma oportunidade que tanto ele como ilustrador terá para repassar seus conhecimentos nesta área de arte digital, como os alunos que terão a oportunidade de conhecer as principais técnicas de desenho e pintura tendo como base, o imaginário amazônico.

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Bujariense tem obra premiada no 7° Salão Hélio Melo de artes visuais

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Mardilson Machado Torres, “A Cura” foi uma das premiadas da noite – Foto: Fotos Arquivo da Família

Um dos maiores artistas visuais do Acre, Mardilson Machado Torres, popularmente conhecido como Tito, teve seu talento reconhecido durante um evento realizado na noite desta segunda-feira (12), onde sua grande obra denominada “A Cura” foi uma das premiadas da noite.

O evento foi realizado pela Associação dos Artistas Plásticos do Acre (AAPA), através da Lei Aldir Blanc (lei de incentivo à cultura) e contou com a participação de pelo menos 88 artistas dos mais diversos municípios do Acre, resultando em um grande quantitativo de obras (em média 120). Deste total, apenas as 16 melhores obras foram selecionadas e o prêmio, além do reconhecimento os artistas receberam o valor de R$ 3.000,00 (três mil reais) cada e mais 5 títulos de menções honrosas no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais).

Mas, em se tratando da obra que mais nos chamou a atenção, podemos dizer que foi o curinga da noite. Isto porque a obra “A Cura” retrata com grande clareza a realidade em que enfrentamos em todo o país e principalmente no Acre onde se destaca as situações difíceis que o estado enfrentou e enfrenta, como por exemplo: os transbordamentos dos rios e igarapés, crise migratória na fronteira com o Peru, a pandemia, a sobrecarga da saúde e outros.

A redação do site 3 de Julho Notícias entrou em contato com o artista Mardilson, que nos explicou como surgiu  ideia de criar uma obra que alcançasse estas proporções, desde o Sistema manipulador que atua no Brasil até as pequenas atitudes de amor ao próximo que fazem toda a diferença, inclusive faz com que acreditamos que nem tudo está perdido.

De acordo com o bujariense, ele ficou dias pensando que obra seria ideal para ser apresentada e vem em sua mente aquilo que tem acontecido tanto no Brasil como no nosso Estado, a maneira como o homem (quando nos referimos ao homem estamos falando da humanidade) está agindo no seu no seu habitat e principalmente como tem agido em desconformidade com a natureza.

“Bem no centro da obra eu pintei um espiral e nele tem várias cenas do homem sendo manipulado, onde aparece a mão que retrata o sistema, e este homem retratando bem o Homem Vitruviano que é uma obra do Leonardo da Vinci e é mais ou menos uma releitura e este homem é corrupto, egocêntrico, com uma pasta saindo dinheiro pelas bordas e a gente vê ele tocando fogo na floresta com uma das mãos (pois ele têm vários braços ) e vemos alguns animais já mortos com o fogo invadindo a floresta, por outro lado tem ele tomando uma coca cola e comendo sanduiche e essa parte dele é uma parte obesa que é o homem moderno que se alimenta de comidas de fast food, mostra também ele poluindo o ambiente e aí é uma prática do ser humano, gosta de sujar tudo! Então está é a situação do homem com a natureza, como ele reage no mundo, diante das pessoas”, destacou.

Além desta representação do homem há também a questão da pandemia que tem atingido todo o mundo, a obra retrata também o caos e o medo, onde o artista cita uma passagem de autoria do sociólogo e filósofo polonês, professor emérito de sociologia das universidades de Leeds e Varsóvia, Zygmunt Bauman, que diz que vivemos em um mundo líquido em que as coisas correm pelas mãos, tudo é rápido.

“A gente vive nesse mundo do medo, da insegurança, do terror. Retrata ainda a alagação que ocorreu aqui no Acre, é possível ver umas casas alagadas, tem também esse ato solidário do médico consultando uma criança dentro d’água. Já saindo deste espiral aí já tem a parte da cura, propriamente dita, tem os índios isolados, tem um indiozinho em cima de uma onça, que é a relação do homem com a natureza vivendo em harmonia que é o que nós devemos ter esse nosso elo com a natureza, deve ser harmônica e não de disputa ou agressão, vemos também o mesmo índio soprando o líquido de bolhas onde as bolhas são planetas do nosso sistema solar, por outro lado já temos um catador de recicláveis que auxilia na limpeza de onde vivemos, é na verdade uma permacultura, onde as pessoas vivem em aldeias e vilas”, explanou o artista sobre sua obra.

Em se tratando da cura, Mardilson cita alguns recursos extraídos da natureza como como chás naturais que se ingeridos ajuda na limpeza do organismo e também tem um indígena com o maracá.

