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CULTURA

Gladson garante entregar obra do museu dos povos do Acre em novembro

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Agência AC

As obras de revitalização do antigo prédio do Colégio Meta, que abrigará o futuro Museu dos Povos Acreanos, foram retomadas em julho pelo governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Desenvolvimento (Seinfra). A reforma conta com recursos do Banco Mundial, orçada no valor de R$ 34 milhões, e incluem toda a parte de mobília e os equipamentos tecnológicos e interativos. A instituição irá abrigar acervos importantes sobre a história e cultura do Acre.

A conclusão do museu está prevista para novembro. Foto: Cedida

De acordo com o gestor da Seinfra, Cirleudo Alencar, as obras sofreram um atraso devido à falta de definição dos equipamentos para licitação. “Ficou mantida a instalação do museu que será muito importante para a preservação da cultura e história do nosso estado. A conclusão da obra está prevista para novembro deste ano”, destacou.

Além da Seinfra, que é responsável pela fiscalização da execução das obras, a Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE) e a Fundação Elias Mansour (FEM) também participam dos preparativos para a instalação e  funcionamento do museu, que irá contar com um espaço, no primeiro pavimento, para o Café Mirante.

Obra deve ser finalizada em novembro. Foto: cedida

O prédio do futuro Museu dos Povos Acreanos faz parte da história do estado, visto que o edifício foi construído na década de 1960 e abrigou o Colégio dos Padres, e depois o Colégio Meta. O prédio é protegido pela lei 1294/99, que criou o Fundo de Pesquisa e Preservação do Patrimônio Cultural do Acre, que constitui e integra todo o conjunto de bens móveis e imóveis, materiais e imateriais existentes no âmbito de seu território, cujo conteúdo e significado se encontram vinculados à formação da consciência histórica, social e cultural da população acreana.

Conforme a lei, o museu vai abrigar itens caracterizados como históricos, arqueológicos, paleontológicos, etnográficos, linguísticos, folclóricos, urbanísticos, arquitetônicos, artísticos, bibliográficos, cinematográficos, videográficos e audiofônicos que foram e são relevantes para o desenvolvimento sociocultural e para a preservação da identidade regional acreana.

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CULTURA

Acre, Amazonas e Pará representam o norte na mostra de Tiradentes 2022

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Foto: Reprodução (Divulgação)

Evento responsável pela abertura do calendário brasileiro de grandes festivais, a Mostra de Tiradentes 2022 irá destacar o cinema da Região Norte. São quatro produções selecionadas, sendo duas do Pará (“Meus Santos Saúdam Teus Santos”, de Rodrigo Antonio, e “Uma Escola no Marajó”, de Camila Kzan), uma do Acre (“Centelha”, de Renato Vallone) e outra do Amazonas (“521 Anos / Siia Ara”, de Adanilo).

O acreano “Centelha” fecha o time nortista em Tiradentes. Dirigido por Renato Vallone, o curta-metragem de 26 minutos filmado em preto e branco apresenta o delírio da fome de um homem que incorpora, no decorrer de um ritual ancestral, os demônios de um país doente. Casa e homem tornam-se testemunhos vivos da história. Santuário ou quartel general, as transformações afetam tudo ao redor e provocam a fúria do céu.​

A presença na Mostra Temática marca mais um grande evento que “Centelha” participa: em 2021, o curta do Acre esteve no Festival do Rio na sessão Curtas Novos Rumos, no Festival Visões Periféricas e, neste ano, foi selecionado para a Mostra Ouros Nortes do Festival Olhar do Norte. [ Com informações Cineset/Caio Pimenta]

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CULTURA

Teatrão, Palácio e Biblioteca da Floresta serão revitalizados

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Agência AC

O governador Gladson Cameli e a senadora Mailza Gomes assinaram, nesta quarta-feira, 19, em Rio Branco, o convênio que garante a revitalização da Biblioteca da Floresta, do Teatro Plácido de Castro (Teatrão), que também terá parte da estrutura física ampliada, e do Palácio Rio Branco. O montante, na ordem de R$ 12,4 milhões, foi destinado pela parlamentar, por meio de extra emenda.