“Temos o shaman, dando ayahuasca, o santo daime para algumas pessoas, na obra têm pessoas caídas outras expurgando e bem no centro da tela tem uma pessoa meditando que é uma prática de origem nas tradições orientais, mas que já está comum aqui no ocidente, temos também um beija flor apontando para o coração, representando a cura, tem também uma garotinha regando o coração para florescer, temos ainda um outro homem tirando a sandália dos pés para dar para uma criança de rua, já tem um garotinho com um guarda chuva protegendo o cachorro da água e por fim tem aquela cena que impressionou todos nós daquele haitianozinho cumprimentando a polícia que estava ali fazendo a resistência. Então é assim, a obra retrata um homem doente alienado por conta deste sistema que é este espiral da morte, mas aí por fora desses espiral já tem essas boas práticas que é essa mudança radical de comportamento e a cura para a humanidade. Esse foi um trabalho muito pensado, eu passei vários dias para saber colocar em cada parte da tela uma representatividade de algo em que estamos vivendo, foi mais voltada para esta cura universal”, concluiu Mardilson Torres.

O Salão Hélio Melo é um evento já consolidado no calendário cultural do estado e reúne artistas de vários municípios, com propósito de difundir as artes visuais do Estado do Acre, dando oportunidade aos artistas de mostrarem suas produções mais recentes. Iniciado em 2004, tem desde seus primórdios a função de incentivar a produção artística-visual em diversas categorias.

Os eventos contam com premiações em duas categorias: a Bidimensional, que envolve pintura em telas, desenhos, gravuras, aquarelas, impressões e fotografias; e a categoria Tridimensional, sendo elas as esculturas, objetos e instalações. Além disso, serão distribuídos prêmios de Menção Honrosa (no Salão Hélio Melo) e Revelação (no Salão dos Novos).

E veja Também no Plantão 3 de Julho Notícias

Veja o Vídeo Abaixo: Não se fala em outra coisa em Brasil Novo, na Região do Xingu, sudoeste paraense: um homem de 52 anos foi flagrado roubando calcinha e sutiã do varal da casa de uma moradora da cidade, de pouco mais de 14 mil habitantes, e quase foi linchado por populares.

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CHRISNA LIMA A história de vida e o drama de uma das maiores apresentadoras de TV do Acre na luta contra o câncer

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Evandro Cordeiro

Ao receber o diagnóstico de câncer, em março de 2020, quando a pandemia do coronavirus explodia no mundo, a apresentadora de TV e pastora evangélica Chrísna da Silva Lima Oliveira, 37 anos, a Chrisna Lima, viu seu mundo em vertigem. O sorriso mais rasgado da televisão acreana, a voz límpida e aguda, além da autoestima da pastora que prega como um João Batista no deserto, desmoronaram numa concatenação de orquestra sinfônica. “Veio o pânico”, conta ela, um ano depois, bem mais relaxada e certa de que a vitória está chegando.


Numa conversa por telefone com o Acrenews, Chrisna Lima, que já voltou as atividades na imprensa, onde ela é uma das top de linha, contou pequenos trechos de sua história de vida. Como começou na imprensa, a faculdade, a vida de pastora e, por fim, avalia, como profissional e pastora, o que vai ser o mundo depois do câncer na tireoide e da pandemia do coronavirus.


Vamos ao nosso bate-papo:

Acrenews – Quem é a Chrisna Lima? Onde nasceu e onde se formou jornalista?

Chrisna Lima – Sou de Rio Branco, nasci em Rio Branco, Acre. Me formei em jornalismo na Ufac. Sou a primeira mulher a se formar na faculdade federal.

Acrenews – Quando pintou na sua cabeça essa ideia de jornalismo, de televisão?

Chrisna Lima – Na verdade, jornalismo foi a minha segunda opção de faculdade. Queria muito fazer psicologia, porém não tinha dinheiro na época para pagar a faculdade particular e só tinha o curso de psicologia em faculdade particular. O mundo perdeu uma psicóloga, mas ganhou uma jornalista (sorriso). Aí no decorrer da universidade logo me encantei com o jornalismo de TV. Logo eu sempre sonhei em apresentar aquele tradicional jornal da noite onde a família senta na frente da TV para poder se informar das notícias do dia. Sempre projetei isso para minha vida profissional.

Acrenews – Mas você deve ter sido incentivada por alguém para entrar nesse negócio de jornalismo. Quem, quem…?