Com os projetos devidamente finalizados pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), os documentos dependem tão somente de aprovação da Caixa Econômica Federal para que as ordens de serviço sejam dadas. O banco estatal ficará responsável pela liberação dos recursos e fiscalização das reformas.

O governador Gladson Cameli enalteceu o empenho da senadora com a recuperação destes importantes patrimônios públicos. “O meu muito obrigado à Mailza por ter conseguido esses recursos para a revitalização destes prédios, em especial, o nosso Palácio Rio Branco, que faz parte da história do Acre. Faço questão de acompanhar essa obra de perto”, comentou o chefe do Executivo.

Investimentos na revitalização dos espaços públicos somam R$ 12,4 milhões. Foto: Diego Gurgel/Secom

Mailza Gomes reforçou seu compromisso com a população e afirmou que o seu mandato segue à disposição, para viabilizar recursos que beneficiem o estado. “Estou muito feliz em contribuir com a revitalização desses espaços culturais tão importantes do nosso Acre. O nosso trabalho será sempre em prol do bem coletivo”, afirmou.

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CULTURA

Há 15 anos, o mundo conhecia a história do Acre através da minissérie “Amazônia – De Galvez a Chico Mendes”

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Por Observatório da TV / Foto: Reprodução

Em 2 de janeiro de 2007, a TV Globo estreou a minissérie Amazônia – De Galvez a Chico Mendes, na qual Glória Perez, natural do Acre, quis traçar em três fases um panorama da história do estado e da região.

Um grandioso elenco foi reunido para a produção, que teve direção-geral de Marcos Schechtman, parceiro da autora desde O Clone (2001/02), atual cartaz do Vale a Pena Ver de Novo. A história começa em 1899, atravessa a primeira década do século 20, dá um salto de algumas décadas e tem seu desfecho nos anos 1980.

A partir das famílias do Coronel Firmino (José de Abreu) e do seringueiro Bastião (Jackson Antunes) que como muitos outros é explorado e humilhado pelo proprietário do seringal, a história mostra como o negócio da borracha funcionava e as disputas pelo rentável território do Acre, que na época pertencia à Bolívia, mas era majoritariamente ocupado por brasileiros em busca de melhores perspectivas.

Dessa conjuntura se aproveita Luiz Galvez (José Wilker), espanhol que se lança numa batalha pela conquista do Acre ao saber que os bolivianos estão para arrendar toda a região a um consórcio formado por empresários da Inglaterra e dos Estados Unidos.

Nesse cenário tem destaque também a figura do militar Plácido de Castro (Alexandre Borges), que chega ao Acre para demarcar terras de seringais e acaba envolvido na disputa pela independência do território, que consegue.
Entre os anos 1940 e 1950, depois de muitos anos de distribuição desigual da riqueza surgida da borracha e com a grande concorrência das plantações mais organizadas da Malásia, o cultivo brasileiro cai em decadência. Nessa fase surgem amadurecidos Augusto (Humberto Martins), filho do Coronel Firmino, e Bento (Emílio Orciollo Netto), filho de Bastião.

Nos anos 1980, os vastos seringais já deram lugar a pastos para gado. Augusto (Francisco Cuoco) não consegue impedir que o domínio de outrora lhe escape por entre os dedos. De sua parte, Bento (Lima Duarte) é o grande amigo de Chico Mendes (Cássio Gabus Mendes), cuja luta por direitos dos índios e dos seringueiros e contra a destruição da Amazônia o leva a ser assassinado cruel e covardemente.

Leia mais: https://observatoriodatv.uol.com.br/colunas/fabio-costa/na-manchete-e-na-globo-a-amazonia-foi-cenario-de-producoes-de-teledramaturgia

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