Chrisna Lima – Por incrível que pareça, as pessoas que mais me incentivaram na profissão foram os meus colegas cinegrafistas. O Jean Antônio, da TV Rio Branco, o Francisco Teixeira (Chico Galo), também da Rio Branco, e o Jessé Moreno, da TV 5, falavam todo dia nisso. Eles foram essenciais na minha profissão, sempre dando força para produzir o melhor material. Sou muito grata a eles.

Acrenews – Você acaba de vencer um câncer. Você tem problemas para tocar nesse assunto? Que drama foi esse que você viveu, menina?

Chrisna Lima – Nenhum. Na verdade eu ainda estou no caminho para vencer o câncer. Recebi o diagnóstico da doença no início da pandemia, em março de 2020. Junto com o diagnóstico veio o medo o pânico de nunca mais poder ter uma vida normal como eu tinha antes. Tive medo de perder cabelo, ficar sem ter condições de me mover em cima de uma cama, tive medo de ficar debilitada com os tratamentos, tive medo de perder o emprego, deixar de trabalhar devido às condições físicas e, principalmente, não poder viver o que eu tinha planejado. Com o passar do tempo e mais esclarecimentos sobre a doença, um câncer de tireóide, passados pelos meus médicos, percebi que era possível vencer o câncer e ter uma vida quase que normal.

Acrenews – Quando terminará essa batalha?

Chrisna Lima – Neste próximo mês de maio vou passar pela última etapa do meu tratamento, que é a iodoterapia, uma espécie de quimioterapia bem mais leve, onde pode acabar completamente com qualquer recurso de célula cancerígena que ainda estiver no meu corpo.

Acrenews – Você é pastora, ministra mensagens incríveis – eu já ouvi. Essa sua vida com Deus, seus recursos espirituais, tem sido importante nessa luta contra o câncer?

Chrisna Lima – A fé foi e ainda é muito importante na guerra contra esta doença. Foi através da fé que eu consegui ter esperança de dias melhores depois de ter ficado sem chão.

Acrenews – Essa doença deve ter lhe proporcionado momentos de absolutas experiências espirituais, momentos fortes com Deus. Como tem sido isso?

Chrisna Lima – Tenho vivido experiências de milagres em minha vida. Quando fiz a cirurgia, em 30 de novembro de 2020, para a retirada da tireóide, com esvaziamento cervical, uma das sequelas que poderiam me acomopanhar era perder a voz por seis meses a um ano. E o milagre que eu vivi foi justamente esse: fiquei sim sem voz, só que pelo período de sete dias. Totalmente impossível de acontecer devido a gravidade da minha cirurgia. A previsão era a voz retornar ao normal de 3 a 6 meses. Fiquei, sim, com a voz rouca e fraquinha, mas foi por 7 dias apenas.

CHRISNA LIMA NA INFÂNCIA

Acrenews – Depois de uma experiência dessas o que você enxerga para a frente em relação a sua carreira e em relação a vida como um todo, também depois da pandemia?

Chrisna Lima – Eu não sei te responder sobre meu futuro no jornalismo. Na verdade estou extremamente realizada de chegar onde cheguei. Foi o que eu sempre sonhei e planejei para minha vida profissional, então daqui para frente o que vier já estou extremamente satisfeita. Eu só tenho gratidão a todos os meus colegas de trabalho, de profissão, que todos os dias continuam me enviando mensagens de apoio e de fé.

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Alberan Morais lança documentário sobre Alberto Lôro neste sábado, 10

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O músico acreano Alberan Morais lança hoje (10) às 20 horas no seu canal no You Tube o documentário “Alberto Lôro com emoção”. O documentário foi financiado pela Lei Aldir Blanc, Governo Federal através da Fundação Elias Mansour-FEM e Governo do Acre.


A obra narra a história musical de um dos mais brilhantes artistas cruzeirenses como também destaca seu legado deixado por este brilhante músico às futuras gerações buscando depoimentos de ativistas culturais, amigos, parentes e de pessoas simples, propondo uma dialética de melhor compreensão da vida e da obra deste talentoso músico que encantou gerações.

A proposta do trabalho é centralizada na manutenção da memória e da história de um cantor acreano que deixou muita poesia, amor e identidade regional na sua obra, sempre retratando seu lugar e valorizando suas origens.

O documentário dirigido pelo cineasta Adalberto Queiroz e editado por Enilson Amorim estará sendo exibido hoje através deste link: https://youtu.be/4w7QX7q_ufQ

Logo após a exibição do documentário, Alberam Morais juntamente com o cineasta Adalberto Queiroz, estará realizando uma Live no seu canal para falar sobre este lindo trabalho que visa homenagear seu irmão falecido em 2019. O bate-papo será mediado pelo historiador Enilson Amorim.

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